Publicado por: Julio Bessa | 12, maio, 2011

Cuidados para comprar um seminovo

Documentação – Cheque a autenticidade dos documentos, conferindo placa, número do chassi, nome do proprietário, entre outros. Exija documentos originais, sempre. Certifique-se se, no documento, constam “Alienação Fiduciária” , “Reserva de Domínio” ou, ainda, se é financiado, o que indica que ele pertence à financeira. A expressão “Sem Reserva” indica que não há impedimentos à transferência da propriedade do veículo.

Placa – A partir da placa, confira se o carro está licenciado em seu município. A transferência de veículos de outras cidades incorre em custos, prazos esticados e burocracia.

Compare o número do chassi – Gravado perto do motor, nos vidros e na carroceria – com o do certificado do veículo. Os números e letras da gravação na chapa devem estar alinhados, com espaços regulares e contornos uniformes.

Detran – Entre em contato com o Detran de sua cidade para checar o histórico do veículo. De posse do número do Renavan e placa do carro, é possível ter acesso a eventuais multas e bloqueios de IPVA ou informações sobre alienação e roubo.

Perfil do veículo – Observe o perfil da lataria para avaliar se existem peças desalinhadas ou amassadas. Procure olhar o carro sob luz forte ou luz do dia. Mudanças de cor na lataria e respingos de tinta nas borrachas e frisos indicam que o carro já passou por serviços de funilaria e pintura. Procure por pontos de ferrugem nos vincos e dobradiças.

Direção – Esteja atento aos pedais, alavanca de câmbio e volante. Peças com revestimento muito desgastado podem denunciar uso severo e, talvez, uma quilometragem muito além da divulgada pelo anunciante.

Segurança – Verifique os equipamentos obrigatórios de segurança. Estepe, macaco e chave de roda, triângulo de sinalização, extintor de incêndio, cintos de segurança, etc.

Mecânica – Tente obter o aval de um especialista ou mecânico de sua confiança em relação à mecânica. Caso não seja possível, não se desespere. Siga algumas dicas básicas para ter certeza de que está comprando um bom carro.

Motorização – Observe o motor, sempre atento a vazamentos ou acúmulo de óleo na superfície. Verifique a coloração da água no vaso de expansão do radiador. É importante notar se existem sinais de ferrugem ou óleo na água, pois apontam problemas mais graves. Cabos e mangueiras ressecados ou emendados são comuns em carros seminovos. Não deixe de checá-los.

Ruídos – Ligue o motor sem acelerar, aguardando alguns segundos em marcha-lenta. Ruídos ?metálicos? podem denunciar empenos, folgas ou problemas mais graves em peças internas. Acelere aos poucos, progressivamente, sempre atento ao surgimento de barulhos anormais. Verifique o escapamento em busca de sinais de óleo ou fumaça. Tente fazer um test-drive no carro, sempre atento ao desempenho e à dirigibilidade.

Fonte:  Auto Amurel | www.autoamurel.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 12, maio, 2011

Agradeça as reclamações dos seus clientes!

Uma reclamação é uma declaração de expectativas não satisfeitas. Infelizmente, a palavra tem conotação negativa, provocando as mais diversas reações nos funcionários de uma empresa. Por exemplo, se logo de manhã você chega ao escritório e a primeira ligação que atende é de um cliente reclamando, provavelmente irá pensar algo como: “Xi, meu dia já começou mal”.

Mas a verdade é que cada reclamação é uma chance que você tem de consertar as coisas, de aprofundar relacionamentos e também de vender mais.
As reclamações são um dos meios mais diretos e eficazes dos clientes informarem as empresas de que algo não está certo e, portanto, há espaço para melhorias. E se as empresas não atendem essas expectativas promovendo as mudanças necessárias, acabam perdendo seus clientes para a concorrência.

Para mudarmos essa conotação negativa que as reclamações têm na equipe de vendas, talvez devêssemos começar mudando o seu nome. Em vez de dizer que um cliente ligou reclamando, diga que um cliente ligou para dar um feedback ou, ainda, que ele ligou para passar informações muito valiosas.

Sim! Reclamações não são nada mais do que o seu cliente lhe dando informações valiosas sobre o que ele espera da sua empresa e como você pode satisfazê-lo. Em vez de gastar vários mil reais em pesquisas demoradas, comece a prestar atenção no que seus clientes dizem.

Ao reclamar, muitas vezes os clientes ficam nervosos, brabos e algumas vezes são grosseiros. O primeiro passo é entendermos que isso é muito natural, uma vez que eles tinham expectativas em relação à empresa e que não foram atendidas.

O segundo passo é tentarmos nos concentrar no conteúdo da mensagem, e não na maneira como ela está sendo passada pelo cliente. Dependendo da situação, isso, às vezes, é muito difícil, mas se conseguirmos ver reclamações como presentes, os embrulhos nada importam.

Os números não nos deixam mentir
Quantas pessoas do total reclamam? E quantas delas não voltam a comprar da empresa? Segundo Philip Kotler, uma empresa pode perder até 80% dos seus clientes muito insatisfeitos; 40% dos insatisfeitos; 20% dos indiferentes e talvez 10% dos satisfeitos. Mas pode perder apenas 2% dos clientes muito satisfeitos.

Agora, um número muito interessante: 95% desses clientes muito insatisfeitos não reclamam. Simplesmente param de comprar da empresa. Ou seja, se o cliente reclama, é porque ele se importa e isso deve ser valorizado.

Um caso citado por Kotler em seu livro Administração de Marketing é o da empresa 3M, que alega que mais de dois terços de suas idéias para melhorar produtos e serviços vêm a partir das reclamações de seus clientes.
Uma coisa que é importante colocarmos aqui é que apenas ouvir seus clientes não é o bastante. Mais importante que isso, é fazer algo de construtivo com a mensagem passada.

Kotler afirma que “dos clientes que registram uma reclamação, entre 54% e 70% voltarão a fazer negócios com a empresa se suas reclamações forem resolvidas. O percentual chega a espantosos 95% se os clientes sentirem que a reclamação foi atendida rapidamente”. Mas infelizmente, a realidade é que apenas metade dos clientes que reclamam afirmam receber uma solução satisfatória e rápida para o problema.

Resolver o problema dos seus clientes é um dever que a sua empresa tem. Afinal de contas, ela ofereceu um produto ou serviço, a pessoa comprou e nada mais justo que ela fique satisfeita, assim como lhe foi prometido. Mas há também outras motivações para que seus clientes sejam bem atendidos em suas reclamações.

Em média, um cliente satisfeito conta para 3 pessoas a sua experiência positiva com a empresa. Mas um cliente insatisfeito conta para 11 pessoas sua experiência negativa.

Realmente, a propaganda negativa é um mau negócio. E agora a coisa ficou pior ainda com a internet, que proporciona uma rápida comunicação com muitas pessoas ao mesmo tempo. Por isso é muito melhor ouvir as reclamações e resolvê-las. Prevenir é sempre mais sábio do que remediar.

No livro Reclamação de Cliente? Não Tem Melhor Presente (Editora Futura), Barlow e Moller apresentam a fórmula para se lidar com reclamações:
1)    Dizer obrigado.
2)    Explicar por que você apreciou a reclamação.
3)    Pedir desculpas pelo erro.
4)    Prometer que alguma medida será tomada imediatamente.
5)    Pedir as informações necessárias.
6)    Corrigir o erro – imediatamente.
7)    Verificar se o cliente está satisfeito.
8)    Prevenir erros futuros.

Para que esta fórmula funcione, é preciso que os funcionários da linha de frente tenham autonomia para resolver rapidamente os problemas mais comuns. E aqui é fundamental o papel da gerência, pois será necessário treinamento, delegação de tarefas, controle e acompanhamento.

Somente com sua equipe tendo autonomia para resolver os problemas freqüentes é que você será capaz de atender rapidamente seus clientes que reclamam, pois a burocracia é eliminada.

Sabendo da importância dos feedbacks que seus clientes dão (tanto os positivos quanto os negativos), é imprescindível que você incentive seus clientes a falarem com você. Veja abaixo algumas coisas que podem ser feitas:

Coisas que você pode fazer para encorajar reclamações
1. A principal delas é colocar uma linha 0800 para contato com o público. No Brasil, esse é um sistema ainda caro, que muitas empresas de pequeno porte não podem pagar. Nesse caso, tenha um serviço de atendimento muito claro, rápido e efetivo. Ou seja, nada de colocar 5 minutos de gravações e fazer com que o cliente tenha de apertar 10 números para conseguir falar com um ser humano.
2. Treine seus clientes para que também vejam reclamações como presentes. Você pode até utilizar incentivos (por exemplo: você pode oferecer um brinde, um cupom de desconto para a próxima compra ou para a compra de um outro produto da empresa etc.).
3. Divulgue o fato de que está procurando ouvir todas as reclamações.
4. Avalie suas estruturas internas referentes às reclamações.
5. Mantenha sempre disponíveis formulários (na sua empresa/loja, no site etc.) para os clientes comentarem.
6. Crie fichas para os funcionários registrarem as reclamações dos clientes.
7. Permita que seus clientes reclamem.
8. Vá atrás dos que não respondem suas pesquisas e não entram em contato. Existe uma possibilidade alta de você encontrar aí um cliente insatisfeito.
Lembre-se: as reclamações dos seus clientes podem salvar sua empresa de uma grande crise. Pode ainda, ajudá-lo a diferenciar-se da concorrência, criar valor e clientes fiéis. Não deixe que a conotação negativa interfira neste processo de aprendizagem.

Fonte: Marketing Vendas | www.marketingvendas.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 12, maio, 2011

Afinal, para que serve o Marketing?

“O marketing verdadeiramente excepcional sempre tocou as pessoas por causa de sua integridade e honestidade.”

Me lembro de em certa ocasião, um professor  que daria uma palestra, após me perguntar em que área gostaria de trabalhar, me disse que independentemente do que me explicassem, ao ser questionado sobre a real finalidade do Marketing, deveria ter a resposta na ponta da língua: vender!

Não tenho dúvidas de que os esforços dos profissionais de Marketing sejam para atingir os objetivos de vendas. Porém, tenho certeza também que os tempos mudaram e o discurso desse professor citado acima, deve ser “modernizado”.

O consumidor mudou, a cultura de muitas empresas mudou, a forma de se comunicar mudou, a Internet avançou e hoje tem causado mudanças em todos esses fatores “mercadológicos”. Será então que é possível para o profissional de Marketing estar limitado a somente vender?

Marketing é ter um bom site, uma boa loja, é gerar relacionamento, ouvir o consumidor, é superar expectativas, é cumprir o prometido, é entender de sentimentos, é saber que não importa qual seja sua marca, ela é feita para pessoas. Qual é o resultado quando tudo isso é percebido e executado? É fácil, o resultado é venda!

O grande erro das empresas hoje é achar que o essencial é gerar lucro a qualquer custo, mas um bom Marketing de qualquer empresa sabe identificar que o “custe o que custar” já não é mais necessário, e a dinâmica do mercado pode ser outra.

A Internet pode ter aberto caminho para novas empresas e mercados e assim, ter aumentado a concorrência, mas ela porém, facilitou processos e derrubou barreiras que impediam as empresas de se comunicarem diretamente com seus consumidores.

Aos profissionais de Marketing cabe ir além das vendas, identificando como essa abertura pode possibilitar um contato eficiente e eficaz com um consumidor que quer, antes de tudo, relacionamento. O vídeo abaixo demonstra rapidamente um pouco disto, você pode simplesmente buscar formas de vender, mas o que compensa, é uma boa forma de se relacionar:

Fonte: 360° Graus | www.omelhordomarketing.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 12, maio, 2011

Endomarketing: muito mais do que incentivo

Palestras motivacionais, café da manhã com o presidente da empresa, eventos e ações de incentivo. Para muitas empresas, estas atividades fazem parte das estratégias de Endomarketing. O que estas companhias não sabem é que o Endomarketing não se resume a ações isoladas, de emergência, motivacionais e para ser usada apenas em momentos de dificuldades.

De acordo com especialistas no assunto, o Endomarketing não é motivação. Para Cláudio Tomanini, professor da FGV, a empresa pode – e deve – estimular os funcionários e aqueles que acreditarem no programa estarão realmente motivados. Mas não é o bastante.

Empresas como Google, Microsoft, Apple e Toyota, são conhecidas por possuir o Endomarketing em seu DNA. Estas companhias estimulam seus funcionários através de ações focadas no bem-estar deles o que, conseqüentemente, melhora a produção e a capacidade intelectual das equipes. Para as empresas, o perigo das ações motivacionais é a autonomia dada a um funcionário incompetente. Quanto mais motivado ele estiver, mas besteiras ele será capaz de fazer, aponta Cláudio Tomanini, da FGV.

Motivação como estratégia
O planejamento, portanto, é um dos princípios do Endomarketing. Não basta desenvolver ações para remediar um problema interno ou para aumentar a vendas temporariamente. “Isto é perda de tempo”, afirma Cláudio Tomanini (foto), professor da FGV e palestrante da área de negócios e vendas. Identificar os pontos fortes e fracos dos funcionários é um começo para as empresas que buscam implantar este sistema.

Para identificar virtudes e dificuldades entre os colaboradores ou serviços de uma empresa, basta usar ferramentas específicas que apontam o problema através de metas e resultados. “Precisamos desmistificar o conceito de que o Endomarketing é um evento de integração ou uma ginástica laboral”, diz Tomanini em entrevista ao Mundo do Marketing.

Na Fiat, o Endomarketing faz parte da vida não só do funcionário, como de sua família também. A montadora oferece festas de debutantes para as filhas de seus colaboradores e festas de bodas para aniversários de casamento. Além disso, a empresa oferece test-drive aos funcionários. Afinal, o colaborador é o primeiro cliente da montadora. “É responsabilidade das empresas responder às necessidades e estar preocupada com qualidade de vida dos seus colaboradores”, conta Tomanini.

Tecnologias ajudam
Um aliado importante do Endomarketing é a tecnologia. É inegável que as ferramentas que ela oferece ajudam a permear melhor a comunicação de uma companhia e, logo, a comunicação interna. Apesar do tradicional mural informativo ser válido, a intranet é a evolução desta comunicação.

A tecnologia facilita e dá mais liberdade ao processo de comunicação e é disso que as empresas precisam, da conversa mais rápida entre as equipes e seus gestores. Para que a tecnologia facilite o processo de comunicação, é necessário que antes dela chegar seja planejado o que será feito com ela. “Não adianta fazer um café da manhã em apenas um dia. Planeje e saiba o que você quer. A ferramenta vem depois”, aponta Tomanini em entrevista ao site.

Comunicação integrada e treinamento
A grande responsável pela integração dos setores da Fiat com a comunicação da marca é a Intranet. De acordo com Marco Antonio Lage (foto), diretor de comunicação corporativa da Fiat Automóveis, 95% dos funcionários estão conectados nesta plataforma, incluindo os oito escritórios da companhia no país. Esta ferramenta agrega as funções de lista telefônica, promoções, vagas internas, além do link “Fale com o Presidente”, onde qualquer funcionário pode se comunicar com o chefe.

A comunicação da Fiat é baseada na comunicação integrada e na fusão de ações de responsabilidade social com os funcionários. O conceito e as ações de comunicação da companhia são discutidos por um comitê formado pela união de diversas áreas da empresa.

O treinamento do funcionário também é essencial para uma boa estratégia de Endomarketing. Este ano, a Contém 1g, marca de maquiagem feminina, preparou uma ação para melhorar a comunicação com o consumidor final. A empresa investiu na capacitação das vendedoras e dos franqueados de todo o Brasil, com maquiadoras profissionais que dão treinamento a estes profissionais para melhorar o conhecimento deles sobre os produtos da marca. Em 2007, o projeto capacitou mais de cem vendedoras e quatro franqueados. Para este ano a empresa espera atingir cerca de setecentas pessoas.

Parceiros e terceirizados integram o Endomarekting
Não são apenas funcionários que podem ser integrados ao Endomarketing. Esta estratégia pode ser integrada com as ações de junto ao trade de cada mercado. A Golden Cross, por exemplo, desenvolveu uma ação para os parceiros comerciais e prestadores de serviço. A empresa lançará o Golden Care, um plano de saúde empresarial que terá um programa PhD de relacionamento com os médicos que fizerem atendimento aos pacientes deste plano.

Médicos e corretores precisaram saber os detalhes do plano para passar com clareza aos clientes. Por isso, a Golden Cross desenvolveu ações para integrar os terceirizados e parceiros da empresa, com shows de artistas famosos. “É necessária a ação de Endomarketing porque o produto tem muitas informações que devem ser passadas de forma clara aos parceiros da empresa”, explica Marcio Victer (foto), gerente de comunicação e marketing da Golden Cross.

O programa PhD será permanente na Golden Cross e deve ganhar novos atributos ao longo dos anos. A Golden Cross pretende atingir um crescimento de 30% nas vendas só em São Paulo, e para isso a empresa investiu aproximadamente R$ 1 milhão neste programa.

DNA compatível como em uma família
Projetos como o da Fiat e da Golden Cross mostram que a motivação depende das características dos funcionários e não do Endomarketing. “Tem empresas que acham que uma estratégia de motivação é Endomarketing, mas não é. O Endomarketing é uma ferramenta que precisa de estudo antes de ser aplicada e de tempo para ser assimilada pelos funcionários”, aponta.

Segundo Tomanini, na Disney os funcionários assinam contrato que atesta que o sorriso deles é natural. “A motivação depende se o DNA do funcionário está compatível com o da empresa. Os valores e princípios devem ser parecidos”, diz.

Adepto a analogias, Tomanini compara um projeto de Endomarketing com filhos. Segundo ele, ser totalmente flexível transmite uma falsa liberdade que pode ser perigosa. É preciso impor regras e atribuir valores para os filhos assim como para os funcionários. “Tirar dez na escola é obrigação, por isso não se pode presentear. A mesma coisa vale também para os colaboradores”, completa.

Fonte: Mundo do Marketing | www.mundodomarketing.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 11, maio, 2011

Qual a sua paixão?

A paixão do Pedrinho, Gerente da Jotalapa, é o Fusca e poder “correr” com ele em Interlagos.
Ele foi atrás do sonho dele. E você? O que está esperando?

Mais fotos do evento em: http://www.flickr.com/photos/luizkessler/sets/72157626424316301/

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

VOLKSWAGEN NEW TIGUAN

Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Volvo faz seu maior negócio no segmento de semipesados

Brasil Econômico

A Volvo Latin America já tem no segmento de caminhões semipesados o seu maior potencial de crescimento no mercado brasileiro. A linha VM representa hoje 30% das vendas da montadora no país e neste ano deverá alcançar cerca de 7 mil veículos. Até março, segundo dados da Anfavea, a Volvo vendeu 1.079 unidades deste tipo de veículos, crescimento de 78,6% no comparativo com o mesmo período do ano passado, quando foram comercializados 604 caminhões.

O gerente da linha VM na América Latina, Reinaldo Serafim, disse que este é um segmento que vem aumentando sua participação nas vendas no país, isso em razão do crescimento da economia e da versatilidade do modelo. “É um caminhão que pode ser usado tanto na estrada como na cidade. Além disso, pode ser usado para distribuição como na construção civil”, disse Serafim.

E dentro desse potencial de crescimento dos caminhões semipesados, a montadora realizou a maior venda desse veículo. A operadora logística gaúcha Reiter Log adquiriu 183 unidades do Volvo VM neste primeiro semestre de 2011. Além disso, a transportadora de veículos comprou outros 55 veículos pesados, da linha FH. O valor do negócio, segundo Serafim, foi de R$ 65 milhões, incluindo todos os caminhões semipesados e pesados e o contrato de manutenção com a empresa. “Nessa venda, há também o contrato de manutenção dos veículos”, disse Serafim.

Os caminhões vão trabalhar em operações logísticas em todo o Brasil e no Mercosul, e também no transporte de gado e de carne em várias regiões do país, principalmente nos estados do Rio Grande do Sul e de Goiás, onde estão localizadas algumas fazendas de gado, frigoríficos e varejistas.

A Reiter Log tem sua sede em Porto Alegre e tem uma frota com idade média inferior a um ano. A empresa transporta cargas vivas (equipamentos boiadeiros), cargas secas (produtos não perecíveis) e grãos para todas as regiões do Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai.

Fonte: Brasil Economico | www.brasileconomico.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Mitsubishi brasileira vai investir R$ 1 bilhão

O Estado de S.Paulo

A Mitsubishi Motors do Brasil (MMB), empresa que tem como sócio majoritário o empresário brasileiro Eduardo de Souza Ramos, vai construir uma unidade de motores em Catalão (GO), ao lado da fábrica de veículos.

Todos os modelos feitos no Brasil passarão a ter motor nacional. Com a nacionalização, a empresa terá maior autonomia em relação à matriz no Japão e ficará menos vulnerável a fatores externos, como o terremoto ocorrido em março. A tragédia provocou a suspensão da produção de várias fábricas de componentes no País e já afeta indústrias brasileiras, como Toyota e Honda.

A Mitsubishi, por enquanto, segue operando normalmente, mas precisou trazer componentes do Japão por avião, com custos bem superiores em relação ao transporte marítimo, que leva em média 40 dias para chegar ao País. A empresa tem peças para operar até o fim de maio e ainda não sabe como será a programação a partir de junho.

A fábrica de motores está incluída em um programa de investimento de R$ 1 bilhão para o período 2010-2015, que inclui quase duplicar a capacidade da fábrica – de 180 para 300 unidades ao dia, em um turno – e a produção de novos veículos. Um deles é o utilitário-esportivo Pajero Dakar, que começou a ser produzido neste mês em substituição à versão importada do Japão.

O outro será o crossover ASX, que também substituirá o modelo japonês a partir do segundo semestre de 2012. A picape L200, já produzida no Brasil, ganhará novas versões. A novidade mais esperada é um sedã da linha Lancer, o primeiro automóvel da marca a ser feito no País, ainda sem data definida para início de produção. Antes, ele chegará via importação.

Fatia

O presidente da MMB, Robert Macedo Soares Rittschter, disse que uma das metas é ampliar a participação da marca nas vendas brasileiras dos atuais 1,5% para mais de 2% nos próximos quatro anos. “Vamos sair de vendas de 46 mil unidades em 2010 para 100 mil”, disse. Este ano, ele projeta vendas de 50 mil veículos.

Depois de permanecer vários anos na 10.ª posição no ranking brasileiro de fabricantes, a Mitsubishi perdeu espaço para as coreanas Hyundai e Kia e caiu para a 12.ª posição.

“A Mitsubishi faz parte de um processo que vai beneficiar o Estado como um todo”, disse o governador de Goiás, Marconi Perillo, que ontem participou do anúncio oficial do investimento da Mitsubishi. O governo estadual e a prefeitura vão fornecer benefícios fiscais e infraestrutura para a ampliação da unidade.

O montante a ser aplicado no projeto virá de capital próprio, informou Rittschter. A Mitsubishi do Brasil é a única do grupo japonês que opera independente, sem a participação da matriz, que apenas fornece componentes para montagem dos veículos e recebe royalties pela transferência de tecnologia.

A ampliação da fábrica, inaugurada em 1998, vai gerar mil empregos diretos. Hoje, emprega 3,3 mil pessoas na produção dos modelos L200 Outdoor e Triton e Pajeto TR4 e Dakar. Os modelos Pajero Full, Outlander, ASX e Lancer Evolucion X são importados do Japão.

Rittschter lembrou que, há 12 anos, a fábrica tinha 60 funcionários e muitas dúvidas sobre seu futuro. “Todos os nossos concorrentes diziam que era uma loucura ir para um Estado tão distante”, lembrou. Agora, disse ele, com a ampliação, a fábrica atrairá novos fornecedores de peças e outras empresas.

Disputa

O anúncio dos investimentos da Mitsubishi, em Catalão, ajudou a encerrar uma disputa intensa com a cidade vizinha para conquistar outra montadora japonesa. A Suzuki, que também tem como sócio o empresário Souza Ramos, será construída em Itumbiara, conforme autoridades locais. O anúncio oficial deve ocorrer na próxima semana. Inicialmente, a empresa vai produzir o jipe compacto Jimny.

Fonte: O Estado de S. Paulo | www.estadao.com.br
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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Vendas de carros e comerciais leves atingem o primeiro milhão no ano

AutoInforme

As vendas de carros e comerciais leves atingiram ontem (27) 1.013.785 unidades, completando o primeiro dos mais de três milhões previstos para este ano.

A previsão de vendas dos fabricantes e dos distribuidores para este ano é de 3,5 milhões de carros e comerciais leves, um crescimento de 5% em relação a 2010. Até março o aumento de vendas era de 3,5% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

O crescimento sobre 2010 deve se ampliar neste mês, onde as vendas diárias são recordes no ano, com média de 13.903 unidades até ontem (27). Em janeiro foram 10,9 unidades por dia, em fevereiro 12,9 mil e em março 13,1 mil. Mas como abril terá apenas 19 dias úteis, dificilmente o recorde mensal de vendas de março (288.661 unidades) será superado.

Fonte: Agencia Auto Informe | www.autoinforme.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Venda de caminhão semipesado cresce 43%

Brasil Econômico

Com o crescimento da economia, ficou mais comum ver nas ruas e nas estradas brasileiras caminhões semipesados, de 16 a 30 toneladas. No ano passado, este veículo teve o maior crescimento dentre todos os segmentos. Foi a primeira vez que se vendeu mais caminhões deste tipo no Brasil, superando os extrapesados, até então os reis da estrada.

Pelos números da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), no ano passado foram vendidos 55,58 mil caminhões semipesados, contra 54,28 mil unidades de veículos pesados e extrapesados. Neste ano, a situação não esta diferente. No primeiro trimestre de 2011, as vendas de veículos desta categoria cresceram 43%, o maior percentual de aumento dentre todos os segmentos. Segundo a Anfavea, de janeiro a março foram comercializados 13,79 mil unidades ante 9,59 mil veículos.

O diretor comercial da Iveco Latin America, Alcides Cavalcanti, afirmou que este é um caminhão com maior potencial de crescimento nas vendas no mercado. Isso porque, a idade média da frota em operação no país é uma das mais altas, chegando a 20 anos. “Haverá uma renovação de frota natural no mercado, com as novas normas de emissões. Além disso, nos próximos três anos, com a Copa do Mundo e as obras de infraestrutura no país, as vendas desse tipo de caminhão vão continuar forte”, afirma Cavalcanti.

E não é por menos que a Iveco aposta neste segmento. No primeiro trimestre, as vendas da marca cresceram 148%, passando de 427 unidades para 1.062. “É o que está sustentando o nosso crescimento no mercado brasileiro acima da média.”

Já na Man Latin America, a atual líder neste segmento segundo números da Anfavea, no primeiro trimestre o crescimento foi de 54,8%. Um percentual também acima da elevação das vendas totais. A montadora alemã comercializou 5.031 caminhões semipesados no trimestre ante 3.251 unidades em 2010.

O presidente da Man Latin America, Roberto Cortes, afirmou que o desempenho desse tipo de caminhão vem a reboque do crescimento da economia, pois, é um veículo que pode ser usado em diversas aplicações, tanto rodoviária de média distância como urbano.

“É uma configuração extremamente flexível e com a economia em crescimento puxa as vendas de caminhões.”

E para se preparar para o bom momento do mercado de caminhões, a Man adequou sua produção. Segundo Cortes, a fábrica da montadora em Resende, no Rio de Janeiro, vai produzir 370 caminhões e ônibus por dia. Hoje, a empresa monta 320 unidades diariamente.

“Em 2009, tínhamos uma produção de 170 unidades por dia, agora com os ajustes, vamos dobrar a fabricação. Além disso, no quarto trimestre vamos começar a montar os caminhões já com os motores Euro V”, disse Cortes. O Euro V é a nova legislação para o controle de emissões. Segundo ele, a Man vai contratar 500 funcionários para o reforço da produção.

Fonte: Brasil Economico | www.brasileconomico.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Faturamento do setor de máquinas sobe 25% em março

O Estado de S.Paulo

O faturamento bruto real da indústria de máquinas e equipamentos cresceu 25,2% em março ante fevereiro, somando R$ 7,23 bilhões. Em relação a março do ano passado, houve queda de 3,5% no faturamento. Os dados foram divulgados na última quarta-feira, 27, pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). No primeiro trimestre do ano, o faturamento do setor foi de R$ 18,262 bilhões, alta de 4,6% em relação ao mesmo período de 2010.

De acordo com a Abimaq, as exportações em março totalizaram US$ 885 milhões, queda de 1,1% na comparação com fevereiro e crescimento de 4,1% sobre março de 2010. No acumulado de janeiro a março, o setor exportou um total de US$ 2,551 bilhões, o que mostra crescimento de 35,5% sobre o mesmo período do ano passado.

As importações somaram em março US$ 2,553 bilhões, alta de 24,9% sobre fevereiro e crescimento de 35,9% ante março de 2010. No acumulado do primeiro trimestre, a indústria de máquinas e equipamentos importou 32,6% a mais do que o registrado em igual período do ano passado, num valor de US$ 6,672 bilhões.

O saldo da balança comercial do setor de máquinas e equipamentos no primeiro trimestre deste ano está negativo em US$ 4,121 bilhões.

Capacidade

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria de máquinas e equipamentos atingiu em março 80,5%, ante 79,8% em fevereiro. Em março de 2010, o Nuci estava em 82,3%. Em março deste ano, o número de pessoas empregadas pelo setor de máquinas e equipamentos era de 256,4 mil – esse total representa um crescimento de 0,4% ante o mês de fevereiro.

Fonte: O Estado de S. Paulo | www.estadao.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Preços de caminhões sobem bem abaixo da inflação

AutoInforme

Acompanhando o setor de carros e comerciais leves, cujos preços subiram 0,51% no trimestre, os preços dos caminhões também estão subindo de forma moderada. O estudo AutoInforme/Molicar mostra que os pesados tiveram um aumento médio de 0,63% no primeiro trimestre do ano, período em que a inflação foi de 2,1%, conforme o IPC da FIPE.

O controle dos preços é do próprio mercado, que, apesar de muito aquecido, oferece sete de marcas e muitas opções de modelos ao consumidor.

Duas marcas – Iveco e Scania – mantiveram os preços estáveis no período. Já os caminhões da Mercedes-Benz subiram 3,23% de janeiro a março.

Fonte: Agencia Auto Informe | www.autoinforme.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Hyundai Motor tem lucro 47% maior no 1º trimestre

O Estado de S.Paulo/Reuters

A Hyundai Motor divulgou na última quinta-feira aumento de 47% no lucro líquido trimestral, impulsionado por forte demanda global e dificuldades de montadoras japonesas na sequência dos terremotos e tsunami de 11 de março.

A quinta maior montadora de veículos do mundo junto com a afiliada Kia deve ver o resultado do segundo trimestre subir mais por conta de uma participação de mercado maior e subsídios menores.

Analistas afirmam que a Hyundai e a Kia, que são menos dependentes de peças produzidas no Japão que outras montadoras globais como a General Motors, devem ficar entre as maiores beneficiárias de uma prolongada escassez de peças japonesas após o desastre que atingiu o Japão em março.

A Hyundai divulgou lucro de 1,88 trilhão de wons (1,7 bilhão de dólares) para o período de janeiro a março ante 1,28 trilhão de wons obtidos um ano antes.

Fonte: O Estado de S. Paulo | www.estadao.com.br
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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Auxter tem novidades para o setor de máquinas e equipamentos

Canal do Transporte

A Auxter Máquinas e Equipamentos, representante das marcas JCB e Yale, anunciou duas novidades para o mercado durante a Expoforest 2011 – Feira Florestal, realizada na primeira quinzena em Mogi Guaçu (SP). A empresa fechou um contrato de representação com a marca alemã Sennebogen e disponibilizou a escavadeira hidráulica JCB JS 200 LC para ser adquirida via Finame, a modalidade de financiamento do BNDES.

Novidades

Pelo acordo com a Sennebogen, terceira maior fabricante mundial de equipamentos especiais para movimentação de materiais, a Auxter passa a vender produtos da marca alemã em todo o país. Entre eles, o manipulador hidráulico 825m, apresentado na Expoforest.

A Auxter anunciou também a concessão do Finame, linha especial de financiamento do BNDES, para a comercialização da escavadeira hidráulica JCB JS 200 LC. De acordo com a empresa, o governo federal concedeu o benefício ao produto após a fabricante produzir o equipamento com um índice de nacionalização de peças da ordem de 60%.

A JCB JS 200 LC é equipada com motor a diesel de 172 cv, caçamba reforçada, sistema plexus de filtragem e sapatas de 700 mm. Capaz de escavar a uma profundidade de até 6,6 m, conta ainda com chassi longo e cabine fechada com ar condicionado. Segundo Kennedy Bryto, gerente financeiro da Auxter, graças ao Finame o número de máquinas vendidas do modelo deve passar de 77 unidades em 2010 para 200 este ano. “Trata-se de um equipamento espetacular agora acessível a pequenos e médios usuários”, destaca.

Fonte: Canal do Transporte | http://www.canaldotransporte.com.br
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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Alarme monitora usuário

Diário do Grande ABC

Apresentado pela Kostal durante a Automec (Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços), o Kapt 500 busca avançar em sistemas de alarme contra roubos de veículos.

O Kapt 500 é um dos primeiros a se ajustar ao sistema original do veículo. Com isso, promete ampliar segurança e conforto de donos de veículos ao se adaptar ao comando de travamento central por controle remoto ou chave original.

O diferencial do Kapt 500 é a função que monitora a aproximação ao veículo. Usando a tecnologia própria Kostal, o controle remoto emite sinal que detecta a presença do usuário.

Ao destravar o veículo com a chave original, o sistema passa a monitorar a presença do motorista e, em caso de afastamento, ativa a função antiassalto automaticamente.

O Kapt 500 permite a gravação de controles adicionais caso seja necessário substituir o controle original ou incluir mais funções ao veículo. O alarme chega ao mercado com todas as funções das famílias S-Lock e Kapt: tecnologia K-Connect, Mosfet, Receptor RF (super-heterodino), Ultrassom autoajustável e multifuncional e Home Entry – abertura de portão eletrônico.

O baixo número de conexões permite instalação mais simples, sem alterações do sistema original de cabeamento do veículo. Também permite conexão com os módulos OEM através da linha K-connect.

O Kapt 500 é compatível com a maioria dos veículos equipados com trava por controle ou chave original e já está disponível no mercado. Mais informações sobre o alarme podem ser obtidas no site www.slockkostal.com.br ou pelo telefone 0800- 456 7825.

Fonte: Diario do Grande ABC | http://www.dgabc.com.br/2010/

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Sedãs em grande estilo

Diário do Grande ABC

Dois grandes sedãs poderosos, que reúnem traços sofisticados, tecnologia, estilo, segurança e ainda a força do motor V6. Chevrolet Omega Fittipaldi 3.6 e Honda Accord 3.5 fazem disputa digna de titãs. Só que, por mais renovado que esteja o exemplar japonês, o modelo oriundo da Austrália ainda vence este comparativo contra o rival por oferecer mais por menos, além da história e empatia que ainda mantém mesmo tendo perdido o mercado que dispunha quando era fabricado localmente.

Com seu design mais ligado à escola europeia, o Chevrolet Omega vem conseguindo se manter atualizado graças às suas constantes modificações ao longo dos últimos 20 anos. Na última delas, apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo, ganhou a versão Fittipaldi, numa clara busca pelo consumidor que preza a esportividade ligada ao nome do famoso piloto.

Com uma completa lista de equipamentos, que inclui sistema de controle de tração (TCS), freios antiblocantes e controle de estabilidade, entre outros itens de série, o Chevrolet Omega tem o preço mais competitivo, ao ser oferecido a partir dos R$ 128,6 mil. Com nível de equipamentos também à altura, o Honda Accord parte de R$ 144,5 mil.

Internamente, o Omega Fittipaldi traz muito conforto. Destaque para o sistema multimídia com display de LCD multifuncão, cujos comandos são acionados pelo toque dos dedos na tela de 6,5 polegadas instalada no centro do painel. Por meio dela, também são projetadas as imagens em manobras em marcha à ré.

Apesar de suas dimensões consideradas grandes para os padrões brasileiros, o Omega consegue fugir da pecha de carro de tiozão por ter linhas limpas e harmoniosas, tanto nas laterais quanto na frente e na traseira. Suas rodas aro 17 ajudam a dar jovialidade ao grande sedã.

Elegância que o Honda Accord também tem de sobra. Com linhas mais ousadas, o modelo japonês tem todos os atributos que o público mais sofisticado deseja, com muito conforto interno, manobralidade e força.

O espaço interno é generoso para todos os ocupantes, assim como o painel se destaca pelos grandes mostradores. Os principais controles de som e do controlador de velocidade são integrados ao volante de couro, que possui regulagem de altura e profundidade.
Os dois motores têm muita força – mas o Omega leva vantagem por ter mais cavalos e esar mais ajustado. Equipado com transmissão automática de seis velocidades, a série especial Fittipaldi conta com o propulsor Alloytec 3.6 V6 SIDI. A potência é de 292 cv a 6.200 rpm. Já o torque é de 36,7 mkgf a 2.900 giros. Segundo dados de fábrica, o Omega acelera de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos e sua velocidade máxima é de 235 km/h, limitada eletronicamente.

Já o Honda Accord é equipado com motor 3.5 i-VTEC 24V (SOHC), de comando simples no cabeçote (SOHC). Alcança potência de 278 cv a 6.200 rpm e 34,6 mkgf de torque a 5.000 rpm. A transmissão automática é de cinco velocidades, com sistema que detecta o modo de condução e seleciona as marchas, proporcionando transições muito mais suaves. A tecnologia visa reduzir consumo de combustível, além de reduzir emissões de poluentes, respeitando o meio ambiente.

Pelo que oferecem, os dois têm tudo para agradar os mais exigentes, mas o Omega ainda segue com a preferência.

Fonte: Diario do Grande ABC | http://www.dgabc.com.br/2010/

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Audi TT fica ainda mais arisco com novo propulsor

Diário do Grande ABC

Com pequenas mudanças estéticas e motor um pouco mais forte, o Audi TT Coupé já começou a ser comercializado no Brasil pelo preço inicial de R$ 196 mil. Além do design eternamente cativante, o pequeno esportivo da marca alemã está mais arisco.

Com ajustes no câmbio S-tronic de seis velocidades e injeção direta de combustível, o motor 2.0 TFSI de quatro cilindros do TT passou de 199 cv para 211 cv entre 4.300 e 6.000 rpm. O torque agora está em 35,5 mkgf a 4.200 rpm.

Concebido para andar tanto em baixas quanto em altas rotações – pesa 1.280 quilos e emprega materiais leves na carroceria, como chapas de alumínio -, o cupê vai da imobilidade aos 100 km/h em apenas 6 segundos. Segundo a Audi, a velocidade máxima é de 245 quilômetros por hora.

Externamente, o TT modelo cupê importado para o Brasil ganhou lâmpadas de LED nos faróis dianteiros – recurso que só estava disponível aqui no Brasil no TTS, uma versão ainda mais esportiva e sofisticada do modelo.

Durante test-drive preparado pela Audi, o TT mostrou ter a suspensão bem ajustada para curvas acentuadas. Tanto o sistema de controle de tração quanto o de estabilidade funcionam muito bem, mesmo em situações com o piso molhado.

Com tamanha disposição para correr, impressiona o consumo do veículo. Segundo medição da própria montadora, ele faz 18,5 quilômetros com um litro de gasolina. É claro que esta performance só é conseguida em condições ideais – de altitude e tipo de solo, por exemplo – e em que o motorista não abuse dos pedais de freio e acelerador. No consumo combinado entre cidade e estrada, os engenheiros da Audi conseguiram atingir 14,1 km/l.

Com seu interior em acabamento negro – teto, painel, assentos e portas – o TT cria ambiente propício à esportividade. Com espaço ideal para dois ocupantes e até uma criança no minúsculo banco traseiro, o TT continua sendo um brinquedinho com que muito adulto ainda anda sonhando. É pena que só seja realidade para poucos.

Fonte: Diario do Grande ABC | http://www.dgabc.com.br/2010/

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Volkswagen registra lucro recorde no 1° trimestre

Brasil Econômico

O lucro líquido da Volkswagen cresceu 262% no primeiro trimestre do ano, ante o mesmo trimestre do ano passado, atingindo € 1,71 bilhão, cifra recorde para o período.

A maior fabricante de automóveis da Europa vendeu 2 milhões de veículos no primeiro trimestre, alta de 14% ante o mesmo período de 2010. De acordo com a empresa, a participação no mercado global de carros de passeio passou de 11,5% para 12% em um ano.

Teve destaque o crescimento de vendas na China. O país asiático respondeu por 548,8 mil veículos, um crescimento de 20% frente ao mesmo primeiro trimestre do ano passado.

Na Alemanha, sede da empresa, as vendas cresceram 5,2%, para 268,7 mil unidades.

Com isso, a receita líquida de vendas da Volkswagen avançou 30,8%, para € 37,5 bilhões.

Dentre as subsidiárias, a Audi reportou lucro operacional de € 1,1 bilhão, o que representa um crescimento de 130%. Já a fabricante de caminhões Scania reportou lucro operacional de € 376 milhões, um aumento de 76%.

Por sua vez, o lucro operacional da Volkswagen avançou em € 800 milhões no trimestre, para € 2,9 bilhão.

Na bolsa de Frankfurt, as ações da empresa tinham alta de 5,6% nesta manhã.

Fonte: Brasil Economico | www.brasileconomico.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Chinês cumprirá quase 6 anos de prisão por roubar dados da Ford

Folha de S.Paulo/Reuters

A Justiça dos EUA condenou o engenheiro chinês Xiang Dong Yu a quase seis anos de prisão por ter roubado segredos industriais da Ford e repassado a uma concorrente chinesa.

Também conhecido como Mike Yu, o profissional foi considerado culpado das duas acusações de roubo de informações confidenciais e ainda terá de pagar uma multa de U$ 12,5 mil (cerca de R$ 19,5 milhões).

Mike Yu cumprirá pena em uma prisão federal dos EUA. Ele perderá o visto permanente do país e ainda será deportado, depois de cumprir a setença.

O chinês foi preso em 2009 no aeroporto de Chicago quando chegava da China, sob acusação de roubo de segredos industriais sobre design da Ford, estimados em milhões de dólares. Ele trabalhou na companhia de 1997 a 2007.

Antes de comunicar a empresa que trocaria de trabalho, Yu copiou cerca de 4 mil documentos com detalhes do design do sistema de transmissão e sistemas elétricos.

Depois de ter copiado os dados, o engenheiro enviou um e-mail à Ford para comunicar que se desligaria da empresa. Em seguida, ele começou a trabalhar na montadora Beijing Automotive Industry Corp. Fonte: Folha de S. Paulo| http://www.folha.uol.com.br/

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Ford Focus e Kuga serão fabricados na China

Carsale

A Ford está de olho na China, atualmente o maior mercado mundial de automóveis. O objetivo da fabricante norte-americana é de lançar 50 produtos e motores naquele país, nos próximos quatro anos. Para se ter uma ideia das pretensões da Ford, ela levou ao Salão de Xangai – que encerrou na última quinta-feira (28) – 15 novos veículos, os quais serão introduzidos no mercado chinês até 2015. Os planos foram anunciados por Joe Hinrichs, presidente da Ford Ásia-Pacífico e África, e presidente e CEO da Ford Motor China.

E a montadora já confirmou que o primeiro modelo será o novo Ford Focus, e já adiantou que o a futura geração do utilitário esportivo Kuga também será fabricada no território chinês. A fábrica de Chongqing, que será responsável pela fabricação do Focus, receberá investimentos de US$ 490 milhões, o equivalente a R$ 770 milhões. A capacidade inicial de produção da planta será de 150.000 unidades/ano. A marca do oval azul reserva ainda outras novidades equipadas com tecnologias voltadas à redução de emissões de poluentes e consumo de combustível, como o Focus Electric, o C-Max Energi e o Fusion Hybrid.

Vendas crescem 19% na China

Durante o primeiro trimestre de 2011, o volume de veículos comercializados pela Ford no mercado chinês registrou alta de 19%, comparado com igual período de 2010. Já na região que compreende a Ásia-Pacífico e África, o crescimento foi ainda maior, ficando em 28%. Segundo a empresa, esta área de atuação compreende países como Austrália, China, Índia, Indonésia, Japão, Nova Zelândia, Filipinas, Taiwan, Tailândia, Vietnã e África do Sul.

Fonte: Carsale | www.carsale.uol.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Mahindra Verito é o Renault Logan dos indianos

nterpress Motor

Mesmo tendo se separado da Renault, a Mahindra começa a produzir na Índia o Verito, que nada mais é do que o Logan com o logotipo da marca. O acordo que foi desfeito previa a construção local do sedã e ainda o fornecimento da gama de propulsores, um movido a gasolina e outro a diesel.

O Mahindra Verito se diferencia do Logan por pequenos detalhes, tais como tomadas de ar dianteiras, frisos laterais, um pequeno rack no teto e uma asa cromada na tampa traseira, também ornamentada por um aerofólio. O interior ganha novos mostradores e acabamento em cores claras, respeitando o gosto dos indianos.

As versões de acabamento foram batizadas com os números 2, 4 e 6. Todas incluem ar-condicionado e direção hidráulica. Apenas a 6, disponível somente com motor diesel, pode receber freios ABS (antitravamento) como opcional. Os motores são o 1.4 de 75 cv (cavalos) e o turbodiesel 1.5 dCi, com 65 cv.
Fonte: Interpress Motor | http://www2.uol.com.br/interpressmotor/

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Publicado por: Julio Bessa | 28, abril, 2011

Futurliner: o futuro visto desde 1950

AutoEstrada

Uma visão do futuro, sob o ponto de vista do passado, está à venda nos Estados Unidos.

O Futurliner é um ônibus especialmente criado para participar de eventos promocionais da General Motors nas décadas de 1940 e 50. Na época, a GM costumava criar protótipos futuristas de seus carros, inspirados principalmente em aviões a jato, com carrocerias aerodinâmicas e extremamente arrojadas.

Segundo a Auctions America, empresa que irá leiloar o Futurliner na cidade de Auburn, estado de Indiana, no dia 12 de maio, o ônibus é um dos 12 construídos, dos quais oito ainda existem.

Os ônibus futuristas, com mais de 3,5 metros de altura e 12 metros de comprimento, foram criados pelo designer Harley Earl. Tinham rodado duplo tanto na traseira como no eixo dianteiro. Construídos em 1940, passaram por uma reforma geral no início dos anos 50. Eles faziam parte da exposição itinerante Motorama, participando de desfiles sempre que ela chegava às cidades, no que era conhecido como “Parada do Progresso”.

O Futurliner à venda não está restaurado, mas possui pneus novos (com banda branca), assim como o parabrisa de plexiglas e as laterais, de alumínio e borracha. A Auctions America estima que, no leilão, possa alcançar algum valor entre US$ 450 mil e US$ 600 mil (R$ 720 mil e R$ 960 mil).
Fonte: Auto Estrada | http://autoestrada.uol.com.br/

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

C5 domino 2011 30

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

Setor de autopeças não acompanha ritmo de montadoras

Valor Econômico

Enquanto a produção total de veículos no país cresceu mais de 13% desde 2008, o volume de autopeças produzido pela indústria nacional manteve-se praticamente estável. Esse descolamento reflete sobretudo a crescente participação dos componentes importados nos carros fabricados no Brasil, tendência que deve se manter ao longo deste ano e já pressiona margens e faturamento do setor.

Além do real valorizado, que favorece as importações, o excedente de produção nos Estados Unidos e Europa que é desviado para o país; a entrada de novos fornecedores, com destaque para os asiáticos; e negociações cada vez mais acirradas com as montadoras contribuem para o momento delicado vivido pelas autopeças brasileiras.

O peso maior dos importados também é evidente na balança comercial da indústria. No ano passado, o déficit chegou ao recorde de US$ 3,5 bilhões, com alta de 42,6% frente ao ano anterior. Nos dois primeiros meses de 2011, o saldo negativo já somou os US$ 715 milhões.

Para 2011, conforme o Sindipeças, a expectativa é a de que as receitas de suas 500 associadas se aproximem de R$ 90 bilhões, ou US$ 53,4 bilhões, ante R$ 86,4 bilhões (US$ 49,8 bilhões) no ano passado. Em termos reais, o crescimento entre 2009 e 2010 foi de 14,2%, estimulado pelo aumento de 14,3% na produção da indústria automobilística.

Segundo a Anfavea, entidade que reúne as montadoras instaladas no país, em 2010 foram produzidos 3,6 milhões de veículos, ante 3,2 milhões em 2009. Na mesma base de comparação, a produção de componentes automotivos subiu 25%. Contudo, um ano antes, na esteira da crise econômica mundial, que afetou especialmente a indústria de automóveis, a produção nacional de peças havia recuado 20,8%, ante queda de apenas 1% nas linhas das montadoras.

Uma parte do crescimento das importações é patrocinada pelas próprias montadoras, que compram no exterior especialmente peças utilizadas em novos modelos. Como houve retomada dos lançamentos no último ano, a expectativa é a de que as compras externas em 2011 alcancem um novo recorde – o câmbio também será decisivo para que se confirme a previsão. Hoje, essas companhias são responsáveis por 70% das vendas das autopeças nacionais, ante participação de 66% em 2007.

Para garantir a competitividade da indústria, o Sindipeças encaminhou no fim do ano passado uma pauta de reivindicações – cinco ou seis propostas, de acordo com o presidente da entidade, Paulo Butori – ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e, por enquanto, as conversas têm envolvido apenas técnicos do ministério. Custos trabalhistas, financiamento de longo prazo, regras de conteúdo local e normatização estão entre os temas em negociação com o governo.

Assim como a produção, a frota circulante brasileira também vem crescendo em ritmo forte nos últimos anos. Em 2010, segundo levantamento do Sindipeças, circularam no país 32,5 milhões de veículos, uma alta de 8,4% ante 2009.

fonte: Valor Economico | www.valoronline.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

PSA amplia participação de mercado na América Latina

Webtranspo

O Grupo PSA Peugeot Citroën está comemorando seus resultados operacionais na América Latina. Após registrar a produção de um milhão de motores no Rio de Janeiro, a empresa anuncia o alcance do milionésimo veículo produzido na planta de Palomar, Argentina.

Esses feitos são frutos da estratégia de desenvolvimento, no qual a PSA investiu 700 milhões de euros no ano anterior, divididos em 530 milhões no Brasil e 170 milhões no mercado argentino. O objetivo com esse plano, segundo a empresa, é atingir participação de 7% no mercado latino americano até 2015.

Os resultados operacionais revelam um aumento no volume de vendas de 27% na região. Nos três primeiros meses deste ano, o Grupo registrou na região uma progressão de sua participação no mercado, fechando em 6% na comparação com os 5,3% registrados no mesmo período de 2010.

De acordo com a companhia, os últimos doze meses foram marcados pelo início de uma nova dinâmica comercial na América Latina, com os lançamentos da picape Peugeot Hoggar, do Peugeot 408 e do Citroën C3 Aircross, todos produzidos na região.

A PSA Peugeot Citroën quer intensificar esse projeto nos próximos quatro anos, com o lançamento de oito novos veículos, cada vez mais adaptados ao gosto do consumidor local.
Fonte: Webtranspo | www.webtranspo.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

Honda vai parar fábrica no Brasil

Valor Econômico

Um dia depois de a Toyota anunciar a necessidade de paralisar a produção de automóveis no Brasil por falta de peças compradas no Japão, a Honda seguiu o mesmo caminho e informou que sua fábrica em Sumaré (SP) vai parar a produção entre os dias 23 de maio e 3 de junho.

A medida é consequência da falta de abastecimento por fornecedores que foram atingidos pelo terremoto, seguido de tsunami, no dia 11 de março.

A Honda informou, ainda, por meio de nota, que a produção de motocicletas em Manaus (AM) será mantida em ritmo normal. A linha de motos trabalha com quantidade de peças produzidas no Brasil. Já a fábrica dos carros depende mais de itens que ainda não foram substituídos por componentes feitos no Brasil.

No Japão, as fábricas da Honda foram paralisadas entre duas semanas e quase um mês depois da tragédia. O trabalho foi sendo retomado aos poucos e no dia 4 de abril recomeçou a expedição de componentes para produção de veículos da marca fora do Japão.

A Toyota decidiu paralisar a produção, durante três dias, nas fábricas de Indaiatuba (SP) e também em Zárate, na Argentina.

Na média, toda a indústria automobilística japonesa registrou quedas de mais de 50% na produção doméstica após a tragédia.

Em março, as vendas da Toyota no Japão caíram 63% em relação ao mesmo período de 2010, enquanto as exportações diminuíram 33%. Na Nissan, as vendas domésticas caíram 52% e as externas, 13%. O volume de vendas da Honda no Japão caiu 63% e as exportações, 26%.
fonte: Valor Economico | www.valoronline.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

Usados: pequena queda de preços pode ser sinal de estabilidade

AutoInforme

O índice AutoInforme/Molicar indicou mais uma queda de preço do carro usado em março, desta vez de -0,05%. Em janeiro houve uma queda de 0,18% e em fevereiro -0,05%. No acumulado, o carro usado ficou 0,23% mais barato este ano.

É verdade que isso indica a manutenção da tendência de queda que ocorre desde a crise financeira, no final de 2008. Mas é verdade também que a queda no trimestre é a menor dos últimos três anos, o que pode ser um sinal do início de uma estabilidade, ou, melhor dizendo, uma redução da depreciação do carro usado.

Em 2009, os carros usados perderam 1,99% no primeiro trimestre do ano. No ano seguinte, em 2010, a queda foi maior, 3,18%. São números muito altos em relação aos 0,23% no trimestre deste ano.

Iveco (comerciais leves), Fiat, Volks, Peugeot, Citroën, Toyota e Audi tiveram quedas de preços maiores do que a média no mês de março.

Os usados da Honda perderam apenas 0,04%, enquanto os carros da Mitsubishi, Renault, Ford, GM, Mercedes e Nissan, entre outras, tiveram valorização de preço em março.
Fonte: Agencia Auto Informe | www.autoinforme.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

Brasil, Turquia e Rússia puxam recorde de vendas da Renault

Carsale

O Grupo Renault atingiu volume recorde de vendas no primeiro trimestre de 2011. De acordo com balanço divulgado pela montadora francesa nesta última terça-feira (26), foram entregues 692.607 veículos de janeiro a março deste ano, ou 5,8% a mais que o volume anotado no primeiro trimestre de 2010. Entre os mercados que mais se destacaram fora da Europa estão o Brasil, atualmente o terceiro maior mercado da Renault no mundo, a Turquia e a Rússia. Essas regiões consumiram 259.308 veículos, alcançando crescimento de 26,6% no período e abocanhando 37% do total de vendas do grupo, ou seja, seis pontos percentuais a mais em relação aos primeiros três meses de 2010.

Na Europa, por sua vez, a Renault anotou queda de 3,7% nas vendas. Lá a marca segue como a segunda colocada no ranking das montadoras que mais vendem, com 8,9% do mercado de automóveis de passeio e comerciais leves. E o desempenho nas vendas refletiu na receita do grupo, que anotou 15,3% de elevação de janeiro a março deste ano em comparação ao mesmo período de 2010, somando 10,43 bilhões de euros – a divisão automotiva é responsável por 9.96 bilhões de euros. Já o fluxo de caixa operacional, ou seja, sem a incidência de impostos e encargos, sofreu acréscimo de 500 milhões de euros.

Américas

A região das Américas foi a terceira com maior evolução no primeiro trimestre, com 35,3% de crescimento nas vendas, ficando atrás da Eurásia (Rússia, Armênia e Ucrânia), com incríveis 88,2% de elevação, e Euromed (Argélia, Bulgária, Marrocos, Romênia, Tunísia e Turquia), com 37%. Atualmente, a região americana da Renault compreende, além do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Colômbia, Peru, México, Chile e Venezuela.

Fonte: Carsale | www.carsale.uol.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

Scania lança caminhão exclusivo para operações fora-de-estrada

ShopTrans

A Scania Brasil reforça seu portfólio com o lançamento do P 340 6×4, veículo desenvolvido especialmente para atender os setores de construção, florestal e cana-de-açúcar. Equipado com suspensão elevada, o caminhão chega ao mercado oferecendo excelentes condições operacionais em locais de difícil acesso e pode ser equipado com caçambas, fueiros ou implementos canavieiros.

“O P 340 6×4 veio para reforçar o portfólio de caminhões Scania para o segmento Off Road, que já conta com veículos para todas as etapas das operações de transporte nas minerações, construções, canaviais ou na floresta. Nosso objetivo principal é oferecer caminhões específicos para cada fase do processo, o que evita desgastes desnecessários do veículo e ajuda a reduzir o consumo de combustível, contribuindo para diminuir os custos operacionais do transportador”, afirma Silvio Renan Souza, gerente de vendas de caminhões para o segmento Off Road.

A exclusiva cabine P da Scania possui teto solar, revestimento interno e bancos em vinil, além de proporcionar uma visão privilegiada, conforto operacional e segurança ao condutor. Completam a gama de atrativos os vidros elétricos, CD Player e preparação para rádio PX. O P 340 6×4 também possui ar condicionado de série.

“As operações fora de estrada geralmente exigem que operador e o veículo trabalhem por longos períodos sem descanso. Por esse motivo, investimos no conforto e na ergonomia da cabine para proporcionar mais produtividade e bem estar ao motorista”, completa Souza.

O P 340 6×4 foi especialmente adaptado para as principais operações do segmento Off Road. Para a construção, está equipado com escape vertical, tomada de força e ejetor de partículas. Os veículos para as operações com cana-de-açúcar e madeira possuem tomada de ar traseira alta, o que evita a aspiração de resíduos, aumentando a durabilidade do filtro de ar.

Uma das principais características dos veículos para operações fora de estrada da Scania é que eles podem ser adaptados de acordo com as necessidades específicas de cada cliente. Por exemplo, o limpador automático do para-brisa pode ser programado para ficar na posição vertical, evitando o acúmulo de sujeira. Já o ACL, lubrificador automático de chassi, envia graxa aos componentes conforme intervalo programado.

Alta tecnologia no Motor

O motor Scania de 11 litros e 340 cavalos possui torque de 1600 Nm entre 1100 e 1300 rpm e cabeçotes individuais para cada cilindro. Dessa forma, em eventuais desgastes dos componentes, apenas um necessitará ser removido para realização de reparo, facilitando a manutenção do veículo.

Para transformar o P 340 6×4 em mais um campeão de vendas, a Scania implementou no caminhão os principais componentes dos modelos com potências superiores da marca, como o chassi rígido de longarina dupla e o eixo traseiro (RBP+RP835) com redutores nos cubos que oferecem estabilidade e longa durabilidade.

O Scania Retarder, freio auxiliar, é item opcional. Desenvolvido pela própria marca, o dispositivo trabalha em conjunto com o freio motor e possui potência de até 650 kW. Este sistema pode encarregar-se de 90% das frenagens durante a operação, reduzindo a necessidade de utilização dos freios de serviços, garantindo maiores velocidades médias com mais segurança.

Seguindo o conceito de prover soluções para o transportador, a Scania também oferece opções em serviços que garantem a produtividade e disponibilidade dos veículos, condição fundamental para aplicações em que os caminhões precisam operar continuamente durante os períodos de maior demanda.

De acordo com a necessidade de cada cliente, a montadora oferece Pacotes de Serviço com peças e mão de obra inclusos, plano de manutenção personalizado (inspeções e revisões com conteúdo e intervalos adequados às características de cada operação), estoque local de peças, apoio técnico das equipes das Casas Scania e atendimento da frota no local da operação, seja com uma oficina móvel ou instalada.
P 340 6×4 Off Road

Informações Técnicas:

Peso Bruto Total (PBT) -35 toneladas
Peso Bruto Total Combinado (PBTC) – 56 toneladas
Carga Máxima Total (CMT) – 150 toneladas
Diferencial – RP+RBP835
Caixa de câmbio – GRS900
Motor
Scania DC11 08
Configuração de cilindros 6 em linha
Cilindrada (litros) 10,6
Potência Máxima (hp / rpm) 340 / 1.900
Torque Máximo (Nm / rpm) 1.600 / 1.100 a 1.300
Cabeçote: Um por cilindro
Nível e emissões: Conama Fase P5 (Euro 3)

A Scania é um dos principais fabricantes mundiais de caminhões e ônibus para transporte pesado e de motores industriais e marítimos. Os produtos de serviços têm participação crescente nos negócios da empresa, assegurando aos clientes soluções de transporte econômicas e com alta disponibilidade operacional. Com 35 mil colaboradores, a Scania está presente em mais de 100 países e possui operações industriais na Europa e na América do Sul, com possibilidade de intercâmbio global de componentes e veículos completos. Em 2010, as receitas totais da Scania alcançaram 78 bilhões de coroas suecas e o resultado financeiro após a dedução de impostos foi de 9,1 bilhões de coroas suecas.

Fonte: ShopTrans | http://www.shoptrans.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

Renault explode a concorrência

Automotive Business

A Renault decidiu literalmente detonar um carro da concorrência para destacar o sedã médio Fluence. A montadora criou uma promoção no twitter em que oferece aos participantes o direito de explodir um carro. Diferentemente da parceira Nissan, a montadora francesa decidiu não pisar diretamente no calo da concorrência e, no lugar de um Toyota Corolla ou de um Honda Civic, vai destruir um modelo do coreano Daewoo Espero.

Batizada de #queseexploda, a campanha foi criada pela agência ID/TBWA e sugere que depois de andar no lançamento da Renault o consumidor vai querer explodir o próprio automóvel. Para participar da ação é necessário fazer cadastro no hotsite da promoção e postar no Twitter uma frase que aponte um motivo para detonar o carro. A montadora vai convidar o autor da resposta mais criativa para explodir o veículo coreano no dia 28 de abril, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

A ação será transmitida ao vivo em redes sociais, no hotsite da ação e em banners em portais de notícias. A Renault garante que vai compensar o CO2 emitido na explosão.

Fonte: Automotive Business | http://www.automotivebusiness.com.br

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UOL Carros

Até 2015, o mercado interno chinês alcançará o nível anual de 25 milhões de veículos. Como comparação, o melhor resultado de vendas nos Estados Unidos, que lideraram o mundo por mais de oito décadas, ficou em torno de 18 milhões em 2005. No continente europeu, incluídos mais de 30 países, foram vendidas 18,5 milhões de unidades em 2007.

O cenário hoje é bem diferente. Os EUA esperam uma recuperação este ano para 12 milhões, depois de terem caído para menos de 10 milhões em 2009. Analistas acham difícil que esse mercado possa se restabelecer acima de 15 milhões/ano. No Salão de Genebra, em março último, Frédéric Banzet, diretor-geral mundial da Citroën, afirmou à coluna que a Europa se encontra no patamar de 15 milhões/ano, mas não tem a menor ideia se e quando voltará aos18 milhões. E emendou que, no Brasil, a produção da marca acompanhará firmemente a demanda.

Por isso mesmo, a China esteve no centro das atenções do concorridíssimo II Fórum da Indústria Automobilística, realizado em São Paulo pelo grupo Automotive Business. Sérgio Habib, importador de uma marca desconhecida como a JAC e protagonista da pujança chinesa, procurou amenizar: “Estamos vendendo acima das previsões, mas não ocorrerá uma invasão. É difícil e muito caro montar uma grande rede de vendas e assistência no Brasil”. Ainda assim, acrescentou que poderá comercializar 100.000 unidades em 2012, volume invejável. “Mais do que isso, precisa montar fábrica aqui. Custos logísticos se tornariam insuportáveis.”

Marcelo Cioffi, da consultoria PWC, também abordou o tema. Disse que o governo chinês tenta consolidar sua indústria para colocar pelo menos uma marca sua entre as cinco maiores do mundo.

Pelo gigantismo daquele mercado, de fato, pode ocorrer. Dos problemas a resolver, a coluna aponta os de qualidade, segurança, falta de acesso às chamadas tecnologias sensíveis e inevitável aumento do custo da mão-de-obra. Alcançar aquela posição não significa estar entre os cinco melhores.

O mundo, no entanto, segue de olhos abertos para o Brasil. Fernando Barbosa, do Bradesco, destacou a grande elevação do número de famílias com poder aquisitivo para comprar um carro. “Em 2020, 58% da população fará parte da classe média”, adiantou.

O otimismo só ficou de lado ao se discutir a competitividade da produção local, em particular na indústria de componentes. Em curto prazo, fabricantes japoneses sairão prejudicados em razão da irregularidade no fornecimento de peças como reflexo dos terremotos e maremotos no país do Extremo Oriente. Outros fabricantes seriam parcialmente afetados.

Espera-se para os próximos dias o anúncio de um programa governamental que tentará dar suporte ao crescimento de vários setores, hoje em condições reduzidas de competir com produtos importados ou de exportar. Paulo Bedran, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, pouco pôde adiantar. Comentou a necessidade de reequilibrar a concorrência, tendo em vista que a atual alíquota de 35% do imposto de importação perdeu efeito em função da valorização do real.

Basta um exemplo das mazelas do país: utilizar cabotagem no transporte veículos depende de navios específicos. Estes, simplesmente, não existem.
Fonte: UOL Carros| http://carros.uol.com.br/

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

Uruguai deve exportar US$ 400 milhões

AutoInforme

O mercado brasileiro está alimentando as esperanças da indústria automobilística do Uruguai, além de outros mercados que também têm apresentado crescimento. Para este ano as expectativas são de que as exportações atinjam US$ 400 milhões. Isto é muito, comparando-se com o ano passado, quando atingiu US$ 260 milhões.

O otimismo está ligado também às empresas que estão construindo novas fábricas no país. O que leva o ministro da Indústria, Energia e Mineração, Roberto Kreimerman, a dizer que estou animado com o rápido crescimento que está levando a indústria automobilística, baseando-se nos dados do Instituto Nacional de Estatística, que mostra um crescimento nos dois primeiros meses do ano de 31,5%.

O acordo entre Brasil e Uruguai, assinado em 2008, isentando as importações de tarifas, fez com que aumentassem em muito as vendas de carros fabricados no Uruguai para o Brasil. Agora já está em andamento um novo acordo que aumenta a quota de importação de veículos uruguaios. Na primeira semana de maio o diretor das Indústrias, Sebastião Torres, vai se reunir com autoridades brasileiras para implementar o acordo, o que significaria uma nova etapa no desenvolvimento do setor no Uruguai. Brasil defende que 50% da fabricação das peças sejam regionais e 25% locais.

As empresas Tata, Chery, Lifan, Renault, Kia e recentemente a Takata, instalaram fábricas de peças no Uruguai, e espera-se a chegada de outras, como a China Cheeli.
Fonte: Agencia Auto Informe | www.autoinforme.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

Volvo exibe ônibus híbrido em Campinas

Webtranspo

A Volvo Bus Latin America, em ação com a concessionária Auto Sueco, está apresentando em Campinas o primeiro ônibus híbrido (com motores diesel e elétrico) testado em operações comerciais no Brasil.

O modelo já fez testes em três capitais brasileiras: Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Com a tecnologia, segundo a fabricante, é possível economizar até 35% de combustível (diesel) e ainda reduzir as emissões de gases poluentes entre 80 e 90%.

Luis Carlos Pimenta, presidente da unidade de ônibus da Volvo, destaca que a proposta da ação é “mostrar para a sociedade brasileira a melhor solução híbrida em transporte urbano de passageiros já desenvolvida pela indústria automotiva”.

Conforme anunciado, o veículo possui dois motores, um a diesel e outro elétrico, que funcionam em paralelo ou de forma independente. O motor elétrico é utilizado para arrancar o ônibus e acelerá-lo até uma velocidade de aproximadamente 20 quilômetros por hora, além de atuar como gerador de energia durante as frenagens.

Já o motor diesel entra em funcionamento em velocidades mais altas. A cada vez que se acionam os freios, a energia de desaceleração é utilizada para carregar as baterias. Quando o veículo está parado, seja no trânsito, em pontos de ônibus ou em semáforos, o motor diesel fica desligado.

Estudos da montadora demonstram que o tempo que o veículo fica parado pode representar até 50% do período total de operação do ônibus. Durante todo esse tempo, não há emissões de poluentes, pois o motor diesel se apaga completamente.
Fonte: Webtranspo | www.webtranspo.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

Tirreno se adequa para atender Proconve

Webtranspo

A partir de 1º de janeiro de 2012, todos os caminhões e ônibus movidos a diesel que saírem de fábrica no País deverão estar ajustados à nova norma de emissões de poluentes: o Proconve P-7. Para que isso aconteça, os motores precisarão do Arla 32, substância que conjuga água tratada e ureia e que em conjunto com o SCR (Redução Catalítica Seletiva) reduzirá o volume de NOx presente nos gases de escape dos veículos.

Levando em consideração a futura demanda nacional, que será considerável (a indústria produziu em 2010 191 mil caminhões e 45 ônibus, segundo a Anfavea), o Brasil necessitará de mais empresas especializadas no segmento para atender toda essa procura.

Recentemente, Gilberto Leal, gerente de desenvolvimento de motores da Mercedes-Benz, afirmou em palestra que para cada 100 litros de diesel serão necessário cinco litros do novo produto. Já os condutores que realizam viagem longas acima de dois mil quilômetros vão precisar abastecer o caminhão com aproximadamente 60 litros do Arla 32.

Para atender a essa demanda, o Brasil já conta com a primeira unidade de preparo e envase do Arla 32, inaugurada pela Tirreno, na cidade de Diadema (SP), que passa a oferecer em grande escala o produto, com produção mensal de um milhão de litros. A linha de produção construída em parceria com a empresa alemã Kruse, que fornece a ureia – matéria-prima do aditivo.

Para Joel Lopes, especialista em fluidos automotivos da Tirreno, com essa primeira unidade localizada em Diadema a companhia pretende absorver 15% da demanda das fabricantes e dos grandes frotistas. Até então a empresa fornecia o Arla 32 para a realização de testes pelas empresas.

Para ir além disso, o Grupo estuda a abertura de mais quatro linhas de preparo do produto pelo território nacional. A Tirreno já acertou contrato com a Ford para receber parte dessa produção em 2012.

“No primeiro ano, nossa capacidade de produção atenderá apenas 15% da demanda. Como não possuímos um sistema de distribuição, precisaremos ampliar nosso número de unidades pelo País”, destaca o executivo.

Pioneirismo

Esse pioneirismo, segundo lopes, dará suporte para que a Tirreno se torne referência entre os grandes frotistas, principalmente aqueles que possuem frota com mais de 600 unidades e usinas sucroalcooleiras. Segundo ele, no primeiro momento as regiões Sul e Sudeste serão os grandes consumidores do produto.

Concorrentes

No Brasil já existem outras empresas dispostas a produzir o Arla 32, caso da Vale Fertilizantes, que deve investir em uma unidade de produção, a partir de outubro, na planta de Araucária (PR).

A exemplo do acontece no mercado Europeu, o produto será comercializado em embalagens que variam de 20 a mil litros. De acordo com a Tirreno, o valor do Arla 32 será semelhante ao cobrado atualmente pelo litro do diesel nos postos espalhados pelo País.
Fonte: Webtranspo | www.webtranspo.com.br

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Publicado por: Julio Bessa | 27, abril, 2011

Toyota Tundra passa por recall nos EUA

MotorDream

A Toyota dos EUA anunciou no início da tarde desta última terça-feira, 26, um recall voluntário de segurança para 51 mil pick-ups Tundra 2011. O chamado é para realizar a inspeção do eixo traseiro. Segundo a montadora, o eixo traseiro de 0,05% dos modelos comercializados pode incluir um componente que poderia quebrar devido a um erro no processo de fundição.

Em comunicado oficial, a Toyota informa que não há relatos de acidentes ou lesões associadas ao defeito. Os proprietários dos veículos envolvidos receberão uma carta de notificação do recall a partir do próximo mês.

As concessionárias da marca estão aptas a realizar a inspeção, que dura cerca de 10 minutos, para identificar o defeito. Com base nos resultados, o eixo traseiro pode ser substituído.
Fonte: Motor Dream | http://motordream.uol.com.br/

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