Posted by: jbtecidos | 10, Maio, 2008

Criando verdadeiro valor para o cliente

Conseguir que o cliente prefira nosso produto sobre outro está, em grande parte, em mãos dos comerciais. Um produto é só um instrumento para resolver um problema. Em conseqüência, não importa se nossa ferramenta faz o mesmo que a ferramenta dos outros. Se fabrico chaves de fenda, sei que muitos outros também o fazem.

Mas também sei que se meu comercial é realmente eficiente, o cliente comprará o nosso.

O valor reside, em parte, no produto, e numa parte ainda maior no comercial. Em conseqüência, se nosso produto é similar ao da concorrência, o comercial fará a diferença pelo jeito que estabelece relações com o cliente, bem como pelo modo que o trata. Isso implica que, nas operações business to business se deve conhecer o negócio do cliente e adaptar as ofertas a suas necessidades.

Mas, a pergunta é: se teria que treinar um comercial que entenda o negócio ou conseguir alguém que conheça o negócio e treiná-lo na arte de vender.

Faz 10 anos, o melhor era recrutar comerciais que conhecessem o produto e capacitá-los no negócio do cliente. Hoje, as coisas mudaram. Para assessorar ao cliente há que saber mais de negócios, administração informatizada e finanças.

O ideal é encontrar uma pessoa com um bom entendimento do negócio e habilidades para comercializar. Alguém com boa formação empresarial para depois ensinar-lhe a vender.

Isto devido a que o fundamental é conquistar a confiança do cliente. E o cliente confiará mais em alguém que entende seu setor de atividade, conhece seu negócio e fala nos mesmos termos.

É por isso que muitas empresas de ponta no setor de equipamentos médicos complexos, por exemplo, preferem contratar a médicos e ensinar-lhes a vender.

Fonte: SDR | www.sdr.com.br | http://www.sdr.com.br/professores/Neil_Rackham/Criando_valor_para_o_cliente.htm

Prof. Neil Rackham 

Mestre na aplicação de modelos estratégicos em Gestão de Vendas. Neil Rackham foi um dos criadores da estratégia SPIN, iniciais de Situation, Problem, Implication e Pay-Off. Resumindo, trata-se de uma estratégia de vendas em que você procura identificar a situação e os problemas de seu cliente, descobrir as implicações que eles trazem, e o benefício esperado.

Para criar sua estratégia, Neil Rackham usou os dados obtidos numa pesquisa patrocinada pela IBM e Xerox, a qual revelou que, num universo de 35.000 contatos de vendas, na maioria dos que foram bem-sucedidos, quem falou mais foi o cliente.

http://www.neilrackham.com

 

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

Nossa última homenagem ao Eterno Campeão Senna

Comigo era assim:
No domingo de corrida, meu pai acordava mais cedo, ia na feira e na volta ele avisava:
- Meninos, acordem, hoje tem Ayrton.

A gente levantava, pegava o copo de leite e se apertava no sofá, para ver o primeiro HERÓI BRASILEIRO que conheci.

A musiquinha, é inesquecível. Até o Galvão Bueno fazia comentários inteligentes e sem tantos chavões como hoje.

A vida mudou, Senna se foi. Saudades de um tempo que não volta.


O Inesquecível Tema da Vitória (versão completa)

Os vídeos foram retirados dessa listagem:
http://www.youtube.com/results?search_query=ayrton+senna&search_sort=video_avg_rating

Recomendamos ainda:
http://www.youtube.com/profile_videos?p=r&user=JoaoPauloA&page=1

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

O Adeus do Galvão Bueno!

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

A Marca do Senna - Parte 1 de 5!

06minutos e 21s de velocidade plena, no limite!

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

A Marca do Senna - Parte 2 de 5!

5minutos e 58s de Vitória. Primeira vitória no Brasil. E os gritos do Campeão.

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

A Marca do Senna - Parte 3 de 5!

05Minutos e 55s do Homem contra as leis da probabilidade!

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

A Marca do Senna - Parte 4 de 5!

05minutos e 06s de emoção!

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

A Marca do Senna - Parte 5 de 5!

10minutos e 15s de saudades!

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O Estado de S. Paulo

Após meses de negociação, o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, dono do grupo Caoa, obteve autorização da coreana Hyundai Motors para produzir, no Brasil, o utilitário esportivo Tucson, hoje importado e um dos mais vendidos no segmento. Para montar o veículo na fábrica de Goiás, batizada de Hyundai/Caoa, ele vai investir R$ 300 milhões.

A produção do Tucson nacional começará no segundo semestre e as vendas no início de 2009. O empresário também conseguiu aprovação, para o próximo ano, de um terceiro veículo (um sedã ou outro utilitário), que exigirá novo aporte de R$ 300 milhões, diz ele. Desde abril do ano passado, a fábrica produz o minicaminhão HR.

O protocolo de homologação do acordo será assinado hoje, em Anápolis (GO), em cerimônia com o vice-presidente da Hyundai Motor Company, Seok San Jang, o diretor-executivo para a América do Sul, América Central e Caribe, Chang Hwan Han e o governador Alcides Rodrigues Filho.

“Incluindo o valor para a instalação da fábrica, o investimento total chegará a US$ 1,2 bilhão para a produção dos três veículos, tudo com recursos próprios”, informa Andrade.

O grupo Caoa, formado ainda por revendas Ford e Subaru, faturou R$ 3 bilhões em 2007, com projeção de chegar a R$ 5 bilhões este ano.

Há alguns meses, o grupo vinha anunciando, em suas propagandas, que o Tucson seria brasileiro. Havia, porém dúvidas no mercado porque a Hyundai tem intenção de instalar fábrica no Brasil e poderia assumir a tarefa. O Caoa tem o direito de usar a marca Hyundai e paga royalties à montadora, além de adquirir tecnologia e componentes para a fabricação dos veículos.

Rio

Executivos da Hyundai informaram na Coréia a disposição de investir US$ 1 bilhão em uma fábrica no Brasil. O grupo vem mantendo contatos com fabricantes de autopeças locais e recebeu proposta de terrenos e incentivos do governo do Rio.

A Hyundai, porém, está envolvida em ação de cobrança, pelo governo federal, de dívida de R$ 1,6 bilhão deixada pela Asia Motors, que não construiu uma fábrica na Bahia nos anos 90, depois de importar veículos com isenção fiscal. A Asia foi adquirida pela Kia Motors, mais tarde integrada à Hyundai. O governo brasileiro diz que não autorizará a fábrica enquanto a dívida, cobrada também de ex-sócios da Asia Motors do Brasil estiver pendente.

Andrade informa que, no acordo a ser assinado hoje, a Hyundai estende a ele por mais dez anos o direito de importar carros da marca com exclusividade. “Mesmo que a empresa decida por uma fábrica própria, isso não será alterado.”

A fábrica de Anápolis emprega 600 funcionários e outros 600 serão contratados. Até agora, foram produzidos 6 mil HR. Quando os três modelos estiverem em plena produção, Andrade diz que a capacidade anual será de 130 mil veículos, com geração de 6 mil empregos.

Segundo ele, o HR tem 40% de nacionalização, porcentual que será seguido pelo Tucson. Ele diz que a nacionalização não vai reduzir o preço ao consumidor. “Desde o início da importação adotamos estratégia de preço muito competitivo.”

Os modelos importados da Coréia custam entre R$ 79,9 mil e R$ 125 mil. Nos primeiros quatro meses do ano foram vendidas 6.625 unidades, quase três vezes mais que em igual período de 2007. Na classificação da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o Tucson só fica atrás do Ford EcoSport, que vendeu 15.469 unidades. O segmento como um todo cresceu 68,6% este ano, com venda de 43.483 veículos, a maioria importados.

A guerra de mercado nesse segmento levou a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos (Abeiva) a solicitar, na semana passada, explicações à Fenabrave sobre episódio ocorrido em março, quando foram licenciados em Anápolis 1.258 veículos, dos quais 757 da marca Hyundai. Nos meses anteriores, assim com em abril, o total de emplacamentos na cidade variou de 390 a 580 veículos, sendo no máximo 55 da Hyundai. A Fenabrave ainda não se posicionou. O Estado constatou que a maioria dos modelos foi licenciada em nome da Caoa e revendida emplacada.

Investimento e dívida

Quem é a Caoa: Grupo do empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade. Tem acordo com a Hyundai, da Coréia, para produzir veículos da marca em Goiás, em uma fábrica com capital 100% nacional. Paga royalties pelo uso de tecnologia e do nome da empresa

Quem é a Hyundai: Maior fabricante de veículos da Coréia. Tem planos de construir uma fábrica própria no Brasil. Pelo acordo feito com a Caoa, ambas fariam produtos complementares. O governo do Rio já ofereceu um terreno para a montadora

Entrave à nova fábrica: A Hyundai é dona da Kia, que, por sua vez, era dona da Asia Motors. Nos anos 90, a Asia prometeu construir uma fábrica na Bahia. Assim, conseguiu isenção de impostos para importar. O grupo trouxe 70 mil veículos, mas a fábrica não saiu.

Processo: O governo brasileiro cobra dívida de cerca de R$ 1,6 bilhão deixada pela Asia. Com a falência da Asia, a responsabilidade recaiu sobre a Kia, hoje nas mãos da Hyundai. O governo diz que não autoriza a fábrica própria da Hyundai sem o pagamento.

Fonte: O Estado de S. Paulo/Cleide Silva | www.estadao.com.br

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

Volkswagen amplia produção em São Carlos

InvestNews

A Unidade de Produção de Motores da Volkswagen do Brasil, instalada na cidade de São Carlos (SP), passa a operar com a capacidade de produção maior: 2.300 motores/dia, 500 a mais que a capacidade anterior. A ampliação refere-se aos investimentos de R$ 123 milhões, anunciados pela montadora em novembro do ano passado. Esta é a primeira fase do processo de ampliação. A segunda fase entrará em operação em setembro, quando serão produzidos 2.700 motores/dia.

Para alcançar este volume, foram adquiridas duas novas linhas, uma de Rumpf (motor parcial) e outra de Usinagem de Blocos. Além disso, a linha ZP4 (montagem final) da família de motores EA 113 (1,9 e 2,0 litros) foi adaptada para fabricar também os motores da família EA 111 (1,0, 1,4 e 1,6 litro).

O investimento também foi destinado à ampliação física da unidade, que passou de 35 mil, para 41,4 mil m2 de área construída. Isso inclui dois novos prédios, um que abriga a nova área de usinagem e outro ocupado pelo depósito de logística.

De acordo com o gerente da fábrica de São Carlos, Marcos Ruza, a previsão é encerrar o ano de 2008 com uma produção em torno de 750 mil motores. Com este volume, a unidade brasileira estará posicionada em terceiro lugar no ranking mundial de produção de motores do Grupo Volkswagen, atrás apenas das fábricas de Gyor, na Hungria (1o lugar) e de Salzgitter (2o), instalada na Alemanha.

Fonte: InvestNews | www.investnews.com.br

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

Fábricas de veículos temem risco logístico

Valor Econômico

As fábricas de veículos alcançaram a média de produção mensal de 300 mil unidades. Segundo as programações da indústria de componentes, deverão continuar nesse ritmo pelo menos nos próximos quatro meses. Multiplicado por 12, esse volume indica que o setor já está no ritmo anual de 3,6 milhões. A indústria tranqüilizou o governo quando anunciou ter capacidade para 3,8 milhões. Mas o que escapou na análise do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que se mostrou animado com a perspectiva de as montadoras estarem aptas para sustentar a demanda, é que a logística que envolve a complexa cadeia desse setor está no limite e qualquer interrupção pode colocar a atividade em risco.

A greve dos fiscais da Receita já fez estragos. A TRW, uma das maiores fabricantes de autopeças do país teve de recorrer a aviões para fazer as peças que produz em Limeira (SP) chegarem às fábricas da Ford e Chrysler dos EUA. O transporte aéreo também foi usado para envio de componentes da filial brasileira para a fábrica do México.

A necessidade de não falhar nas entregas é uma aflição diária entre os fornecedores de autopeças do país. “Felizmente não interrompemos nenhuma entrega, mas estamos enfrentando dificuldades tanto na importação como na exportação”, conta o diretor da TRW, Wilson Rocha. A empresa tem utilizado os aeroportos de Cumbica e Viracopos (SP), para agilizar o transporte.

Se não tivesse apelado para o transporte aéreo, essa empresa poderia pagar muito caro. Os contratos para fornecimento de suportes de freio para as montadoras americanas são bastante rígidos.

O preço de problemas como esse, enfrentados também por outros fabricantes, está entrando na conta de custos que a cadeia do setor automotivo vem acumulando. Com um ritmo de produção frenético, não sobra muito espaço para negociação de reajustes. O segundo aumento no preço do aço do ano está sendo negociado entre montadoras e fornecedores em meio ao sufoco da necessidade de trabalhar dia e noite para evitar que as linhas parem.

Os investimentos estão sendo feitos. A indústria de peças elevará o volume de investimentos este ano em 18,5%, num total de US$ 1,6 bilhão. As montadoras fazem o mesmo. Este mês, a fábrica de motores da Volkswagen, em São Carlos (SP), passará a operar com capacidade de produção maior, de 2,3 mil motores por dia, o que significa 500 mais. A montadora investiu R$ 123 milhões somente para essa finalidade. Há inúmeros exemplos como esse. Mas o problema é que o ritmo das vendas tem superado as previsões diárias.

As vendas no mercado interno, nos primeiros quatro meses do ano, somaram 910 mil veículos. Isso representa um incremento de 35% em comparação com o primeiro quadrimestre de 2007 e de 66% na comparação com igual período de dois anos atrás.

Representantes da indústria de autopeças encomendaram a uma empresa de pesquisas um trabalho para mapear os gargalos nessa cadeia. A identificação dos pontos mais congestionados servirá para traçar estratégias para novos programas de investimento. Como dizem alguns executivos do setor, há empresas trabalhando “com a corda esticada demais”. “Se uma máquina quebrar e o conserto demandar um certo tempo, isso pode representar a necessidade de interromper entregas para as montadoras”, afirma um executivo.

Na ponta do varejo, as coisas não estão muito diferentes. Há filas de espera, de 30, 40 e até 60 dias, dependendo do modelo escolhido pelo consumidor. No mês passado, indústria e concessionários conseguiram respirar um pouco melhor porque, graças ao um aumento de produção, houve crescimento no nível dos estoques.

Em março, o estoque de carros disponíveis para a venda estava em torno de 170 mil unidades. Em abril, os volumes subiram para 185 mil. Mesmo assim, essas quantidades não atendem à demanda, que continua sendo estimulada pela facilidade no crédito. No primeiro trimestre, 65% das vendas de carros foram feitas por meio de leasing e financiamento.

Fonte: Valor Econômico | www.valoreconomico.com.br

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

“Flex” ainda barra acordo automotivo Brasil-Argentina

Valor Econômico

Argentina e Brasil avançaram ontem nas negociações para um novo acordo no setor automotivo, que prevê o livre comércio de automóveis, peças e partes entre os dois países a partir de 2013. Representantes dos dois governos reuniram-se ontem e acreditam ser possível concluir, até o início de junho, um acordo com as novas regras de comércio bilateral no setor. Os negociadores discutem ainda o mecanismo de controle de comércio durante esse período, o chamado flex, pelo qual há um limite para as exportações de um país ao outro, proporcional às importações originadas do sócio.

Hoje, o flex equivale a 1,95. Argentina ou Brasil podem exportar, um ao outro, até 1,95 vezes o que importam do sócio. O atual acordo automotivo entre os dois países, que se extingue em junho, levaria ao fim do flex, e ao livre comércio, como gostaria o Brasil. Mas, baseada no grande déficit comercial entre os dois países, de US$ 4 bilhões anuais (neste ano foi de 1 bilhão até abril), a Argentina reivindicou a extensão do acordo.

Os argentinos querem um flex diferenciado, pelo qual poderiam exportar mais importando menos do Brasil, enquanto os brasileiros teriam limites menores. O Brasil parece disposto a aceitar esse flex duplo, desde que não seja alterado o índice de 1,95 para o país, e, de preferência, ele caia com o tempo.

A maior queixa dos argentinos é o grande déficit no comércio de autopeças, que aumenta proporcionalmente ao crescimento das exportações de automóveis lá, fortemente dependentes de peças de fornecedores externos, inclusive do Brasil. Os brasileiros argumentam que também têm déficit no comércio de autopeças, de US$ 10 bilhões, quando computadas as transações com o resto do mundo. Ambos os países querem atrair investimentos do setor para seus mercados. O temor de que os investidores dêem preferência ao Brasil, montando aqui bases de exportação para o continente, é uma das maiores fontes de resistência argentina ao livre comércio.

Segundo um executivo do setor, o setor privado gostou da idéia de fixar um prazo de cinco anos para o acordo, o que permite planejamento, já que esse é o tempo para amortização dos investimentos no setor. Para se assegurar de que a Argentina se compromete com a liberalização do comércio no setor após esse período, a equipe brasileira, chefiada pelo secretário-geral do Ministério do Desenvolvimento, Ivan Ramalho, sugeriu que o acordo tivesse a vigência de seis anos, com o livre comércio a partir do sexto ano. A proposta foi bem recebida do lado argentino.

Os brasileiros também querem que a transição para o comércio livre comece antes do fim dos cinco anos, o que enfrenta resistência dos argentinos. Os brasileiros já aceitaram, porém, a criação de um mecanismo de monitoramento trimestral de comércio e investimentos para acompanhar eventuais distorções. Não ficou claro o poder desse mecanismo, que, segundo preferem os argentinos, poderia levar à revisão do acordo em caso de “desequilíbrio” no comércio ou na distribuição de investimentos do setor entre os dois parceiros. Em 28 de maio, haverá nova reunião em que se espera concluir o acordo, a tempo de ser formalizado entre os presidentes na reunião de cúpula do Mercosul, na Argentina, no fim de junho.

Fonte: Valor Econômico | www.valoreconomico.com.br

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

Chery Automobile está orçada em US$ 500 milhões

Jornal do Commercio/PE

A companhia chinesa Chery Automobile e uma empresa pernambucana iniciaram contatos no sentido de distribuir, a partir do Estado, os veículos chineses para todo o território nacional e, num segundo momento, implantar uma montadora em Pernambuco. O governo do Estado também participa das negociações. A fábrica de veículos vai demandar um investimento de, pelo menos, US$ 500 milhões (cerca de R$ 900 milhões). O empreendimento também está sendo disputado por uma cidade do Estado de São Paulo.

A expectativa do governo do Estado é que diretores da Chery Automobile visitem Pernambuco até junho. No próximo dia 29, está marcada a visita de uma comitiva de empresários chineses ao Estado, mas ainda não está confirmada a presença dos executivos da montadora.

A empresa está definindo como será o projeto no Brasil e somente depois disso fará uma visita ao Estado, de acordo com o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho.

“Em novembro último, quando visitamos a empresa, o presidente da Chery Automobile, Ying Tongyao, disse que a empresa está interessada em implantar uma montadora no Brasil”, lembrou o vice-governador de Pernambuco, João Lyra Neto.

Na mesma visita a China, a comitiva pernambucana - formada pelo vice-governador e empresários locais - foi recebida pelo vice-prefeito de Wuhu, Wang Cangjiang. Também fez parte do grupo um representante da empresa interessada em distribuir os veículos da Chery no Brasil. “O vice-prefeito nos informou que Pernambuco teria prioridade na escolha do local, porque foi o Estado que primeiro se apresentou, querendo o empreendimento”, comentou Lyra.

A Chery Automobile fica localizada na província de Anhui, no município de Wuhu. A companhia quer aumentar a sua participação no mercado global e já comercializa peças para multinacionais do setor automotivo.

Aquecimento

No ano passado, o setor automotivo bateu recorde de vendas no Brasil. Este aquecimento fez executivos da General Motors (GM) do Brasil anunciarem que a multinacional planeja implantar mais uma fábrica no País e que Pernambuco estava na disputa. Neste caso, parece que a decisão só será tomada depois que o governo federal definir um novo sistema de incentivo ao setor. Fernando Bezerra Coelho afirmou que as negociações com a GM estão num estágio mais avançado do que com a Chery Automobile. O primeiro contato com a Chery foi em novembro último, enquanto as trocas de informações com a GM foram iniciadas em julho de 2007.

Fonte: Jornal do Commercio/PE | www.jornaldocommercio.com.br

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Gazeta Mercantil

Ao custo de R$ 26 milhões, a Pioneer inaugurou em Manaus sua nova fábrica para produção de equipamentos de som automotivo. Há cinco anos no Brasil, a empresa atuava numa área de 6 mil metros quadrados alugada. Com as novas instalações de 40 mil metros quadrados - 13 mil metros quadrados de área construída -, a empresa de origem japonesa pretende alavanca a produção e atingir neste ano a marca de 1 milhão de aparelhos.

Esta produção vai ajudar a empresa, que está na liderança do mercado nacional com 33% de market share, a solidificar sua imagem e atender pedidos da indústria e o varejo, desde o pequeno comerciante às grandes redes. Também vai ajudar a empresa a combater o contrabando vindo do Paraguai.

Por incrível que possa parecer, um dos grandes concorrentes da Pioneer no mercado doméstico é a própria Pioneer. Cerca de 600 mil unidades de aparelhos da marca entram no País via Paraguai, comprados, principalmente, no Panamá, onde a multinacional japonesa também atua.

“Com escala no mercado interno, vamos tirar a vantagem do produto contrabandeado, que sai mais barato por não pagar os impostos no Brasil”, afirmou Pedro Hiraishi, gerente-geral da fábrica da Pioneer em Manaus. “E por isso que decidimos construir uma unidade com técnicas modernas de produção”.

Durante a inauguração da fábrica, sexta-feira passada em Manaus, o presidente mundial da Pioneer, Tamihiko Sudo, disse que a empresa japonesa hesitou em construir uma fábrica no Brasil em razão das oscilações econômicas que o País vivia no início da década. “Ao contrário da preocupação do início, estamos certos que demos um passo seguro para o fortalecimento da marca no Brasil”, afirmou.

De acordo com Sudo, a Pioneer Corparation é líder não só no Brasil, mas também no mundo na fabricação de produtos eletrônicos de áudio e vídeo para o mercado automotivo e residencial. A empresa diz deter 33% do market share mundial, empregando 38 mil pessoas em 101 unidades em vários países.

No Brasil, a empresa emprega 500 pessoas e espera criar 200 novos empregos até o final do ano. No ano passado seu faturamento no País foi de R$ 180 milhões. Este ano deve atingir R$ 200 milhões. Há cinco anos vem tendo um crescimento de produção na casa de 20%.

A empresa estima um mercado hoje de 5 milhões de unidades no Brasil. A maior parte abastece a frota de carros novos, estimada este ano em 3 milhões de unidades. Sony, Kenwood, JVC, Alpine, Panasonic, Siemens VDO e Visteon disputam o mercado oficial. Estima-se que o contrabando seja responsável pela colocação de 2 milhões de unidades de sons automotivos no Brasil anualmente, principalmente para o pequeno varejo e centros como a Galeria Pajé, em São Paulo.

Toda a produção da Pioneer deixa Manaus por avião - já que é um aparelho de baixo peso e alto valor agregado. Segundo o presidente da fábrica da Pioneer brasileira, Shunichi Fukashiro, em cinco dias o produto, após deixar a fábrica, chega em qualquer localidade do Brasil. A Varig Log dá suporte ao porta-a-porta.

Apesar dos custos de transporte, os incentivos dados pela Zona Franca de Manaus garantem 5% à Pioneer em relação ao mesmo produto produzido, por exemplo, na região Sudeste.

Atualmente, a fábrica conta na linha de produção com 18 modelos de aparelhos - que têm renovação anual. A empresa estuda ampliar a fábrica com a produção de TVs de plasma e sons residenciais. Atualmente, o Brasil representa 13% do faturamento mundial na linha de som automotivo.

Fonte: Gazeta Mercantil/Wagner Oliveira | www.gazetamercantil.com.br

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

Vendas do setor crescem 9,8% em abril na Índia

InvestNews

As vendas de veículos automotivos na Índia cresceram 9,8% em abril, primeiro mês do novo ano fiscal. O resultado contrariou a previsão de muitos analistas, que afirmavam que as vendas nos primeiros meses do novo período fiscal poderiam continuar refletindo o cenário de desaceleração apresentado no último ano.

A Sociedade dos Fabricantes de Automóveis da Índia (SIAM) divulgou que as vendas de carros atingiram 98.740 unidades no período, impulsionadas pelo anúncio das montadoras de que poderiam elevar os preços dos veículos, devido à alta nos custos dos insumos.

As fabricantes de motocicletas também estão animadas com os bons resultados, e esperam recuperar as vendas, que no último ano fiscal apresentaram queda de 12%, devido às altas taxas de juros e menores possibilidades de financiamento.

Fonte: InvestNews | www.investnews.com.br

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Posted by: jbtecidos | 9, Maio, 2008

Lucro da Daewoo Motors Sales cai 47% no 1º trimestre

InvestNews

A Daewoo Motors Sales, concessionária de veículos sul-coreana, informou que seu lucro líquido registrou uma queda de 47% no primeiro trimestre de 2008, em relação ao mesmo período do ano anterior, para 5,2 bilhões de won (US$ 4,9 milhões).

O lucro operacional da companhia obteve um declínio de 46,5% no primeiro trimestre de 2008, para 7,8 bilhões de won. Já as vendas da Daewoo Motors Sales tiveram uma redução de 15,5% entre janeiro e março, para 668,2 bilhões de won.

Fonte: InvestNews | www.investnews.com.br

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Posted by: jbtecidos | 8, Maio, 2008

“Semeando Talentos, Colhendo Resultados”

Tom Coelho e a AAPSA - Associação Paulista de Gestores de Pessoas convidam você para a 20ª Jornada Empresarial AAPSA.

Com o tema “Semeando Talentos, Colhendo Resultados“, você transitará pelo mundo do RH, desde o recrutamento e a seleção, até a transição de carreira, passando por temas como integração, remuneração e liderança.

A palestra de encerramento será apresentada por Tom Coelho com o tema “Compartilhando o Talento - Responsabilidade Social e Sustentabilidade”.

20ª Jornada Empresarial AAPSA
“Semeando Talentos, Colhendo Resultados”
Data: 13 e 14/05/2008 | Horário: 8h30 às 18h30
Local: FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado
Rua Alagoas, 903 - Pacaembu - São Paulo/SP

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Informações e Inscrições: http://www.aonebrasil.com.br/aapsa/
E-mail: velozo@aonebrasil.com.br

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Posted by: jbtecidos | 8, Maio, 2008

Em visita ao Brasil, Angela Merkel vai à Volkswagen

O Globo

Em sua primeira visita ao Brasil como chanceler alemã, Angela Merkel irá, no próximo dia 15, à fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo (SP).

A visita foi confirmada nesta quarta-feira pelo Consulado da Alemanha em São Paulo. A chanceler será recebida por Martin Winterkorn, presidente mundial da montadora, que estará no Brasil na mesma ocasião.

A definição sobre a visita da chanceler a uma multinacional alemã no Brasil demorou para ocorrer. Apenas a sete dias da chegada da chanceler, a Volks foi confirmada como a escolhida. Entre as possibilidades, estavam a Mercedez Benz, também em São Bernardo, e Bosch, que tem fábrica em Campinas (SP).

Martin Winterkorn deve levar Angela Merkel para participar da inauguração do Centro de Realidade Virtual da Volks.

Antes do tour pela Volks, Angela Merkel, que desembarca em Brasília no dia 14, fará uma visita oficial ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. À noite, voa para São Paulo onde deve participar de um jantar organizado pela Câmara de Comércio Brasil-Alemanha em conjunto com da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

No roteiro de Merkel, que só volta para a Alemanha por volta do dia 20, também estão Peru -onde ela participa da cúpula União Européia-América do Sul-, Colômbia e México.

Fonte: O Globo/Cláudia Fontoura | www.oglobo.com.br

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Posted by: jbtecidos | 8, Maio, 2008

País vive um “momento mágico”

Agência Auto Informe

A General Motors teve o melhor mês da história em abril, com 52.601 unidades vendidas e crescimento de 37,5% no quadrimestre, dois pontos percentuais acima do crescimento médio do mercado, que é de 35%. Boa notícia para a empresa, que no ano passado não acompanhou o crescimento de vendas.

Marcos Munhoz, diretor de vendas e marketing da GM, está muito otimista em relação ao crescimento da empresa e do mercado como um todo. A GM já refez as previsões de vendas para 2008, acredita que o mercado vai fechar com 3.050 unidades vendidas, mas pessoalmente Marcos Munhoz fala em até 3.150 veículos. A expectativa traçada pelas montadoras para este ano é de 2,890 milhões de unidades.

O executivo disse que o País vive um momento mágico, de extrema confiança, e que é preciso aproveitar essa situação para ganhar a confiança do consumidor, oferecendo um bom nível de serviço, especialmente em relação ao pós-venda. Temos que aproveitar esse bom momento do mercado para criar uma relação e confiança com o consumidor, para colher os frutos no futuro, quando (embora espero que isso nunca ocorra) o mercado não estiver tão comprador, disse.

Marcos Munhoz enumerou as razões que, segundo ele, levam a esse formidável crescimento: juros (historicamente) baixos, baixa taxa de desemprego, estabilidade inflacionária, crescimento da população economicamente ativa, disponibilidade de crédito e investimento na capacidade produtiva.

A GM ampliou recentemente a produção de sua fábrica de São Caetano do Sul, com adoção do terceiro turno de trabalho, iniciado dia 28 de abril. Com isso foram contratados 1.500 funcionários. O gargalo da GM está na produção de motores, o que deve ser resolvido com a construção da fábrica em Santa Catarina. Mas o início da produção será apenas no ano que vem. Por enquanto a empresa terá que administrar o (bom) problema de atendimento aos pedidos, que começam a se acumular. Marcos Munhoz disse que muito provavelmente os prazos de entrega dos carros nas concessionárias GM vão aumentar daqui para frente.

Fonte: Agência Auto Informe | www.agenciaautoinforme.com.br

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Posted by: jbtecidos | 8, Maio, 2008

Andar de carro fica caro em abril

InvestNews

Manter um carro ficou 0,92% mais caro em abril, segundo a Agência Auto Informe, que apura o IMC (Índice de Manutenção do Carro), mais conhecido como Inflação do Carro. O IMC é um indexador que mede o custo para o motorista andar e manter o carro em ordem, fazendo as troca de peças de forma preventiva.

Essa foi a maior alta do ano. No acumulado do ano, o custo de manutenção do carro já está 2,53% mais caro. Desta vez os combustíveis, que representam a maior parte das despesas com o carro, mantiveram os preços estáveis. O estudo revelou que diversas altas no setor de serviços foram os maiores responsáveis pelo aumento no mês passado.

A maior alta do mês foi da limpeza do bico injetor, serviço que ficou 9,09% mais caro. A cambagem, que faz parte do serviço de alinhamento de direção, veio em seguida, com alta de 6,76%. A bateria ficou 5,66% mais cara para o bolso do motorista e para fazer o balanceamento de rodas o consumidor está pagando em média 4,55% a mais. O serviço de balanceamento de rodas também é o item da cesta de produtos e serviços da Inflação do Carro que acumula a maior alta do ano: 18,98%.

Fonte: InvestNews | www.investnews.com.br

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