2011 Chevrolet Spark Promo
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Lula diz que desonerações poderão permanecer em 2010
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que as alíquotas reduzidas de impostos, que serviram de incentivo à indústria em 2009, poderão ser mantidas, se for preciso. Segundo o presidente, a continuidade dessas políticas vai depender de como a economia reagirá no ano que vem. Em café da manhã com jornalistas no Centro Cultural do Banco do Brasil, sede provisória da Presidência, ele afirmou ter a expectativa de que o desempenho da economia será suficiente para a retomada de todos os setores, mas deixou claro que o governo estará vigilante quanto à necessidade de socorrer os que encontrarem dificuldades para crescer. “Espero que não se faça mais nenhuma desoneração por problemas. É muito importante não cometer exageros de fazer demais e nem a imprudência de não fazer”, destacou. O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, qualificou de “correto e sábio” o comentário de Lula sobre a possibilidade de manter as isenções concedidas. Na opinião dele, seria “estranha” a retirada da isenção fiscal, pois a medida fez com que os impactos da crise não levassem o Brasil a uma recessão profunda em 2009.
Fonte: Jornal do Comercio | www.jornaldocommercio.com.br
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AUTOPEÇAS NÃO ACOMPANHAM CICLO DE RECUPERAÇÃO EM 2010
Na contramão das montadoras, a indústria de autopeças passa por um processo de desinvestimento que continuará ao longo de 2010.
Neste ano, até novembro, a indústria investiu cerca de US$ 900 milhões, quase metade do valor aplicado no ano passado (US$ 1,6 bilhão), de acordo com o Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores). A previsão para 2010 é que o valor se reduza ainda mais.
A principal razão é a perda da rentabilidade das empresas, ocasionada pela valorização do câmbio, que provoca maior presença de produtos importados e obriga as fabricantes nacionais a reduzirem suas margens para manter o volume de vendas, diz o presidente do Sindipeças, Paulo Butori.
“Para fazer investimento, tem que ter rentabilidade, e está muito difícil ganhar dinheiro com as montadoras, que são nossos principais clientes”, diz.
De acordo com ele, no quadro atual as fabricantes se sentem coagidas pelas montadoras a reduzir os preços para não ver um esvaziamento em suas carteiras de pedidos. “Em vez do clima de euforia por conta do aumento da produção de carros, estamos vivendo um clima de preocupação. A nossa margem caiu cerca de 30% neste ano”, afirma o presidente do Sindipeças.
Butori diz que, além do câmbio valorizado, há o problema adicional da redução de 40% da TEC (Tarifa Externa Comum) do Mercosul para autopeças, o que facilita a entrada de produtos de fora do bloco. Assim, cresce a participação de importados da Ásia no mercado de autopeças. “Com isso, geramos emprego fora do país.”
Como resultado, Butori afirma que já há empresas deixando o mercado. O Sindipeças acionou o governo para tentar uma solução, mas não teve resposta “efetiva” até agora.
“Lá fora, a produção de carros caiu drasticamente, então há uma sobra de peças que buscam mercado nos países em que a produção cresce”, afirma Butori.
Fonte: Shop Trans | www.shoptrans.com.br
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Vendas da Troller cresceram 28% em 2009
A Ford considerou excelente o resultado obtido este ano com sua subsidiária Troller, que possui fábrica no Ceará. Dados da Fenabrave indicam que o jipe da marca emplacou 1.418 unidades até 15 de dezembro, com participação de 0,28% no segmento de comerciais leves.
Com um crescimento de 28% das vendas até agora, a marca registra seu melhor desempenho histórico.
Sob a gestão da Ford a Troller investiu em suas operações no Ceará, introduziu mais de quinhentos melhoramentos no seu jipe T4. A fábrica passou por grandes mudanças, principalmente na tecnologia de fabricação da carroceria.
O Troller T4 traz motor turbodiesel eletrônico 3.0L MWM International de 163 cv, com tração 4×4 e diferencial traseiro autoblocante. A carroceria é produzida em compósito e imune à corrosão.
A marca possui 22 distribuidores no Brasil
Fonte: Automotive Business | www.automotivebusiness.com.br
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Seis anos no País, Honda Fit atinge 300 mil unidades produzidas
A planta da Honda Automóveis em Sumaré, interior de São Paulo, se tornou em uma fábrica de destaque para o Grupo. Após anunciar a produção histórica de 700 mil unidades, o complexo fabril comemorou na última semana a marca de 300 mil modelos produzidos da linha monovolume Honda Fit.
De acordo com a montadora, o número apresentado revela que o veículo foi bem aceito pelo consumidor do País, transformando-se rapidamente em um dos modelos mais comercializados no mercado automotivo nacional.
Até novembro, as concessionárias da marca contabilizaram 45.492 unidades emplacadas, significando 22,1% a mais que o registrado em todo o ano de 2008, época em que 40.511 unidades foram negociadas.
Tal desempenho lhe rendeu premiações. Recentemente, o New Fit, sua segunda geração, foi eleito na edição especial de “Os Eleitos” da revista Quatro Rodas como vencedor na categoria “Minivans”.
Ainda segundo a Honda, esse reconhecimento do público brasileiro não é por acaso. Sua principal evolução ocorreu no final do ano passado, momento em que chegou a sua segunda geração. Na ocasião, a empresa decidiu mudar suas características. A nomenclatura passou a ser New Fit e o design incorporou traços esportivos e foi totalmente redesenhado.
Fonte: Webtranspo | www.webtranspo.com.br
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Ford oferece demissão voluntária a 41 mil empregados nos EUA
A Ford Motor apresentou a 41 mil trabalhadores de fábricas nos Estados Unidos um programa de demissão voluntária e aposentadoria antecipada, em tentativa de reduzir os custos de sua folha de pagamento para voltar ao lucro em 2011.
É a segunda vez que a Ford faz uma oferta do tipo a seus funcionários ligados ao sindicato United Auto Workers (UAW) nos EUA. Cerca de mil trabalhadores aceitaram deixar a montadora em julho.
Os funcionários da Ford têm até janeiro para decidir se aceitam ou não a oferta, que inclui pagamentos de até US$ 70 mil em dinheiro para trabalhadores contratados mais recentemente e US$ 60 mil para veteranos com idade para se aposentar.
“Apesar de nossos negócios estarem ganhando força, ainda temos funcionários em excesso”, disse o porta-voz da Ford Mark Truby.
A Ford foi a única montadora norte-americana a evitar um resgate governamental ou uma concordata no último ano. Essa posição financeira melhor que a de suas concorrentes dificultou seu pedido por novas concessões ao sindicato.
No mês passado, trabalhadores da UAW rejeitaram, por maioria esmagadora, um proposta de corte de custos da Ford que mudaria os termos de contratos trabalhistas válidos até 2011.
Fonte: Globo.com/G1 | www.g1.globo.com
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No mercado de usados, um ano para ser esquecido
Agência AutoInforme
O ano de 2009 vai ficar na história para o mercado de usados. Nunca o setor sofreu tanto.
Se a crise afetou o mercado de novos, o de usados ela destruiu.
A crise decretou o fim de uma era onde o carro usado era visto quase como um investimento, por causa da sua valorização. No mínimo, o comprador sabia que não perderia muito dinheiro na hora da revenda. Hoje essa situação se inverteu.
Muita gente desistiu de vender o seu carro porque não concordou com os valores oferecidos. O lojista jogava o preço lá em baixo porque não tinha capital de giro para deixar o produto parado na loja. Comprar um carro era um risco; ninguém sabia quando iria girar o estoque, quando venderia o carro e a que preço.
O preço oferecido pelos lojistas era quase um desrespeito ao dono do carro:
Por exemplo: um Focus 2007/2008, comprado por R$ 47 mil em outubro de 2008, recebeu um oferta de R$ 27 mil.
Claro que a maioria não vendeu, ficou com o carro esperando melhor oportunidade. E isso paralisou o mercado. Quem precisou vender de qualquer jeito, perdeu dinheiro.
Somente no fim do ano é que o mercado começou a dar sinais de estabilidade, com a crise finalmente controlada e o mercado de novos fechando o ano em crescimento.
Mas os preços se estabilizaram lá em baixo. Nunca o carro usado desvalorizou tanto como em 2009. Na média, os preços caíram 6,0%, sem contar que já vinham de uma queda de 7% no ano passado.
Em 15 meses o usado perdeu nada menos do que 14% do seu preço.
Fonte: Agencia Auto Informe | www.autoinforme.com.br
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Honda vai mostrar novo compacto no Salão de Nova Délhi
A Honda deverá apresentar um novo carro pequeno conceito no 10º Salão do Automóvel de Nova Délhi, na Índia, que se inicia em 5 de janeiro.
Segundo o The Wall Street Journal, o futuro compacto da Honda é conhecido internamente como “New Small Concept”. O modelo será destinado principalmente a mercados emergentes.
Fonte: Auto Estrada | www.autoestrada.uol.com.br
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Toyota deve reduzir custos de peças em 30%, dizem jornais
A Toyota Motor planeja reduzir os custos de compras de peças em cerca de 30% nos próximos três anos para ajudar a voltar à lucratividade, afirmou a imprensa nesta terça-feira (22). A Toyota pediu a seus fornecedores que cortem preços de algumas peças entre 30% e 40% para carros que cheguem ao mercado até 2013, disse o jornal Asahi.
Já o jornal Nikkei afirmou ainda que a montadora planeja migrar para materiais e componentes mais baratos. O porta-voz da Toyota, Takanori Yokoi, disse que a empresa fez “várias sugestões, incluindo redução de custos” a fornecedores na segunda-feira (21), mas preferiu não dar mais detalhes.
A montadora, que prevê seu segundo prejuízo operacional anual consecutivo, planeja revisar os projetos de seus carros para ajudar a cortar custos, segundo os dois jornais. O pedido da Toyota para queda de 30% nos custos — a maior redução em 10 anos — acontece enquanto a montadora tenta melhorar sua competitividade de preço nos mercados emergentes, segundo o Asahi.
As preocupações sobre o contínuo fortalecimento do iene, a moeda japonesa, também estão por trás da medida, segundo o jornal.
Fonte: Uol Carros | www.carros.uol.com.br
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Fiat pedirá apoio de governo italiano para elevar produção
A Fiat pode oferecer ao governo da Itália um aumento de produção de automóveis de 50% quando se reunir com autoridades nesta terça-feira (22). A contrapartida seria descontos de impostos sobre parte das vendas, e uma possível ajuda para redução de custos trabalhistas.
O presidente-executivo da Fiat, Sergio Marchionne, afirmou que a meta de Roma, de mais de 900 mil automóveis a serem produzidos na Itália, “não é astronômica”, mas a companhia somente produzirá cerca de 600 mil veículos no país até o final deste ano — uma queda ante as 800 mil unidades fabricadas antes do início da crise financeira internacional.
A reunião desta terça entre Marchionne, o ministro da Indústria, Claudio Scajola, e um representante do gabinete do premiê Silvio Berlusconi, é considerada como de abertura de negociações, e nenhum acordo é esperado no atual estágio.
Uma das grandes preocupações do executivo é o custo de produção e ele já pediu muitas vezes por uma racionalização de produção na Europa, como já aconteceu nos Estados Unidos. No mês passado, Marchionne afirmou que a Fiat “tem seis fábricas na Itália que produzem o equivalente a uma única fábrica no Brasil. Que tipo de lógica industrial é essa?”
Fonte: Uol Carros | www.carros.uol.com.br
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Chevrolet Aveo Transformer Commercial
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Ford inaugura linha de motores Sigma em Taubaté
A Ford inaugurou nesta quinta (17), em Taubaté (SP), a linha de motores Sigma, a mais moderna do Brasil e da Ford em todo o mundo, para a produção de uma nova família de motores com plataforma global. A nova fábrica é resultado de um investimento de R$ 600 milhões que na prática dobra a capacidade de produção de motores do complexo industrial, onde já são produzidos os motores Zetec RoCam.
“A Fábrica de Taubaté tem nível de qualidade reconhecido internacionalmente e, com essa nova unidade, reforça a longa tradição da Ford de inovação em motores”, afirma Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul. “A família Sigma representa um novo passo no caminho da eficiência, economia e sustentabilidade para atender as exigências atuais e futuras do consumidor e do mercado.”
O motor Sigma é o primeiro flex com bloco, cabeçote, cárter e pistões de alumínio. Leve e durável, produz baixo nível de ruído e emissões. Ele faz parte de uma nova plataforma global da Ford, lançada no mercado europeu em 2008 e produzida hoje em nove fábricas em quatro continentes.
Além do Ford Focus, ele equipa a minivan C-Max, o utilitário esportivo Kuga, o Volvo C30 e o Mazda 3, vendidos na Europa e em outros mercados. Sua versão flex foi desenvolvida pela engenharia brasileira
Estiveram na solenidade o governador de São Paulo, José Serra, o vice-governador, Alberto Goldman, o prefeito de Taubaté, Roberto Peixoto, o secretário do Desenvolvimento do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin e o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaff, além dos executivos da Ford.
Fonte: Interpress Motor | www2.uol.com.br
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Câmeras mostram a situação das estradas paulistas no fim de ano
Quem for pegar alguma das principais estradas paulistas durante as festas de Natal, Ano Novo, temporada de Verão ou Carnaval, vai contar com um serviço especial do DER de São Paulo, que informa a situação das rodovias, a previsão do clima e as operações realizadas pelo órgão, Policiamento Rodoviário e concessionárias.
Estas informações estarão disponíveis
no link “Boletim Operação Verão 2009/2010″, acessado pelo site da
Secretaria Estadual dos Transportes (www.transportes.sp.gov.br).
Para saber a situação do tráfego, em tempo real, é só acessar as câmeras instaladas nas rodovias, no site do DER (www.der.sp.gov.br).
Fonte: Auto Estrada | www.autoestrada.uol.com.br
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Nova oferta da Spyker à GM pode evitar fechamento da Saab
Dois dias após a General Motors anunciar que iria encerrar as atividades de sua subsidiária sueca, a Saab, a empresa Spyker Cars, da Holanda, divulgou ter feito uma nova proposta de aquisição. A Spyker era a única pretendente a adquirir a Saab, depois que fracassou uma negociação com a fabricante de carros de alto luxo, Koenigsegg, também deram errado.
Segundo foi divulgado na Europa, neste domingo, a Spyker teria enviado à GM uma nova proposta, baseada em novos estudos sobre a situação da Saab, realizados após o primeiro oferecimento, que havia sido retirado na semana passada. A GM comunicou que irá estudar o documento.
A nova oferta da Spyker tornaria desnecessária a aprovação de um empréstimo anteriormente previsto, pelo European Investment Bank, antes do final do ano.
O comunicado da Spyker à GM afirma que a proposta é válida até as 17h00 desta segunda-feira, 21 de dezembro.
A Spyker produz carros gran-turismo de alto preço, começando na faixa de R$ 500 mil (na fábrica) e, no ano passado, vendeu apenas 43 unidades. Baseada na Holanda, a empresa tem participação acionária do Convers Group, do multimilionário russo Vladimir Antonov, que controla 30% de seu capital.
Fonte: Auto Estrada | www.autoestrada.uol.com.br
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Venda fracassa e GM decide fechar a Saab
A General Motors decidiu fechar sua subsidiária sueca, a Saab, após fracassarem as negociações para vendê-la ao grupo holandês Spyker Cars. Com a fábrica, serão fechadas também 218 revendas, só nos Estados Unidos.
Segundo nota distribuída pela GM, o fechamento não significa a falência da marca sueca e todas as dívidas da Saab, com fornecedores e funcionários, serão quitadas normalmente e a produção será reduzida de forma gradual.
Há poucos dias, a GM havia vendido a um grupo chinês os direitos de fabricação e o ferramental para produção de carros da Saab, num acordo que prevê transferência de tecnologia de powertrain.
As vendas da Saab nos Estados Unidos, seu maior mercado, caíram este ao nível mais baixo desde 1989, quando a GM assumiu o controle da fábrica sueca. A redução foi acima de 60%. Em novembro, já sob influência das notícias da provável venda, as vendas nos EUA foram de apenas 371 carros.
A Saab tem cerca de 3 mil funcionários na Suécia e seu fechamento deverá desempregar outros 3 mil trabalhadores em empresas fornecedoras.
Fonte: Auto Estrada | www.autoestrada.uol.com.br
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Fiat 500 será produzido no México em 2010
Quem gostaria de ter um 500 mas acha absurdo pagar R$62 mil pelo compacto, talvez reconsidere a possibilidade de colocar o carrinho na garagem em 2011. A Fiat confirmou que produzirá o 500 no México a partir do final do ano que vem, o que permitirá à marca comercializa-lo no Brasil sem cobrar os atuais 35% de imposto de importação, devido ao acordo comercial existente entre os dois países.
O 500 será fabricado na planta de Saltillo, onde a Chrysler – que agora pertence à Fiat – produz o PT Cruiser, que sairá de linha. Já o motor MultiAir, de 1.4 litro e 100cv, virá dos EUA. O presidente da Fiat, Sergio Marchionne, promete rachar a produção do 500: metade será destinada aos EUA, e a outra metade abastecerá a América Latina.
Fonte: Auto Show |www.autoshow.uol.com.br
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Populares perdem a embreagem
No ano passado, com exceção da Kia, somente as montadoras francesas ofereciam uma dose extra de conforto em seus carros de entrada. Peugeot 207 e Citroën C3, além das versões tradicionais também passaram a dispor da configuração com câmbio automático que, encarece, em média R$ 4.000 quando comparado ao modelo convencional.
A iniciativa, além de proporcionar comodidade aos motoristas, principalmente aos que trafegam nos grandes centros, também dá acesso a uma parcela da população que queira desfrutar deste tipo de equipamento, normalmente encontrado em veículos de faixa de preço superior. Ou seja, os fabricantes encontram aí um novo segmento no mercado.
Enquanto as francesas optaram pelo sistema automático tradicional, a Fiat decidiu investir no automatizado. Com funcionamento semelhante ao do câmbio manual, mas sem a embreagem, a tecnologia passou a estar disponível na linha Palio e Siena no meio deste ano. A vantagem sobre o automático normal está no preço menor e também na manutenção mais em conta.
Pouco tempo depois, de olho na estratégia da concorrência e na performance do seu principal rival, o Volkswagen Gol também aderiu à tendência do sistema que dá uma folga ao pé esquerdo. No mercado há pouco mais de dois meses, tanto o Gol como o Voyage receberam o sobrenome i-Motion e são uma opção para quem cansou de ter de trocas as marchas repetidamente nos congestionamentos.
De acordo com a Volkswagen, em 2008, foram comercializados 16 mil carros com câmbio automatizado, ou seja, 0,7% do mercado. No ano passado, somente três modelos possuíam o equipamento: Chevrolet Merica Easytronic, Fiat Stilo e Linea Dualogic. Nos 11 meses de 2009, o número de vendas neste segmento dobrou, passando para 1,5% de participação. Atualmente, há 13 opções de carros com este tipo de transmissão.
Com o já conhecido motor de 1,6 litro flex, o Gol i-Motion tem valor inicial de R$ 34.980. Entre as possibilidades, o condutor pode dirigi-lo no modo drive ou por meio da alavanca de câmbio, reduzindo ou avançando as velocidades. Se comprar as borboletas, as trocas são feitas também atrás do volante. Chamado de ASG (Automated Sequential Gearbox), a transmissão ainda engasga um pouco nas saídas e ultrapassagens. Portanto, nas situações em que é preciso mais agilidade, as trocas manuais do ASG acabam sendo a melhor opção.
Fonte: Icarros | www.icarros.com.br
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Brasileiro paga 26,4% de imposto no carro zero
Atualmente, o Brasil detém o quinto maior mercado de automóveis do mundo, colocação que deverá ser consolidada até o final deste ano com a projeção de aproximadamente 3 milhões de veículos produzidos para as vendas internas. Essa marca reflete um aumento de 6,4% em relação a 2008.
Ontem (24), o ministro da Fazenda Guido Mantega anunciou a prorrogação da redução do IPI para carros a álcool e bicombustíveis. Modelos flex de 1,0 litro que voltariam à alíquota original de 7% em janeiro vão manter os atuais 3% até março. Já os flex com motor até 2.0 manterão a taxa de 7,5%. Os demais seguem com a volta gradual do imposto até o primeiro mês de 2010.
Mesmo fazendo parte do seleto grupo de nações que mais comercializam carros, no entanto, o Brasil encabeça a lista de países que mais cobram impostos sobre o valor do veículo, mesmo com o incentivo da redução que vigora desde dezembro do ano passado. Com uma alíquota média de 26,4%, o País supera a Argentina (24%), a Itália (16,7%), a França (16,4%), a Alemanha (16%), o México (16%), o Reino Unido (14,9%), a Espanha (13,8%) e os Estados Unidos (6,1%).
Para parte da frota de automóveis, essa cobrança de tributos vai ser maior a partir de janeiro, quando o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), voltará a fazer parte do pacote de tarifas que incidem sobre o preço final do automóvel zero quilômetro. Até lá, a taxa vem sendo gradativamente incorporada ao valor dos automóveis zero quilômetro.
O tributo é cobrado de acordo com a motorização dos veículos. Após março, no caso dos nacionais com motor 1.0, o imposto incide em 7% no preço final e para os modelos de até 2,0 litros flex, 11%. Já em janeiro, os 2,0 litros a gasolina estarão com 13%; os acima de 2,0 litros flex, 18% e com mais de 2,0 litros a gasolina, 25%. Para os importados, a alíquota é de 25%, independentemente da cilindrada.
De acordo com os dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), além da alíquota do IPI, o consumidor acaba desembolsando dinheiro com 12% de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e 11,6% de PIS (Programa de Integração Social), além do Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).
Para se ter uma ideia, no momento da aquisição de um automóvel popular novo, com motor de 1,0 litro, o comprador paga 22,2% em impostos, enquanto os modelos de até 2,0 litros flex “contribuem” com 25,8%. Se for movido apenas a gasolina, a carga tributária é de 26,4%. No caso dos veículos acima de 2.000 cilindradas, o valor é ainda maior. Se um Fiat Mille básico, cujo preço inicial é de R$ 22.940, por exemplo, chegasse às concessionárias sem a carga tributária de 22,2% sobre seu valor final, o comprador pagaria R$ 17.847 pelo carro.
No caso dos importados…
Os veículos que vêm de fora carregam uma alíquota de 25% referente ao IPI. Somando o valor de produção mais os impostos do país de origem, além das taxas de importação, as tarifas chegam a 35% do preço total do carro. Devido a acordos bilaterais entre os governos, os automóveis provenientes da Argentina e do México são isentos de tributos para entrarem no Brasil. Descontados os impostos, um BMW 325i, que é vendido a partir de R$ 195 mil, sairia da concessionária por R$ 126.750.
A grande quantidade de impostos que aumenta de maneira considerável o preço de mercado dos carros novos pode afetar, por exemplo, a aquisição de equipamentos de segurança, como airbag e freios ABS, por uma parcela maior de consumidores. Por causa do alto custo, estes importantes itens acabam ficando de fora da maior parte dos veículos comercializados e, muitas vezes, acabam sendo substituídos por sistemas de som ou rodas de liga leve.
Isenção e burocracia na isenção de impostos para portadores de necessidades especiais
Os motoristas portadores de necessidades especiais que desejam comprar um carro zero quilômetro são beneficiados pela isenção de tributos como o IPI, o ICMS, o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), que varia conforme o Estado.
Para adquirir o veículo, no entanto, o consumidor tem de esperar, pelo menos, seis meses pelo veículo em função dos trâmites burocráticos, que podem se estender até um mês e meio caso o condutor tenha de emitir uma habilitação especial. Se o automóvel for utilizado para o transporte de pessoas portadoras de algum tipo de deficiência física, visual, mental severa, mental profunda ou autismo, apenas o IPVA é cobrado.
Fonte: Uol Carros | www.carros.uol.com.br
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Escolhas
RH Portal
A senha para sobreviver e permanecer no mercado foi banalizada e é quase um clichê: “a qualidade”.
Então o que faz a diferença hoje? A maneira especial como produto e/ou serviço é oferecido.
Maravilha! Já tenho a senha! Sinto muito, mas ainda não.
Onde encontrar essa maneira especial? Nas Pessoas de Qualidade.
Ah, isso eu já sabia… Por isso as empresas investem grande parcela do orçamento anual em treinamentos para qualificarem as suas equipes. Chegamos à primeira escolha no mundo corporativo: a equipe. Tão banalizada quanto qualidade, aliás, o clichê agora é: “temos uma equipe de alta qualidade”. Quem não se recorda dos tempos do colégio? Dos famosos trabalhos em equipe: “todos por um, e um por todos”, traduzindo: um faz e todos assinam.
Agora você deve estar se preparando para traçar um plano de ação para captar e reter esse bem valioso considerado escasso no mercado. Afinal o mínimo que se espera de um gestor é rapidez na tomada de decisões. Vale lembrar que o valor das decisões chama-se custo de oportunidade. E, sendo valor algo altamente subjetivo, logo tende a ser diferente para cada indivíduo.
Chegamos à outra escolha importante: a gestão da Responsabilidade Pessoal. Ela é que faz a diferença hoje. Não tem nada a ver com qualificar os outros. Ela ensina a fazer a diferença mudando, qualificando a nós mesmos. O autoconhecimento é o ponto de partida para o processo de mudança e qualificação pessoal. Eis a verdadeira senha dessa busca incessante pela sobrevivência.Durante pesquisas encontrei várias metodologias, identificarei duas delas para vocês:
A primeira: Fazer Perguntas Melhores. É um passo fundamental para você parar de culpar os outros, reclamar e adiar as coisas. Os maiores benefícios são o aumento de produtividade, maior espírito de equipe, menor estresse, e um melhor relacionamento com os clientes.
A vida se torna mais prazerosa para aqueles que escolhem o caminho da responsabilidade pessoal. Por outro lado os sintomas da sua ausência são graves, o hábito de culpar os outros, de reclamar e de adiar as coisas. Devemos parar de professar, da boca para fora, nossa devoção à idéia de equipe e centrar o foco nas nossas capacidades e nas contribuições individuais que podemos dar. Para estimular a responsabilidade pessoal é imprescindível que você “Faça escolhas melhores, fazendo perguntas melhores”.
Ou seja, faça perguntas em que você se compromete a melhorar a situação em vez de simplesmente culpar os outros. “O que eu posso fazer para melhorar a situação?” e “Como eu posso dar apoio à equipe?”. Porque a responsabilidade pessoal não começa com as palavras você, nós ou eles. Começa sempre com o pronome EU.
A segunda: Pensar Com Perguntas. Podemos nos tornar pessoas mais eficientes e competentes se nos concentrarmos em aprender, e não a julgar. É o segredo de uma vida mais feliz e produtiva. Esse método mostra a capacidade das perguntas de dirigir o pensamento e, por conseguinte, as escolhas e os resultados desejados. Isso significa que você pode influenciar deliberadamente o futuro se fizer a pergunta mais importante para chegar lá: Quais as escolhas da minha vida?
Fonte: RH Portal | www.rhportal.com.br
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Estratégicas do marketing de varejo
Administradores.com.br
“Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la. Não pretendamos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.” Albert Einstein.O empresário do varejo costuma reduzir investimentos em marketing em tempos de recessão.
Essa não é uma boa estratégia, porque é agora que se torna fundamental observar como o consumidor vai está reagindo à recessão. O interesse por novas marcas diminui, e o consumidor gasta mais tempo negociando preço com os vendedores na procura de bens duráveis como carros e eletrodomésticos.
Em tempos de crise o empresário varejista tem a oportunidade de eferecer produtos populares para as classse C, D e E. Com a redução da pobreza no Brasil, a chamada classe C ( com renda familiar entre 1.115,00 a 4.807,00 reais mensais), representa hoje a maior parte da população.
A classe C é a nova classe dominante no País, formada por consumidores emergentes, principalmente da classe D . O Varejo da Bahia não está parado. Lojas como a Insinuante, e a Perine mantém uma política conservadora, e estão conseguindo bons resultados em 2009, mesmo com todo este clima de crise . A Insinuante conta com 250 lojas instaladas na região Nordeste, sendo a 4º. maior rede de varejo do Brasil. Enquanto a Insinuante busca a expansão, investindo em Manaus, as Casas Bahia, por outro lado, está inaugurando lojas em Salvador e Alagoinhas. No total, as Casas Bahia pretende inaugurar 30 lojas na Bahia.
Qual o segredo da expansão destas redes de varejo?
Foco no mercado de baixa renda, investimentos em regiões não saturadas. Identificar um segmento de mercado, em setores voltados a bens essenciais e direcionados ao público de baixa renda. Inovar sempre, com muita criativdade para aproveitar as oportunidades.
As Casas Bahia, por exemplo, investe em um conceito moderno de Loja: a Loja Conceito- Com layout moderno, tecnologia avançada, e pratica o marketing experimental, ou seja; os consumidores experimentam todos os produtos da loja. Os valores mais importantes exigidos pelo consumidor passam a ser: confiabilidade, a durabilidade, a segurança, e a qualidade do produto. O material promocional deve ser adequado, e que possa ser compartilhado com a família da classe média, sobre as melhores opções de compra.
Comunicação clara nas promoções, identifique o valor do desconto, condições de pagamento, sinalize a loja de forma visível, focando sempre o seu público-alvo. Não usar termos como “popular” e “pobre” nas campanhas. Utilizar o termo “ECONÔMICO”.
As mensagens das campanhas publicitárias devem valorizar mais as cenas com as famílias, com imagens de cenas domésticas, móveis, objetos de casa e outros produtos de entretenimento familiar. Depois de cortar custos, utilizando embalagem mais econômica, por exemplo, sem prejudicar o consumidor, sua empresa pode utilizar a estratégia de ganhar participação no mercado comprando competidores mais fracos.
É na crise que as empresas buscam as oportunidades na aquisição de concorrentes mais fracos.
As organizações tornam-se fortalecidas depois que a crise passar. Nem todos perdem, alguns setores da nossa economia devem crescer acima do PIB em 2009, como por exemplo: consumo de alimentos e bebidas que vai gerar aumento na venda de embalagens, os produtos de consumo imediato, aqueles não dependentes de crédito, não serão atingidos pela crise. O Brasil continuará crescendo acima da média mundial (0,5%).
Em 2009, o Brasil cresce de 1,5 a 2%. A Índia cresce 5,1% e a China 6,7%. Essa é a expectativa dos economistas para a variação do PIB-Produto Interno Bruto em 2009.
Fonte: Administradores.com.br | www.administradores.com.br
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Aprenda um método para ter boas ideias em 11 passos
Empreendedores
Você se sente frustrado às vezes por não ter boas ideias? E quando acha que criou algo genial?
Chega lá e, sem medo, defende sua criação? Nem precisa responder. Em um mundo onde um turbilhão de informações nos surpreende a todo o momento, não é tão fácil inovar. Aliás, nunca foi. Mas e se um consultor californiano lhe dissesse que existe um método de 11 passos para se chegar a insights inovadores? Você acreditaria nessa ideia? Gerald Sindell acreditou.
Tanto que discorreu sobre o método no livro The Genius Machine (algo como “A máquina do Gênio”, inédito no Brasil).Além de trabalhar para empresas como Yahoo e Accenture, Gerald fundou a Thought Leaders International (TLI), companhia que orienta líderes e organizações no desenvolvimento da propriedade intelectual, identidade e marketing, sediada na cidade norte-americana de Tiburon, na Califórnia.
O site da revista Época Negócios, ditou o passo-a-passo, segundo a obra de Gerald, que pode ajudá-lo a se diferenciar no mercado.
Os onze passosPasso 1
Nenhum grande insight ou inovação surgem sem antes se reconhecer a questão a ser resolvida. A trilha das grandes ideias começa, portanto, pelo próprio problema.
Passo 2
É hora de avaliar as próprias forças, isto é, buscar sua identidade. A essa altura, as soluções começam a ganhar corpo.
Passo 3
A força das soluções, porém, só vem quando elas são testadas. Essa é a fase de aprimorar as ideias. Como? Primeiro imaginando suas consequências possíveis (boas e/ou ruins), como se elas já existissem no mundo.
Passo 4
Coloca-se pela primeira vez a ideia em contato com o mundo exterior. Mas evite expô-la aos pessimistas e aos advogados do diabo. Procure pessoas realmente interessadas em ajudar.
Elas farão objeções e comentários sinceros que darão nova “sintonia fina” à ideia.
Passo 5
Identifique como a nova ideia se encaixa no mundo já existente. Que ideias vieram antes dela? No que ela pode colaborar? Muitas ideias morrem neste ponto, mas o teste fortalece as sobreviventes.
Passo 6
Essa fase é focada no público-alvo. Nem sempre é uma tarefa óbvia. Muitas vezes o público inicial não é o maior ou o mais significativo.
Passo 7
Amadureça sua ideia: agregue valor a ela, busque ângulos ainda não pensados.
Passo 8
Faça o retoque final. É hora de se certificar que a ideia, projeto ou produto realmente vai cumprir plenamente sua meta. Se tudo parece funcionar até agora, chegou a hora.
Passo 9
Comunique sua ideia para o público. Coloque-se no lugar do cliente nesse momento. Pense no que a ideia é importante para a vida dele.
Passo 10
É a fase mais importante do processo. Analise o impacto da ideia. É o décimo passo, mas poderia ser o primeiro. Dele nasce a pergunta: “Daqui a três anos, se a minha inovação for bem-sucedida, no que ela vai ter mudado o mundo?”
Passo 11
Seja advogado da sua ideia. Se você delegar essa função a outros, é meio caminho para o fracasso.
Fonte: Empreendedores | www.blogdosempreendedores.com.br
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Pintura automotiva
Internet Notícia
Vai pintar seu carro? Retocar a pintura do veículo? Fazer pequenos reparos na funilaria do automóvel?
Antes de iniciar a pintura faça uma limpeza cuidadosamente nas áreas onde vai ser pintada.
Deve ser Lavar e remover as tintas velhas, lixar a parte metálica limpa pronta para receber a nova pintura.
Existem vários tipos de ferramentas que pode ser utilizado para pintar a carroceria do veiculo, como rolo e pincel para fazer uma pintura manual, compressor e pistola que trabalha pulverizando e eletrostática feita com compressor. Este é o melhor equipamento para fazer uma pintura de qualidade, com aplicação uniforme, maior aproveitamento da tinta, resistência da pintura e melhor acabamento.
PREPARAR A SUPERFÍCIE DA CARROCERIA
Aqui vão algumas dicas para pinturas automotivas, em primeiro lugar, faça a preparação da área que vai receber a nova tinta, remova as tintas ressequida e graxa na superfície. Esta limpeza pode ser feita com produtos, flanelas, lixas, pistola de pintura, desengraxaste, thinner, wash primer e outros produtos.
Use os produtos com propriedades anticorrosiva que vai dar sustentabilidade nas tintas e verniz após a aplicação.
PINTURA EM PLÁSTICO
Faça uma preparação correta na parte onde irá receber a nova pintura, use os melhores produtos na pintura do seu veiculo, de preferência trabalhe com as tintas, verniz e Wash Primer do mesmo fornecedor, pois é de grande importância pois estes produtos são testados pelo fabricante antes de lançar a venda no mercado automotivo.
PINTURAS PERSONALIZADAS
Quer uma pintura personaliza só pra você? Pinte o seu carro com as tintas especiais. Tintas CHAOKUSTON Kolors, elas são preparadas na quantidade e cor que você pedir. São tintas automotivas e decorativas para você pintar o seu carro com um diferencial em tinta cor e estilo.
Para retocar a pintura usando a tinta Lazzudur em uma pequena área da carroceria do seu carro. Antes aplique o verniz Premium Perfomance Clearcoat sobre Tinta Lazzudur a base poliéster em camada dupla, vai lhe proporcionar alto brilho com resistência e secagem rápida.
Fonte: Internet Notícia | www.internetnoticia.com
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Os limites da superação
True Consultoria
Às vezes passo a refletir e me questionar o quanto somos imensos diante de nossas limitações e ao mesmo tempo como podemos ser pequenos diante de nossa grandiosidade.
De um lado, há pessoas que desperdiçam tempo justificando seu desinteresse e falta de proatividade, criando uma incapacidade física, mental e profissional. Suas maiores criatividades se baseiam em argumentos para justificar que não conseguem algo que mal tentaram fazer e justamente por isso, ficaram distantes de o conseguirem. O mais decepcionante é quando algumas pessoas utilizam em seus argumentos o insucesso e fracasso de terceiros como referência, chegando a comentar: “bom, pelo menos fui melhor que fulano” ou ainda, “mas beltrano é pior que eu”.
É irônico, mas essas pessoas criativas em justificativas de fracasso jamais argumentam algo como “não consegui o resultado desejado porque não tive coragem de seguir” ou “eu tenho certeza de que não consegui porque não tive interesse em testar meus limites” e milhares de outros comentários.
A superação não depende de classe social, cor ou educação. Sua superação depende de ter um objetivo em sua vida e acreditar em algo. Superar uma dificuldade não quer dizer que terá todo o sucesso no dia seguinte. Significa alcançar um pequeno sucesso diariamente, uma vitória a cada momento. Obviamente precisando vencer várias dificuldades e paradigmas, e de repente poderá até ter medo. Você deve ter medo de desistir e não de continuar. Ir de encontro ao que acredita é o que fará a grande diferença para sua realização e superação.
Pesquisando na internet temos a opção de conhecer vários textos ou vídeos sobre pessoas que se superaram. Há pessoas da terceira idade fazendo acrobacias com enorme grau de dificuldade e mais perfeitas que muitos adolescentes. Há outras sem os membros inferiores e superiores, que vivem sem depender de ajuda, que trabalham, cozinham, nadam, enfim, têm qualidade de vida melhor do que uma pessoa com o corpo perfeito. Isso porque não procuram criar justificativas e vivem em busca de soluções para serem auto-suficientes, enquanto a maioria se encontra dependente, não realizando algo enquanto alguém não o entregar prontinho em suas mãos.
Um fato é verdadeiro: o ser humano somente comprova sua capacidade quando realmente precisa dela. A maioria busca, infelizmente, problemas onde eles não existem. Há aqueles que somente controlam suas finanças depois de terem perdido tudo, outros valorizam os entes queridos quando passaram por momentos traumáticos, outros organizam melhor seu tempo quando a falta de tempo foi responsável por prejudicá-los em algo. Quaisquer que sejam as necessidades de superações, ao meu ver as limitações são muito mais psíquicas do que reais. Há muito mais preocupação em se identificar um motivo para não fazer algo do que em ver os bons resultados que serão obtidos caso seja realizado.
Exija mais de você! Exija mais tempo para aproveitar a convivência com os familiares, exija mais tempo para realizar sua tão desejada viagem, mais esforço para aprender o idioma que está estudando, mais dedicação no esporte, mais interesse em seu aprendizado. Exija mais disposição para ser feliz! Exija, exija e exija!
Seja mais disposto a evoluir e se superar. Seja mais disposto a entender e acreditar. Acredite que suas aptidões podem se revelar muito além do que você conhece e teste os limites de sua capacidade física e mental. Mas teste principalmente os limites de sua capacidade de perseverar! Seu poder de superação está muito além de seus músculos, bens e recursos financeiros. Sua maior superação dar-se-á quando acreditar que você realmente é capaz!
Fonte: www.trueconsultoria.com.br
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Chevrolet Camaro 2010
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Renault quer 5% do mercado brasileiro em 2010
Globo.com/G1
Há um ano, o presidente da Renault do Brasil e Mercosul, Jean-Michel Jalinier, decidiu desacelerar a produção diante da crise que afetou o setor em novembro de 2008, para não correr o risco de ter carro sobrando no mercado. Assim como outros executivos à frente de montadoras no Brasil, Jalinier enganou-se. A rápida resposta dos consumidores ao desconto do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) fez com que as vendas de carros disparassem e, por não ter produto suficiente para atender tal procura, a Renault perdeu a quinta colocação em vendas para a Honda. Em entrevista ao G1, o executivo afirmou que os ajustes na produção foram feitos ainda no primeiro trimestre e que a meta é recuperar em 2010 a posição perdida neste ano e atingir 5% de participação de mercado.
A fórmula para conquistar o espaço não se limitará apenas ao reajuste da produção. A empresa anunciou o investimento de R$ 1 bilhão para os próximos três anos e o lançamento de seis novos produtos, entre eles um SUV baseado no romeno Dacia Duster. O carro deverá chegar às lojas em 2011.
Enquanto isso, Jalinier estuda o lançamento de uma série especial sob a grife Gordini. O desafio é trazer ao Brasil o conceito que a marca possui no mercado europeu. “Na Europa, o Gordini é uma versão esportiva, com apelo de rali. E no Brasil há outra conotação, porque é ligado ao Dolfini”, afirmou. “Sem dúvida, é um nome que me interessa, mas vamos refletir sobre a maneira que deveremos utilizá-lo”, ressaltou.
Entre os assuntos polêmicos que mais envolvem o setor, o aquecimento global — debatido de 7 a 18 de dezembro na Conferência da ONU some Mudanças Climáticas (COP 15) —, o presidente da Renault defende o desenvolvimento de carros elétricos, com zero emissão de gases poluentes, mas argumenta que apenas 15% dos gases causadores do efeito estufa são gerados pelos carros. “A Renault globalmente pensa que tem um papel importante a trabalhar nesse combate do aquecimento global e se engaja para ser o fabricante mais ativo nesse domínio”, argumentou.
Leia a seguir os principais trechos da entrevista
G1 — Sobre os números da Renault, 2009 foi um importante ano de vendas, mas a empresa perdeu a quinta posição para a Honda em participação de mercado. Como a Renault enxerga a sexta colocação?
Jean-Michel Jalinier — Nós perdemos uma colocação no mercado porque o ano de 2009 foi difícil para nós, por ser muito contrastante. No começo do ano, faltaram veículos no mercado, porque paramos a nossa fábrica por causa da crise que chegou ao final de 2008. Ao mesmo tempo, o governo decidiu reduzir o IPI. Essa medida foi extremamente importante e teve efeitos muito rápidos sobre o mercado, superior ao que prevíamos. No início, nós precisamos suspender 1 mil funcionários e, por isso, durante os primeiros três meses faltou produto.Mas na segunda parte do ano, tudo voltou ao normal e tivemos forte crescimento. Então, por causa do início do ano perdemos participação de mercado.
G1 — Vocês pretendem passar a Honda em 2010?
Jean-Michel Jalinier — Isso.
G1 — Qual é a ambição da Renault para 2010, considerando participação de mercado, produção e vendas?
Jean-Michel Jalinier — Em 2010 nós queremos continuar nosso crescimento e vamos nos apoiar numa gama de produtos jovem para crescer. Nosso objetivo é atingir 5% de participação de mercado em 2010 (a participação atual é de 3,9% ao considerar automóveis e comerciais leves). É uma expansão importante em relação à metade deste ano e um crescimento razoável ao considerar a tendência de expansão que nos encontramos ao final do ano. Se o mercado no ano que vem for de 3 milhões de unidades (automóveis e comerciais leves), 5% representará 150 mil veículos a ser vendidos e fabricados nas nossas fábricas.
G1 — Qual a previsão geral para o mercado brasileiro de veículos no próximo ano?
Jean-Michel Jalinier — É um momento ainda um pouco conturbado, então é difícil fazer previsões. Hoje existe a previsão otimista de venda de 3,4 milhões de veículos. Pessoalmente, acredito que seja uma visão muito otimista. Eu acredito que teremos um mercado de 3 milhões de veículos, como neste ano.Será um ano de eleições, então é preciso ver as medidas que serão tomadas e como o mercado sentirá. Mas também eu me preparo para lidar com qualquer reação do mercado, seja para a minha previsão, seja para as previsões mais otimistas, assim eu espero.
G1 — Vocês pretendem fazer novas contratações no próximo ano?
Jean-Michel Jalinier — No momento, não necessitamos aumentar os investimentos na capacidade de produção, porque hoje nas nossas fábricas não utilizamos toda a capacidade, mas é claro que toda a produção de veículos suplementar vai necessitar a contratação de novos funcionários. Acredito que 2010 deverá ser um ano de contratações para a Renault.
G1 — Quantos lançamentos a marca prepara para o ano que vem? Quais serão esses modelos?
Jean-Michel Jalinier — Vamos continuar a renovar nossa gama, com o lançamento de seis novos produtos no ano de 2010. Será um ano em que devemos nos apoiar nesses novos produtos. Claro que teremos produtos para segmentos que ainda não atuamos como, por exemplo, o novo SUV que virá em 2011 e completará a gama Renault.
G1 — Ele vai concorrer com o Ford EcoSport, um grande sucesso no mercado brasileiro?
Jean-Michel Jalinier — Será um produto com grande sucesso no Brasil e fará frente aos seus concorrentes.
G1 — Ele será muito diferente em relação ao romeno Dacia Duster, modelo que será vendido na Europa?
Jean-Michel Jalinier — O veículo tem a plataforma da Romênia, mas vamos apoiar nossas forças nos centros de engenharia e de design que existem aqui no Brasil para, a partir daí, fazer um veículo brasileiro, perfeitamente adaptado à forma do mercado brasileiro e, sobretudo, ao gosto do cliente brasileiro.
G1 — O senhor pensa em importar carros europeus para investir no mercado de luxo?
Jean-Michel Jalinier — Não, hoje não temos projeto de importação de veículos europeus, porque o custo para trazer um veículo da Europa é muito alto, com 35% de alíquota de importação sobre o preço do veículo. Isso não nos permite importar e sermos competitivos. Então, nossa vontade é ser um fabricante de veículos brasileiro, fabricando os produtos que vendemos no país. Temos uma fábrica também na Argentina, da qual importamos cerca de 30 mil veículos, mas também exportamos para a Argentina 30 mil unidades.
G1 — Há a possibilidade de trazer a gama Gordini ou até mesmo criar no Brasil séries especiais com a grife?
Jean-Michel Jalinier — Claro, a possibilidade existe. Mas o nome Gordini não tem o mesmo significado na Europa e no Brasil. Na Europa, o Gordini é uma versão esportiva, com apelo de rali. E no Brasil há outra conotação, porque é ligado ao Dolfini, que decidiu apelidar o Dolfini com o nome Gordini. Então temos o mesmo nome, que não significa a mesma coisa na Europa e no Brasil. Sem dúvida, é um nome que me interessa, mas vamos refletir sobre a maneira que deveremos utilizá-lo.
G1 — Sobre o movimento mundial contra o aquecimento global, qual é o ponto de vista da Renault em relação ao papel das montadoras neste combate?
Jean-Michel Jalinier — O papel dos fabricantes é essencial. Primeiramente, é preciso colocar as coisas no seu lugar. O automóvel contribui para o aquecimento global, mas ele representa apenas cerca de 15% das emissões de gases causadores do efeito estufa. Deste modo, 15% é um número importante e é preciso que trabalhemos, mas o automóvel não é o único responsável. A Renault globalmente pensa que tem um papel importante a trabalhar nesse combate ao aquecimento global e se engaja para ser o fabricante mais ativo nesse domínio. Assim, a Renault decidiu investir em uma gama de veículos elétricos, que será comercializada na Europa, com dois automóveis que serão lançados em 2011 e outros dois em 2012. É um investimento extremamente importante, são veículos verdadeiramente com emissão zero. Será a melhor resposta à redução de gases que causam o efeito estufa.
G1 — O que representa a operação no Brasil em relação às vendas da Renault mundialmente?
Em 2008, o país entrou na lista dos 10 mercados mais importantes para a Renault, mas com o volume que atingimos neste ano nós estamos no 5º lugar. É um país extremamente importante, a prova disso é o anúncio de investimento de R$ 1 bilhão que acabamos de fazer.
Fonte: Globo.com/G1/Priscila Dal Poggetto | www.g1.globo.com
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Mercedes-Benz contrata 300 para fábrica de São Bernardo do Campo
Folha de S. Paulo
A Mercedes-Benz vai contratar mais 300 funcionários para a fábrica de São Bernardo do Campo, que começam a trabalhar em janeiro. Desse total, 50 são aprendizes do Senai.
O anúncio foi feito na última quinta-feira pelo presidente da empresa no Brasil, Jürgen Ziegler, durante visita ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Segundo o presidente do sindicato, Sérgio Nobre, essa foi a primeira vez que um presidente de montadora visitou a sede da entidade em mais de 20 anos.
Em setembro, a Mercedes-Benz anunciou a contratação de outros 1.315 trabalhadores para a linha de caminhões e ônibus na mesma planta.
De acordo com os últimos números divulgados pela Anfavea (associação das montadoras), o número de empregados nessas empresas somou em novembro 123.913 trabalhadores, 2.093 a mais do que no mês anterior, mas ainda abaixo do contabilizado em outubro de 2008 (131.717), quando houve o agravamento da crise internacional.
A indústria automobilística estima produzir 3,39 milhões de veículos em 2010. Se o número se concretizar, vai representar um acréscimo de 5,4% sobre a quantidade fabricada neste ano, que deve fechar em 3,22 milhões de veículos, número que engloba automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões.
Fonte: Folha de S. Paulo | www.folha.uol.com.br
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GM dos EUA anuncia intenção de voltar para a Bolsa em julho de 2010
Diário do Grande ABC/AFP
A montadora americana GM (General Motors) anunciou ao departamento do Tesouro que fará esforços para ser cotada na bolsa a partir de 10 de julho do próximo ano, informou o secretário-assistente do Tesouro, Herbert Allison.
O grupo não é cotado na bolsa desde que se amparou na lei de concordatas no início de junho passado.
A GM registrou um prejuízo de US$ 1,151 bilhão entre 10 de julho, data de sua saída da falência, e 30 de setembro.
Fonte: Diário do Grande ABC/AFP | www.dgabc.com.br
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GM nomeia novo diretor para marcas Buick e GMC
Agência EFE
A General Motors (GM) nomeou na última quinta-feira (17) Brian Sweeney como novo diretor-gerente das marcas Buick e GMC, depois da inesperada saída de Michael Richards, que se demitiu apenas dez dias depois de indicado para o cargo. Sweeney, de 42 anos e que desde junho de 2008 era diretor-geral de vendas da Buick-GMC, assume o cargo de forma imediata.
A vice-presidente de vendas da GM, Susan Docherty, disse em comunicado que Brian Sweeney “teve um papel-chave no fortalecimento das marcas Buick e GMC com seu trabalho” com as “concessionárias e as atividades de marketing”.
A reestruturação dos mais altos cargos da GM se acelerou desde que, em 1º de dezembro, o presidente do Conselho de Administração, Ed Whitacre, anunciou a saída do executivo-chefe da empresa, Fritz Henderson.
Após 40 dias em quebra em meados do ano, a GM iniciou uma profunda reestruturação, que inclui a eliminação de quatro marcas (Saab, Saturn, Hammer e Pontiac) e a manutenção de outras, como Chevrolet, Cadillac, Buick e GMC.
Fonte: Agência EFE | www.efe.com
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Marcopolo encerra parceria e terá nova operação na Rússia
Valor Econômico
A Marcopolo anunciou ontem o encerramento da associação que mantinha desde 2007 com a empresa Ruspromauto, hoje Gaz Group, na Rússia, e a transferência da sua parte dos ativos, correspondentes a 50% da antiga operação, para uma controlada integral “em fase final de constituição”. Em comunicado ao mercado, a fabricante de carrocerias de ônibus informou que a nova subsidiária vai “explorar as oportunidades do mercado russo”.
A empresa não disse se no futuro a controlada pretende retomar as operações industriais – paralisadas no país desde o fim de 2008 – ou vai funcionar só como uma importadora. Nas projeções de desempenho para o próximo ano, a Marcopolo não prevê produção na Rússia e em recente entrevista ao Valor o diretor de relações com investidores, Carlos Zignani, disse que a companhia poderia abastecer o mercado russo a partir de 2011 com ônibus fabricados na China ou na Índia. A China tem uma relação comercial com a Rússia que facilitaria os negócios para a brasileira.
A joint venture entre a empresa brasileira e a então Ruspromauto começou a produzir no fim de 2007 e chegou a operar com duas fábricas, que foram paralisadas um ano depois devido ao tombo do mercado russo provocado pelo estouro da crise mundial. Em 2008 as vendas locais ficaram em 350 unidades, consolidadas meio a meio entre os dois sócios, ante uma projeção original de 550 ônibus naquele ano e de 1 mil em 2009.
Com a frustração dos planos provocada pela crise e logo após a paralisação das operações, a Marcopolo informou, no início de 2009, a desativação definitiva da unidade na cidade de Golitsino, na região metropolitana de Moscou. As linhas de montagem foram transferidas para Pavlov, a 400 quilômetros da capital do país, que ficou com uma capacidade instalada de 1,5 mil a 2 mil unidades por ano, mas o custo de manutenção da fábrica parada chegava a US$ 80 mil por mês.
Fonte:Valor Econômico/ Sérgio Bueno | www.valoronline.com.br
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Serra se diz “sócio” de nova linha da Ford em Taubaté
O Estado de S. Paulo
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), participou ontem, 17, da inauguração da linha de produção do motor Sigma na fábrica da Ford em Taubaté, no Vale do Paraíba. Acompanhado pelo vice-governador, Alberto Goldman, pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Alckmin, e pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (PSB), o governador disse que foi graças a ele, quando foi ministro no governo Fernando Henrique Cardoso, que a Ford permaneceu no Brasil.
“No começo do governo do presidente Fernando Henrique, quando eu era ministro do Planejamento, nós adotamos uma política para a indústria automotiva brasileira. Naquele momento, a Ford estava arrumando as malas para ir embora do Brasil, por causa das condições de competitividade”. Segundo Serra, ele assumiu um papel fundamental para a permanência da empresa no País. “Devo dizer que eu fui o principal impulsionador e fizemos uma medida provisória que criou um novo regime de incentivos ao setor, do ponto de vista tributário e de comércio exterior. Portanto eu me sinto também, não só governador, como homem público, mas também sócio deste projeto”.
A produção do novo motor, que é fabricado com bloco, cabeçote e cárter de alumínio, tem como destaque o baixo peso, alta performance, baixo consumo e baixa emissão de poluentes. De acordo com a Ford, o novo motor de 16 válvulas gera uma potência de 115 cavalos a 5.750 rotações por minuto com álcool e 110 cavalos a 6.250 rotações por minuto com gasolina. Para que o motor pudesse ser fabricado, a Ford recebeu investimentos de R$ 600 milhões, anunciados pela montadora no início deste ano. Além do investimento, o aumento na produção motivou também a contratação de 278 novos funcionários.
Atualmente, técnicos da Ford estão realizando o “try-out”, termo empregado para testes de pré-produção que verificarão eventuais necessidades de ajustes durante as etapas da linha de produção. “A linha Sigma representa um grande passo em relação ao avanço em sustentabilidade e economia para atender às exigências do mercado”, declarou o presidente da Ford Brasil e Mercosul, Marcos de Oliveira.
O Complexo Industrial de Taubaté tem dois mil funcionários em área total de 819 mil metros quadrados (sendo 100 mil metros quadrados de área construída). Além dos motores, a unidade também é responsável pela produção de transmissões, em três turnos de trabalho. A unidade conta ainda com uma fundição de cabeçote para o motor. Em quase 40 anos de atividades, a fábrica já produziu mais de 4,3 milhões de motores, cerca de metade deles exportados para os EUA, Argentina e Venezuela. A expectativa da montadora é de se chegar à fabricação de 150 mil unidades do novo motor por ano.
Fonte: Estado de S. Paulo/Luara Bodini | www.estadao.com.br
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Fazenda mantém benefício fiscal para motos até março
O Estado de S. Paulo
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou hoje a prorrogação até 31 de março de 2010 da desoneração da Cofins para motocicletas com até 150 cilindradas. A alíquota antes do benefício era de 3% e foi zerada, com repasse integral ao consumidor. No início do anúncio, Mantega se confundiu e anunciou erroneamente que estava mantendo a alíquota de PIS zerada e não a da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). O ministro afirmou que o acordo para a manutenção dos empregos na indústria de motos também foi prorrogado até 31 de março. De acordo com o ministro, a renúncia fiscal do governo com essa medida será de R$ 54 milhões.
Fonte: O Estado de S. Paulo/ Anne Warth e Ricardo Leopoldo | www.estadao.com.br
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Fiat 500 mexicano será vendido no Brasil
Quatro Rodas
O CEO dos grupos Chrysler e Fiat, Sergio Marchionne, afirmou que o 500 será produzido no México e vendido no Brasil em 2010.
“Metade das unidades produzidas serão destinadas para os Estados Unidos, enquanto que o restante delas será comercializado na América Latina, incluindo países como México e Brasil”, declarou Marchionne.
Segundo a agência de notícias Automotive News, os motores 1.4 que equiparão o compacto serão fabricados na planta da Chrysler no estado de Michigan.
As atividades devem ser iniciadas no último trimestre do ano que vem e a capacidade produtiva anual é estimada em 100 mil motores. Após serem finalizados, os conjuntos serem enviados para a fábrica mexicana da Chrysler em Saltillo, que será responsável pela produção do 500.
A marca norte-americana deve gastar 179 milhões de dólares para adequar a fábrica norte-americana para a produção do novo motor.
Ainda de acordo com a Automotive News, a Chrysler está estudando outras aplicações para o motor, sendo que uma versão equipada com turbocompressor figura entre os planos da empresa.
Fonte: Quatro Rodas | www.quatrorodas.abril.com.br
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Economia do Grande ABC cresce 53,8% em cinco anos
Diário do Grande ABC
A economia do Grande ABC apresentou crescimento de 53,8% no período que vai de 2003 a 2007, de acordo com dados do mais recente levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre o PIB (Produto Interno Bruto) dos municípios do País.
A forte expansão – de R$ 41,4 bilhões para R$ 63,7 bilhões -, segundo especialistas, deve-se não apenas a um cenário econômico favorável mas também à importância da indústria automotiva, que vinha em ascensão nesses cinco anos.
“Esse dinamismo ficou evidenciado em 2007, pela alta das exportações, nas quais o setor automobilístico teve participação expressiva”, afirma o coordenador do curso de Ciências Econômicas da USCS (Universidade Municipal de São Caetano), Francisco Rozsa Funcia.
Ele destaca que, em função do crescimento do PIB nacional, a região não melhorou de forma isolada. Foi acompanhada, de forma geral, pelo desenvolvimento de outros locais do País.
Dessa forma, o Grande ABC, se fosse considerado uma cidade única, continuaria na quarta colocação (e não na terceira, como foi publicado ontem pelo Diário) do ranking dos PIBs municipais – atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília – mesma posição apontada no levantamento anterior, sobre a economia dos municípios em 2006.
Isso, mesmo com pequena queda relativa (na participação do PIB brasileiro) do Rio de Janeiro e de São Paulo. Esta última, que cresceu 52,7% no período, tinha 12,3% de fatia de toda a riqueza nacional em 2003, que caiu para 12% em 2007. O Rio teve redução relativa de 5,6% para 5,2%, embora tenha tido crescimento econômico de 45%.
CIDADES
Conhecido por ser um polo automotivo, ao reunir fábricas de cinco montadoras, São Bernardo se destaca em termos de valores do PIB. Foram R$ 25,5 bilhões em 2007, o que lhe dá a 12ª colocação no ranking nacional e a quarta posição no Estado – em que perde apenas para a Capital, Guarulhos e Campinas.
Outro levantamento, dos 30 maiores municípios brasileiros, feito pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados), com base nos números do IBGE, mostra que a cidade avançou em relação ao ano anterior. Em 2006, estava em 15º no País e em quinto no Estado.
Frente a 2003, São Bernardo, apesar da ascensão de 61% no PIB (em valores), teve pequeno aumento em sua participação na economia nacional. Naquele ano, representava 0,93% do PIB brasileiro e chegou a 0,96% em 2007.
Também bem colocada no ranking – é a 25ª colocada no País e 10ª no Estado – Santo André cresceu 33,47% no mesmo período. Na sequência, aparece São Caetano, 37ª maior do Brasil e a 13ª em âmbito estadual.
Setor automotivo impulsiona desenvolvimento
O levantamento do IBGE mostra que a região conseguiu se fortalecer nos últimos anos em função, sobretudo, da indústria automotiva e de outros ramos ligados a essa cadeia produtiva. A cidade de São Bernardo, sozinha, respondia por cerca de 1,2% do valor adicionado bruto (ou seja, valor que agrega aos bens e serviços consumidos no processo produtivo) em 2003, e esse percentual subiu para 1,4% em 2007. Nesse ano, o setor de veículos paulista cresceu 6,7%.
Para o professor de Economia da USCS Francisco Rozsa Funcia, os números nesta década mostram reversão de quadro observado nos anos 1990, quando as sete cidades sofreram com o fechamento de postos de trabalho nessa atividade. Para ele, isso tem em parte relação com o crescimento mais sustentado do País. “Mas também não podemos negar que o Grande ABC tem hoje condição diferente de outras regiões, por suas vantagens competitivas, suas relações de trabalho, sua experiência acumulada e sua inserção internacional”, afirma.
Fonte: Diário do Grande ABC/Leone Farias | www.dgabc.com.br
Publicado em Mercado Automotivo | Tags:IBGE, Mercado Automotivo, PIB, Setor Automotivo
Mercedes-Benz fornecerá 460 ônibus para a Copa do Mundo de 2010
Canal do Transporte
A Daimler Buses fechou contrato para fornecer 460 chassis de ônibus rodoviários Mercedes-Benz O 500 RSD a Autopax Passenger Service, maior operadora de serviços de transporte para longas distâncias da África do Sul, país que sediará a Copa do Mundo em 2010. Produzidos no Brasil e encarroçados pela Marcopolo, com entregas a partir deste mês, os veículos rodarão durante a maior competição de futebol do planeta.
Ônibus
A montadora prevê a entrega de todas as 460 unidades até abril de 2010, bem antes da Copa do Mundo, que começa em junho. A Mercedes-Benz do Brasil fornecerá os chassis O 500 RSD via CKD (completamente desmontados) para a planta da marca na cidade sul-africana de East London, responsável pela montagem dos veículos; enquanto as carroçarias dos ônibus serão produzidas pela Marcopolo em Johannesburg, também na África do Sul.
Com capacidade para transportar entre 52 e 61 passageiros, o chassis Mercedes-Benz O 500 RSD é equipado com motor eletrônico e transmissão automática com retarder integrado, além de ar condicionado e equipamentos de entretenimento como DVD e MP3. De acordo com o diretor de Vendas da Daimler Buses, Holger Suffel, a montadora irá também responder pela manutenção dos veículos. “Com o volume de 460 veículos, a Daimler Buses fornecerá o maior número de ônibus rodoviários para um dos principais eventos que acontecerá na África do Sul”, destaca o vice-presidente executivo da divisão de ônibus da Daimler, Hartmut Schick.
Fonte: Canal do Transporte | www.canaldotransporte.com.br
Publicado em Mercado Automotivo, Veículo | Tags:Daimler, Marcopolo, Mercado Automotivo, Mercedes-Benz, Setor Automotivo
Chrysler vai montar motor pequeno em fábrica dos EUA para Fiat
O Estado de S. Paulo/Reuters
A Chrysler vai montar um motor pequeno fornecido pela Fiat a partir do final de 2010 por meio de um investimento de 179 milhões de dólares em uma fábrica da montadora em Michigan, informou o presidente-executivo das empresas, Sergio Marchionne, na última quinta-feira.
A Chrysler vai usar o motor de 1,4 litro primeiro no Fiat 500 que será produzido no México, que terá metade de sua produção voltada para o mercado dos Estados Unidos e a outra metade para a América Latina, afirmou Marchionne em entrevista na sede da montadora norte-americana.
O anúncio sobre o motor, que faz parte do plano de reestruturação da Chrysler anunciado em novembro, vai criar 573 empregos na indústria, dos quais 155 na Chrysler, disse Marchionne.
A Chrysler deixou processo de concordata bancado pelo governo dos Estados Unidos em junho, sob administração da Fiat.
Fonte: O Estado de S. Paulo/Reuters | www.estadao.com.br
Publicado em Mercado Automotivo | Tags:Chrysler, Fiat, Mercado Automotivo, Setor Automotivo
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