Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Toyota fará carro para países emergentes

Valor Econômico

A fábrica que a Toyota vai construir em Sorocaba, interior de São Paulo, terá uma irmã gêmea na Índia. Ambas produzirão um novo modelo compacto, que está sendo especialmente desenvolvido para mercados emergentes. Depois de perder dinheiro por ter se concentrado demais nos Estados Unidos, a maior fabricante de carros do mundo percebe que não pode mais protelar seu crescimento nos mercados emergentes. Ao mesmo tempo, a companhia afirma publicamente que, apesar dos erros, está disposta a recuperar os princípios que a transformaram na montadora mais admirada na comunidade automotiva.

A direção da filial brasileira não tem se interessado muito por entrevistas. Seu presidente, Shozo Hasebe, no cargo desde 2005, não é visto sequer em eventos com os próprios concessionários. A direção local confirma, no entanto, que os recentes resultados financeiros negativos no balanço mundial não impedirão o prosseguimento daquele que promete ser um dos mais ousados projetos da companhia no Brasil.

Há dois meses começaram os trabalhos de terraplenagem no terreno que abrigará uma nova fábrica da Toyota em Sorocaba. A ideia é colocar a linha de montagem em operação em 2011. O mesmo carro, segundo confirma a empresa, será produzido numa nova fábrica, que também começa a ser construída próxima à instalação que a montadora já possui em Bangalore, na Índia.

Sob o olhar de qualquer empresa que fabrica automóveis, soa estranho que a maior de todas tenha ainda presença tão tímida em determinados países. O Brasil é hoje o quinto maior mercado de veículos do mundo, atrás de Estados Unidos, China, Japão e Alemanha. A Índia ocupa o nono lugar desse ranking. No entanto, a participação da Toyota é de 2,8% no mercado brasileiro e de 2,6% no indiano.

Mesmo levando em conta a conhecida cautela dos japoneses, a demora para reforçar presença nas regiões com consumidores de menor poder aquisitivo não se deveu apenas a eventuais dúvidas em relação a economias locais nem sempre estáveis.

Segundo fontes que participaram dos últimos projetos da Toyota, as equipes de engenharia tiveram muita dificuldade para conceber um carro que fosse barato e que, ao mesmo tempo, atendesse aos conhecidos padrões de qualidade japoneses.

Falou-se muito, no mercado, sobre a possibilidade de a companhia optar por um modelo da Daihatsu, uma marca coligada especializada em veículos mais simples. Mas, por fim, a montadora decidiu desenvolver um automóvel totalmente novo, voltado para mercados onde os concorrentes estão pensando da mesma forma.

Entre os que participaram das discussões em torno do projeto, fala-se que a empresa está decidida a perseguir uma fórmula que a leve a ter no Brasil um carro abaixo de R$ 30 mil, preço dos modelos mais simples produzidos no país pelas montadoras europeias e americanas.

Com a previsão de chegar ao final do ano fiscal, que se encerra em março de 2010, com prejuízo próximo de US$ 1 bilhão, há um mês o presidente mundial da Toyota, Akio Toyoda, revelou a jornalistas japoneses que a companhia estava “lutando pela sua salvação”. A empresa passou pelas fases do “excesso de confiança nascido do sucesso”, da “busca indisciplinada por mais” e da “negação do risco e do perigo”, disse Toyoda, ao citar o livro “How the Mighty Fall” (Como caem os poderosos) do guru da administração Jim Collins.

Para o professor José Roberto Ferro, um dos principais especialistas brasileiros no modelo Toyota de produção enxuta, a montadora está passando por um momento de reflexão dos erros. “Agora é a luta para continuar Toyota e não ser mais uma GM”, afirma o pesquisador.

“Eles erraram não porque o modelo está errado, mas porque teriam deixado de segui-lo”, diz Ferro. O professor aponta as divergências entre dois grupos dentro da companhia. Um teria insistido na fórmula de crescer a todo o custo para ser líder. Esse grupo teria saído vitorioso quando a montadora japonesa conseguiu ultrapassar a General Motors.

Quando a crise mundial atingiu profundamente o mercado americano ao mesmo tempo em que o câmbio desfavorável ao iene expôs o erro de depender demais de exportações a partir do Japão, a empresa acordou.

Ao mesmo tempo, apesar de a centralização das decisões em uma única pessoa, como o presidente, vá contra a cultura da Toyota, a companhia decidiu trocar o comando, antecipando a condução de Akio Toyoda, neto do fundador da empresa, Kiichiro Toyoda, para o cargo de presidente, em junho deste ano.

Apesar de fontes da indústria de autopeças garantirem que os principais fornecedores da fábrica de Sorocaba já terem sido escolhidos, pairam ainda algumas dúvidas. Ninguém duvida que a direção da Toyota seja capaz de interromper um projeto, mesmo se as obras estiverem adiantadas, se não estiver plenamente segura do investimento que está fazendo.

Há cerca de dois anos, a montadora ergueu uma fábrica no Mississippi, Estados Unidos. Mas a conclusão do empreendimento foi interrompida sob a alegação de que é preciso esperar a crise passar. Mesmo no Brasil, há o caso do famoso terreno comprado em Indaiatuba (SP) em 1990, no qual a atual fábrica do modelo Corolla só foi construída seis anos mais tarde.

Uma parte da filosofia de trabalho da Toyota se sustenta no respeito às pessoas. O americano Jeffrey Liker, autor do livro “The Toyota Way”, lembra que, ao contrário de vários fabricantes de veículos dos Estados Unidos e Europa, não é costume da Toyota dispensar empregados e fechar fábricas nos países desenvolvidos ao mesmo tempo em que constrói novas fábricas em países de baixo custo. “Isso é uma coisa que a Toyota não faz; viola o respeito que a empresa tem pelo valor das pessoas”, afirma o pesquisador, sem querer, no entanto, aprofundar-se nas questões que envolvem o investimento no Brasil.

Entre os concessionários, porém, não há dúvidas de que o projeto do novo automóvel está mais do que definido. É o que pensa, por exemplo Mark MC Larty, presidente do conselho da holding americana MC Larty, dona de concessionárias em todo o mundo.

“Faz tempo que faltam novos produtos da marca no Brasil”, afirma o executivo. Somente nos Estados Unidos, a MC Larty tem 100 concessionárias, das quais 15 são Toyota. Com as perspectivas de negócios no Brasil, o grupo adquiriu três pontos de venda no Brasil, em parceria com a família Caltabiano. Agora chegou a vez da China, onde das 200 revendas do grupo, 11 são Toyota. “Na China, o mercado está pegando fogo”, afirma. “No Brasil também é preciso seguir em frente”, completa MC Larty.

Fonte: Valor Econômico| www.valoronline.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Vendas de veículos à vista respondem por 42% do total no 3º trimestre

Folha de S. Paulo

As vendas à vista de automóveis e comerciais leves atingiram 42% do total no terceiro trimestre. Dos 58% restantes, referentes às vendas a prazo, 29% correspondem ao CDC (Crédito Direto ao Consumidor), 24% ao leasing e 5% ocorreram por meio de consórcio, de acordo com levantamento da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) divulgado nesta quinta-feira.

No segmento de veículos comerciais (caminhões e ônibus), 58% das unidades comercializadas foram por meio do Finame, 19% por leasing, incluindo o Finame Leasing, 11% por meio de CDC e 2% por consórcio. No setor de motocicletas, 41% ocorreram por meio de CDC, 35% por consórcio e 3% por leasing.

O saldo total das carteiras de CDC e leasing para financiamento de veículos por pessoas físicas chegou a R$ 153,9 bilhões em setembro, com alta de 11,9% sobre o mesmo período de 2008. As operações de CDC apresentaram um crescimento de 5,5%, passando para R$ 87,9 bilhões. Já o leasing cresceu 21,7%, alcançando R$ 66 bilhões.

“Estamos atingindo patamares similares ao período pré-crise, com oferta de crédito, retomada da confiança do consumidor e recuperação da economia brasileira. O setor vem avançando e, portanto, continuamos apostando num cenário de recuperação gradual, com expectativa de obter em 2009 um crescimento entre 10% e 15%”, afirma Luiz Montenegro, presidente da Anef.

A taxa média de juros praticada pelas empresas associadas à Anef ficou em 1,45% ao mês em setembro e 18,86% ao ano. No mesmo mês do ano passado, eram 1,78% e 23,58%, respectivamente.

Os planos máximos oferecidos pelas financeiras em setembro ficaram em 80 meses, ante 60 vezes no mesmo período do ano passado. Já os planos médios atingiram 42 meses, frente a 40 anteriormente.

A inadimplência acima de 90 dias para financiamentos com CDC ficou praticamente estável, passando de 5,1% da carteira em agosto para 4,9% em setembro.

A pesquisa mostra ainda que 56,1% da frota estimada de 25,2 milhões de automóveis e comerciais leves com 15 anos de vida em circulação no Brasil possui financiamento ativo. Esse volume equivale a cerca de 14 milhões de consumidores, sendo que 38,5% têm alienação fiduciária gerada por operações de CDC ou consórcio, 14,6% possuem arrendamento mercantil e 3% contam com algum outro tipo de financiamento (penhor mercantil, reserva de domínio, etc).

Fonte: Folha de S. Paulo | www.folha.uol.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Fabricante de carros elétricos se torna o homem mais rico da China

Folha de S. Paulo//EFE

O presidente e fundador da companhia automobilística BYD, Wang Chuanfu, é a pessoa mais rica da China, de acordo com a lista anual das maiores fortunas do gigante asiático publicada hoje pela revista “Forbes”.

Wang, 43, passou do 23º lugar do ano passado ao primeiro, depois que sua fortuna cresceu para US$ 5,8 bilhões graças à valorização de sua empresa após a compra de 10% pelo investidor americano Warren Buffett.

O homem mais rico da China fundou a BYD (Build Your Dreams, ou “Construa seus Sonhos” em inglês) em 1995, para produzir baterias para telefones celulares. Em 2003, entrou no mercado do automóvel e se transformou em uma das primeiras empresas do mundo a produzir carros elétricos, e agora tem como objetivo se transformar o maior fabricante mundial até 2025.

Atrás de Wang, ficou o presidente da East Hope e ex-número um da lista no ano passado, Liu Yongxing, com uma fortuna de US$ 5,499 bilhões.

O terceiro lugar é do presidente da companhia de bebidas Wahaha, Zong Qinghou, que expandiu este ano seu negócio com um investimento de mais de US$ 878 milhões, apesar do impacto da crise financeira, informou hoje a agência oficial “Xinhua”.

A primeira mulher da lista é Yang Huiyan, acionista da imobiliária do pai, a Country Gardens, que ocupa o quinto lugar da lista, depois que sua fortuna cresceu 75% este ano, para US$ 3,9 bilhões.

Segundo a “Forbes”, os ativos totais das 40 pessoas mais ricas da China chegaram a US$ 106 bilhões.

Fonte:Folha de S. Paulo//EFE | www.folha.uol.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Montadora exige detalhes até sobre raios e ventos

Valor Econômico

A princípio, o tipo de vento numa determinada região pode até exercer alguma influência num projeto industrial. Se o construtor da obra for ainda mais minucioso, ele vai querer saber quantos raios passam pela área por ano. Mas, se a empresa que ele representa tiver origem em um país constantemente atingido por terremotos, é importante que se informe que nada do gênero, nem mesmo tufões, fazem parte da história da localidade.

O nível de detalhamento de dados que os representantes da Toyota solicitaram à Prefeitura de Sorocaba, desde que a empresa começou a namorar o município para construir uma fábrica, foi tão grande que as autoridades locais e a própria população ficaram sabendo de coisas nas quais nunca haviam antes pensado em pesquisar.

Agora todos já sabem, pelo menos na Prefeitura, que o número de raios por ano na cidade chega a 1.879. A pesquisa sobre os tais ventos que a montadora queria saber revelou que por ali eles são do tipo alíseos, coisa de regiões tropicais. Os 12 hospitais oferecem 2.300 leitos, número quase igual ao que os visitantes encontram nos hotéis.

Os japoneses também fizeram questão de obter dados sobre o nível de especialização da sua futura mão de obra, incluindo a quantidade de habitantes com idade entre 18 e 30 anos.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Sorocaba caprichou no arsenal de informações que pesquisou. Por fim, também atendendo ao pedido da multinacional, foram fornecidos os nomes e endereços de todos os restaurantes, por tipo de cozinha. Claro que a japonesa foi destacada. Mas é importante que a direção da Toyota saiba – e muitos dos seus executivos já descobriram – que o prato regional é a costela. Se houver interesse, Sorocaba conta com seis costelarias, incluindo duas filiais do famoso restaurante “Kostela do japonês”.

“Não foi pelos lindos olhos que ganhamos esse investimento”, afirma o assessor técnico da secretaria de desenvolvimento, José Fernando Alonso. Ele foi um dos que mais trabalharam nas discussões com a montadora. Munido de pilhas de papéis com as informações que a empresa solicitou, Alonso se sente realizado com o início da terraplenagem da área de 3,7 milhões de metros quadrados do terreno que a Toyota comprou, nas margens do quilômetro 92 da rodovia Castello Branco.

Embora a fase inicial do projeto divulgado pela empresa seja 150 mil carros por ano, com 2,5 mil empregos diretos, Alonso já se prepara para uma produção anual maior que, diz ele, poderá chegar a 400 mil veículos. O melhor é que, junto com a Toyota, virão os principais fornecedores, que na indústria automobilística são chamados de sistemistas.

A montadora japonesa será uma espécie de empreendimento âncora de um parque industrial que a Prefeitura de Sorocaba projetou para abrigar também centros de tecnologia para futuras parcerias entre a montadora e as universidades locais.

A Fatec (Faculdade de Tecnologia) já abriu inscrições para o vestibular de novos cursos superiores, montados também a pedido da Toyota, segundo o diretor interino, Luiz Carlos Rosa. Coincidindo com o início de produção do novo carro, daqui a três anos já estarão formadas as turmas dos cursos de eletrônica automotiva e tecnologia em processos metalúrgicos, que começarão em janeiro.

O namoro entre a Toyota e Sorocaba durou dois anos. Alonso lembra que foi até o escritório num sábado de carnaval para atender à equipe que viera do Japão para conhecer a cidade. O protocolo de intenções para o investimento foi firmado em junho de 2007. Além de isenção de IPTU e ISS, o município vai ressarcir a empresa com gastos como a terraplenagem.

Hoje, a prefeitura tem sido procurada por empresas, como grupos de hotéis, interessados em também investir na região, que já conta até com diversas empresas do setor metalúrgico.

A 80 quilômetros da capital de São Paulo e a 60 de Indaiatuba, onde está a outra fábrica da Toyota, Sorocaba estava no páreo com a vizinha Piracicaba, além de cidades de outros Estados.

Prevaleceu, segundo conclusões de especialistas do mercado, a escolha pela facilidade de logística, para ligar a nova fábrica aos principais canais de escoamento para importação e exportação, fornecimento de autopeças e a proximidade com o mercado consumidor. Mas, além disso, fazem questão de dizer as autoridades locais, os japoneses ficaram muito interessados pela organização e limpeza no município.

Fonte: Valor Econômico | www.valoronline.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Kia fecha outubro com novo recorde de vendas no Brasil

Canal do Transporte

A Kia Motors vendeu 4.033 veículos no atacado em outubro no Brasil, volume 15% superior as 3.505 unidades comercializadas em setembro e novo recorde de vendas no mês. O Kia Soul foi o modelo mais vendido, com 1.045 unidades; seguido por Sportage (890); Cerato (817); Bongo (612) e Picanto (441). No acumulado dos primeiros dez meses de 2009, por sua vez, a marca soma 20.606 unidades vendidas. “No último bimestre do ano, esperamos repetir o desempenho mensal igual ou superior a outubro. Se isso acontecer, vamos superar a estimativa de 25 mil unidades em 2009″, prevê José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil.

Fonte: Canal do Transporte | www.canaldotransporte.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

MVC anuncia nova unidade de produção na fábrica da Iveco

Canal do Transporte

O fornecimento de mais um componente vai viabilizar a abertura de uma nova unidade de produção da MVC na planta da Iveco em Sete Lagoas, Minas Gerais. Trata-se do novo teto para o caminhão Stralis, que a empresa de componentes plásticos começa a produzir ainda este ano.

Unidade

O diretor-geral da MVC, Gilmar Lima, revela que o fornecimento do produto viabilizará a abertura da nova unidade de produção a partir do segundo semestre de 2010. Inicialmente, segundo o executivo, ela irá produzir somente tetos. “Mas o objetivo é passar a fabricar também revestimentos internos, pára-choques, pára-lamas, piso e outros produtos inovadores em materiais compósitos que estamos desenvolvendo”, acrescenta.

Segundo a fabricante, as primeiras unidades do novo teto do caminhão da Iveco começarão a ser entregues já no início do próximo ano. A expectativa da MVC é atingir uma produção média de 4.000 conjuntos ao ano.

De acordo com o diretor-geral, o desenvolvimento do projeto do novo teto do Stralis teve início em agosto, depois que a montadora iniciou o processo de nacionalização de componentes. “Neste período, desenvolvemos e aperfeiçoamos o processo de fabricação do teto em RTM Light, que antes era produzido em SMC. Com a utilização desse processo, o custo de ferramental diminui, além de permitir a flexibilidade de volumes”, analisa Lima, acrescentando que o processo de RTM Light traz vantagens para a produção de peças de grande tamanho e área, reduzindo os investimentos iniciais e permitindo maior velocidade para produção e também mudanças de design.

Fonte: Canal do Transporte | www.canaldotransporte.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Audi amplia garantia de seminovos para dois anos

Globo.com/G1

A Audi anunciou um programa de garantia de dois anos para os veículos usados da marca, chamado Audi Qualified. “Muitos dos nossos compradores de usados financiam o carro em até 24 meses, por isso achamos importante oferecer essa tranqüilidade da garantia de dois anos”, explica Marco Borrs, gerente do programa Qualified da Audi Brasil.

O selo Qualified, criado em 1999, dava apenas um ano de garantia. “Muitos dos nossos compradores de usados financiam o carro em até 24 meses, por isso achamos importante oferecer essa tranqüilidade da garantia de dois anos”, explica Borrs. A garantia é oferecida somente aos automóveis com no máximo cinco anos de uso ou 100 mil quilômetros rodados, sem histórico de acidentes.

Segundo a Audi, o crescimento de neste ano no Brasil (36% no aumento de janeiro a outubro em relação ao mesmo período do ano passado), deve aumentar também a procura por seminovos nas concessionárias da marca alemã.

Fonte: Globo.com/G1 | www.g1.globo.com

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Biocombustíveis avançam na matriz

Valor Econômico

Poucos setores produtivos no Brasil experimentam uma dinâmica tão expressiva nos negócios como a cadeia dos biocombustíveis, liderada pela produção de etanol. Especialistas ouvidos pelo Valor projetam, informalmente, investimentos de US$ 30 bilhões nas usinas e infraestrutura do setor para o período 2009-12.

Apenas a Petrobras Biocombustível, subsidiária da petrolífera brasileira, deverá aportar US$ 3,4 bilhões, de 2009 a 2013, em produção e infraestrutura de transporte de biocombustíveis, incluindo aí, além da produção de etanol, o biodiesel, elaborado a partir da mistura de óleos vegetais ao diesel.

“O programa é um sucesso e, mesmo com a crise e os investimentos para exploração do pré-sal não reduzimos um centavo do nosso plano de expansão. Pelo contrário, elevamos nossos investimentos”, afirma o presidente da empresa, Miguel Rossetto. “No curto prazo, enxergamos um crescimento muito forte no consumo de etanol no mercado doméstico e oportunidades interessantes de inserção do combustível no mercado global”, afirma Eduardo Leão de Sousa, diretor-executivo da União da Agroindústria Canavieira (Unica), associação que congrega usinas responsáveis por mais de 50% da produção nacional de cana-de-açúcar e 60% da fabricação de etanol.

O estudo “Mapeamento e Quantificação do Setor Sucroenergético”, apoiado pela Unica e desenvolvido pelos pesquisadores Marcos Fava Neves, Vinicius Gustavo Trombin e Matheus Consoli, identifica todos os elos da cadeia energética do setor e conclui que o faturamento da área corresponde a US$ 28,15 bilhões, equivalente a quase 2% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, enquanto a movimentação financeira da cadeia está em US$ 86,8 bilhões.

Conforme dados preliminares do “Balanço Energético Nacional 2009″, produzido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia, produtos da cana-de-açúcar (etanol, bagaço, caldo e melaço para fins energéticos) responderam por 16,4% da matriz energética brasileira em 2008, se tornando a segunda principal fonte de energia nacional, atrás apenas do petróleo e derivados. Sozinho, o etanol respondeu por 4,8% do consumo energético brasileiro, no ano passado.

“Os veículos flex representam 93% das vendas de automóveis novos no país e, entre os consumidores que dispõem dessa tecnologia, 75% optam pelo abastecimento com etanol. Nossa projeção é de que, em 2017, o Brasil fabricará 3 milhões de carros/ano e a produção de etanol atingirá 64 bilhões de litros/ano, 150% superior ao patamar atual, sendo 8 bilhões de litros exportados”, conta o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim.

Estudo recente produzido pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da Universidade de São Paulo (USP), aponta que, até 2016, mantida a cotação do petróleo no mercado internacional entre US$ 50 e US$ 60 por barril, o etanol será o combustível de 80% da frota brasileira, que praticamente terá expurgado os carros movidos a gasolina. “Isso apenas como resultado da opção econômica do mercado pelo combustível mais competitivo”, aponta o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Energia da USP e ex-diretor de Gás e Energia da Petrobras, Ildo Sauer.

Embora viva uma dinâmica de novos investimentos, o setor já começa a sentir a necessidade de ajustes. Um deles é a consolidação na cadeia sucroalcooleira, com a formação de conglomerados mais sólidos, com maior poder de mercado e maior capacidade financeira de investimento. “O setor ainda é extremamente pulverizado no Brasil. Existem mais de 410 unidades industriais, controladas por 200 grupos, o que é bastante atípico comparado com outras commodities”, avalia Sousa, da Unica.

O representante setorial defende a criação de uma lei do etanol. A estrutura regulatória atual, na opinião de Sousa, é repleta de indefinições e distorções mercadológicas. Um exemplo é a obrigatoriedade de os produtores comercializarem os combustíveis para os distribuidores, impedindo o fornecimento direto para a rede de venda ao consumidor. “Por esse sistema, o produtor fica com o ônus de carregar os estoques ao longo do ano, fora do período de produção, favorecendo o oligopólio da distribuição”,diz.

Um dos principais investidores no mercado de biocombustíveis do Brasil, a Petrobras Biocombustível prepara seu ingresso na produção do etanol. Miguel Rossetto afirma que a subsidiária avalia tanto promover investimentos em novos projetos (greenfield), como adquirir operações já existentes, ainda em 2009, sempre em parceria, e como sócia minoritária, voltada prioritariamente para o mercado externo.

Na visão dele, o conjunto de iniciativas no campo dos biocombustíveis permitirá ao Brasil realizar uma “ótima transição” para a queda mundial do consumo de petróleo, no futuro. “O Brasil conta com uma posição extraordinária do ponto de vista energético. Saímos bem do século 20, com descobertas de imensas reservas petrolíferas, e entramos reforçados na agenda do século XXI, com forte ênfase em fontes renováveis de energia”, analisa.

Além da exportação potencial do petróleo a ser extraído do pré-sal, os agentes do setor de biocombustíveis esperam que haja um aumento de demanda por parte dos países desenvolvidos, que planejam contar com maior participação de fontes renováveis em suas matrizes. Só o programa americano prevê, até 2022, o consumo de 135 bilhões de litros de etanol por ano. A União Europeia definiu outro programa até 2020, que representa mais 15 bilhões de litros por ano”, diz Sousa, da Unica. “Só aí já reside uma enorme oportunidade para o Brasil exportar o biocombustíveis”, avalia.

Fonte: Valor Econômico | www.valoronline.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Fórmula SAE em Americana começa com recorde

Automotive Business

A Fórmula SAE continua crescendo no Brasil. Dia 6 a 8 de novembro, em Americana, SP, a nova etapa da competição baterá recorde de participação de estudantes de engenharia, com vinte equipes de diferentes partes do País e uma da Venezuela.

É a sexta prova do gênero, que tem o patrocínio da Petrobras e será promovida no campo de provas da Goodyear.

A Fórmula SAE pretende estimular futuros engenheiros na concepção e construção de veículos. Os carros serão avaliados em Americana por especialistas, sob o ponto de vista de projeto e viabilidade comercial. Haverá também provas de aceleração lateral e manobrabilidade, junto com um enduro para testar desempenho, resistência e consumo.

“Ex-participantes da competição atuam em equipes de F1, Stock Car e Porsche GT3 Cup Challenge Brasil”, diz Leandro Siqueira, diretor geral do Comitê Organizador Fórmula SAE.

Surgidos em 1978, nos EUA, os veículos Fórmula SAE possuem motores de quatro tempos com até 610 cm³ e a construção do veículo deve obedecer às normas do regulamento disponível em www.saebrasil.org.br.

As competições com os carros são realizadas nos EUA, Inglaterra, Alemanha, Itália, Japão, Austrália e Brasil, que ingressou no circuito em 2004.

Campo de Prova da Goodyear
Rodovia Anhanguera, km 128, Americana, SP.
Dia 6 (sexta-feira), das 9 às 16 horas: design, custo, inspeção técnica, freios, tilt table e noise;

Dia 7, das 9 às 16 horas apresentações orais e provas de aceleração, manobrabilidade (skidpad), auto cross.

Dia 8, das 9 às 12 horas: enduro de Resistência.
O evento estará aberto ao público a partir de sábado.

Fonte: Automotive Business | www.automotivebusiness.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Empresa israelense destinará US$ 1,1 bilhão a carro elétrico

Webtranspo

Com o propósito de viabilizar um modelo de carro elétrico, o consórcio israelense Better Place investirá aproximadamente US$ 1,1 bilhão nos próximos meses.

Tal valor, segundo a empresa, servirá basicamente para a compra de baterias e montagem de pontos de troca e recarga em Israel.O modelo israelense, segundo análise do Deutsche Bank sobre esse tipo de veículo, é econômico pela diferença entre o preço da eletricidade e o da gasolina.

A instituição estima que, à medida que os preços do petróleo estão subindo e os governos incentivam a fabricação de carros livres de emissões de dióxido de carbono, a diferença em favor do carro elétrico se ampliará ainda mais, tornando o modelo do Better Place mais atrativo.

Fonte: Webtranspo | www.webtranspo.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Operários da GM param na Alemanha

O Estado de S. Paulo/Reuters

Milhares de operários alemães da Opel largaram suas ferramentas ontem para mostrar sua revolta com a decisão da controladora americana General Motors de abandonar um plano de salvamento que tinha o respaldo da Rússia.

“Queremos que a Opel continue existindo”, disse o primeiro-ministro do estado de Hesse, Roland Koch – um dos maiores lobistas da venda para a canadense Magna e seu sócio russo, Sberbank – a trabalhadores reunidos na sede da Opel em Ruesselsheim. “Teremos de recomeçar a luta para salvar os empregos.” Esta semana, o conselho da GM voltou atrás na decisão de vender sua participação majoritária na Opel, irritando os governos da Alemanha e da Rússia e também os trabalhadores alemães, que haviam posto suas esperanças na Magna para salvar o maior número possível de postos de trabalho. Cerca da metade dos 50 mil funcionários trabalha na Alemanha. Vestido como agente funerário, um operário protestava carregando um caixão preto feito de espuma.

Assim como a Magna, a GM planeja reduzir a equipe da Opel em 20%. Ela afirmou que sua divisão europeia chegará à insolvência se os trabalhadores não concordarem em reduzir custos e se os países onde operam fábricas da Opel não contribuírem para seu programa de reestruturação, avaliado em US$ 4,5 bilhões.

Enquanto aumenta o sentimento antiamericano na Alemanha, Koch advertiu a GM para não “maximizar os lucros tomando os trabalhadores alemães seus reféns”.

Os funcionários haviam concordado com a Magna, que agora foi posta de lado, para obter uma economia anual de US$ 393,8 milhões, mas o líder dos trabalhadores da Opel, Klaus Franz, voltou a rejeitar as concessões que esses teriam de fazer em relação aos custos para ajudar a GM a sair da crise. Na Alemanha, muitos culpam a companhia americana pela má administração que levou a Opel ao prejuízo. “Os trabalhadores não contribuirão com um centavo”, declarou, acusando a GM de usar de “ameaças, chantagens e intimidações”.

Na Alemanha, a reação foi oposta à da Grã-Bretanha, sede da Vauxhall, empresa irmã da Opel, na qual os trabalhadores aprovaram a decisão da GM de manter a filial europeia.

A GM conta com países como Alemanha, Grã-Bretanha, Espanha e Bélgica para conseguir o respaldo financeiro a uma ampla reestruturação que visa reduzir os custos fixos em 30%.

O Comissário para a Indústria da União Europeia, Guenter Verheugen, pediu às nações que hospedam a Opel que se unam para aumentar seu poder de barganha. “Se todos negociarem por conta própria com Detroit, os americanos poderão escolher a solução que mais os beneficiar”, ele declarou ao jornal alemão Hamburger Abendblatt. “É duvidoso que sua escolha seja a que mais se sustentará do ponto de vista econômico.”

Fonte: O Estado de S. Paulo/Reuters | www.estadao.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Ford vai lançar cintos infláveis para o banco traseiro

Auto Estrada

A Ford vai adotar cintos de segurança infláveis para os passageiros dos bancos traseiros na próxima geração de seu utilitário esportivo Explorer, que será lançada no ano que vem.

O novo dispositivo de segurança é acionado em caso de colisão frontal ou lateral em 40 milésimos de segundo, protegendo o peito dos passageiros do banco de trás. Inflado, o novo cinto aumenta cinco vezes a área de contato com o passageiro, diminuindo a força do corpo contra o tirante e distribuindo melhor o impacto sofrido.

Diferentemente dos airbags tradicionais, os cintos infláveis utilizam um gás comprimido para inflar. As bolsas infláveis normais atuam por reação química, liberando calor quando acionadas.

Outra vantagem dos cintos infláveis é já estarem em contato com o corpo dos passageiros, o que não exige uma ação explosiva como a dos airbags que ficam mais distantes, no painel ou no volante. Isto elimina o perigo que os aibags representam para crianças e possibilita que, mesmo em cadeirinhas especiais, elas possam ganhar mais proteção.

Fonte: Auto Estrada | www.autoestrada.uol.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Brasil apresentará “meta forte” em Copenhague, diz Minc

Folha de S. Paulo

Apesar de o governo não conseguir ainda chegar a um consenso, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) garantiu que o Brasil apresentará uma “meta forte” de redução nas emissões de gases de efeito estufa na Conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague, em dezembro.

Ontem, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) chegou a dizer que estabelecer um número não é o principal objetivo do governo.

“O Brasil vai ter uma meta forte, e não apenas a queda do desmatamento de 80%, que significa a redução de 20% das emissões brasileiras em 2020, mas também com a redução significativa em outros setores como agropecuária, siderurgia e desmatamento em outros biomas”, afirmou Minc nesta quarta-feira (4).

De acordo com o ministro, a demora no estabelecimento de uma meta não implica em um “recuo” do governo e o novo número será divulgado no dia 14, após decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Dados virão, eles serão fortes e o Brasil será, ente os países em desenvolvimento, o que terá a proposta mais forte”, completou.
Fonte: Folha de S. Paulo/Lorenna Rodrigues | www.folha.uol.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 6, Novembro, 2009

Visão sem ação é alucinação

Julio Sergio Cardozo & Associados

Como CEOs de uma organização somos sempre incitados a ter uma visão orientada para os negócios. As empresas esperam de nós a capacidade de pavimentar todo o caminho percorrido, transformando-o em uma trajetória de sucesso. Há sempre a expectativa de que teremos melhores ideias do que a concorrência.

Expectativa válida quando falamos de talentos, que não foram escolhidos por acaso para assumir o posto de número um nas companhias. No entanto, é preciso reconhecer que muitas vezes a expectativa criada vai além da capacidade do executivo em entregar o que se espera.

O que, por outro lado, não nos impede de reconhecer que frequentemente somos acometidos por periódicas crises de arrogância ou do que chamo de síndrome de Midas – basta apenas um toque para tudo se transformar em ouro. Um tremendo desvario. Sabemos que não é bem assim, sabemos que é preciso implementar os projetos visionários e discernir o que pode ou não ser feito.

Não podemos ignorar o inusitado, porque sem isso não há inovação. Mas também não podemos desprezar o trivial. É exatamente a combinação desses dois aspectos que transforma o plano em ação de sucesso. O que importa é fazer acontecer. Tenha uma visão inovadora, diferenciada, clara, arrojada e ponha para funcionar.

Após minha longa trajetória na linha de frente de uma empresa global aprendi que só aqueles que entram em campo com vontade, mas fazem diferente, chegam lá. Assim como muitas ideias que poderiam salvar os negócios não funcionaram simplesmente por não terem sido implementadas ou implementadas de forma errada.

Devo confessar, aliás, com certo constrangimento, que nunca encontrei na vida um visionário implementador e muito poucos implementadores visionários. Parece ser esta uma questão de DNA, mas não esqueça que só com foco você poderá ser um visionário implementador ou implementador visionário.

Visão sem ação é alucinação. Não se deixe cair na tentação de ficar bolando ideias mirabolantes, criando estratégias fora do comum ou inusitadas, se não houver por trás uma equipe capaz de primeiro entender e depois colocá-las em prática.

Executivo “Bam-Bam” é aquele que faz acontecer e não aquele que se acha só porque tem as ideias geniais. Acorde e manda ver.

Fonte: Julio Sergio Cardozo & Associados | www.cardozo-group.com

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Paixão: a força que impulsiona!

RH.com.br

É sabido que dedicação, zelo, empenho, comprometimento, envolvimento, motivação, energia, alegria, entusiasmo e eventuais dividendos advêm da paixão pelo que fazemos. Se tivermos paixão pelo que nos propusermos a fazer não sentiremos nosso trabalho como um fardo, pois teremos prazer em exercer nossa função. Assim, sentir paixão pelo que fazemos constitui hoje um diferencial.

Insta mencionar que o ter advém do ser; pensando assim, o profissional tem maior probabilidade de conquistar e manter uma carreira sólida no mercado quando, além de ter paixão pelo que faz, realiza um “casamento” com a empresa em que se propõe a trabalhar. Assim, atuará como um verdadeiro intraempreendedor, verdadeiro profissional e parceiro da companhia, com muita paixão, muita garra, muito entusiasmo, muito respeito, muito comprometimento e muito envolvimento, se doando e se entregando de corpo e alma em prol da organização. Por conseguinte, conquistará seu espaço no mercado, tendo maior chance de realizar-se profissionalmente.

Admite-se que, além dos títulos que estarão presentes em seu currículo, agir de forma estritamente profissional, tendo paixão pelo que se faz, sabendo se relacionar com todos os envolvidos, também se tornou um diferencial. Isso o permite permanecer no mercado por um período mais longo de tempo. Quando ele age com profissionalismo, além de operar baseando-se na transparência das ações, na ética, na justiça, na verdade e na honestidade, despende maior energia comprometendo-se e envolvendo-se o bastante em prol da busca constante pela excelência no exercício de sua função, observando-se uma sede permanente e insaciável em querer ser sempre um exímio profissional, zelando e cuidando de seu nome. E, por consequência, obtem-se maior eficiência e eficácia nas ações, conquistando maior produtividade, atuando em favor da minimização de tempo e custo e da maximização de resultados.

Quando se tem paixão pelo que se faz, fica tudo muito mais fácil, porque aflora, além da empatia, a humildade, a energia, também o entusiasmo e a simpatia. Quando o profissional sabe se relacionar com todos os envolvidos, sempre está aberto ao diálogo, ao invés de “subtrair”, realiza-se uma “soma” com todos os outros colaboradores e, assim, todos saem ganhando.

Dessa forma, nunca é demais repetir que não podemos esquecer jamais que as empresas fazem a contratação dos profissionais observando seus conhecimentos, suas habilidades e seus talentos, mas realiza a demissão, baseando-se em suas atitudes, suas condutas e seus comportamentos. Assim, a autoavaliação constitui uma ferramenta valiosa, pois, além de propiciá-lo a oportunidade de aprendizado através dos erros, o faz repensar e analisar sempre o percurso e a forma que o profissional está caminhando.

De tal modo, ajudando-o a transformar seus pontos fracos em fortes, dando-lhe segurança para não se sentir coagido diante das ameaças e adversidades que porventura surgirem em seu caminho, e auxiliando-o a fazer dos obstáculos, das ameaças e das adversidades, oportunidades de desenvolvimento e de crescimento, impulsionando-o a agir em favor da superação dos desafios. Portanto, é preciso ter garra, determinação, ambição, para fazer dos obstáculos encontrados durante o percurso da caminhada, degraus para sua subida, não se deixando abater.

Nesse contexto, é bom lembrar que a perda da paixão pelo exercício da profissão pode significar o início de um fim. Verifica-se que, quando se perde a paixão, perde-se também o entusiasmo e a motivação, fazendo surgir a acomodação, o desânimo e o descontentamento, levando a um desmoronamento com um melancólico final.

Observa-se que em um mundo onde o mercado é altamente competitivo, o profissional que não tiver paixão pelo que faz estará fadado ao fracasso. Sem paixão não se tem motivação e sem motivação não se tem produção, inovação; portanto, não se tem um resultado favorável e esperado. Sendo assim, essa pessoa correrá grande risco de ser esmagado e expulso.

De todo o modo, verifica-se que quando o profissional perdeu a paixão pelo exercício de sua função, de imediato, o que ele deverá fazer é uma autoavaliação, procurando encontrar respostas para os porquês. Deve igualmente analisar o caminho escolhido, a forma de caminhar, bem como seu plano de carreira, metas e objetivos traçados.

Torna-se imprescindível neste momento a partir do qual com certeza encontrará duas saídas: ou irá permanecer na mesma empresa onde atua, porém mudando sua postura; ou migrará para outra organização, ou quem sabe outro segmento profissional. O que não poderá ocorrer é que este profissional assista de camarote o naufrágio de sua própria carreira e nada fazer. Antes de ser pisoteado pelo mercado, torna-se necessário que ele tome uma atitude de caráter emergencial.

Somados a isso, é importante dizer que todo e qualquer profissional tem capacidade de desvendar a realidade em que se encontra e transformá-la, mas isto só é possível se o mesmo tiver interesse. Toda e qualquer mudança dependerá única e exclusivamente de você.

Nós fazemos à diferença!

Fonte:  RH.com.br | www.rh.com.br
Por  Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC-Vale do Aço.

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Lexus GS

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Fenabrave projeta alta de 8% neste ano

Diário do Grande ABC

A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) projeta que, neste ano, as vendas de carros zero-quilômetro vão crescer 8% frente a 2008 e, depois, em 2010, o setor vai acelerar e ter expansão de 9%.

Os números do segmento até outubro justificam as projeções para 2009. No acumulado dos dez primeiros meses, foram quase 2,6 milhões de unidades vendidas ou 6,04% mais que no mesmo período do ano passado, de acordo com dados do cadastro do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores). Os 8% de alta significam alcançar a marca dos 3 milhões de veículos comercializados no mercado interno.

Segundo o presidente da Fenabrave, Sérgio Reze, os números mostram que a crise, sobretudo no segmento de automóveis, ficou para trás. Ele citou que a forte queda nas vendas, desde outubro do ano passado, foi revertida com a retomada do acesso aos financiamentos.

Outras áreas ainda não se recuperaram. A de caminhões, por exemplo, deve fechar 2009 com retração de 17%. Para Reze, nesse segmento, a maior dificuldade não era crédito, mas a falta de confiança na economia. “(A atividade) dependia de frete. Com a economia girando, as vendas cresceram”, explicou.

O dirigente expressa otimismo, embora calcule para este mês ligeira retração sobre os dados de outubro. A retirada gradual do incentivo tributário – o desconto no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) – deve colaborar para essa diminuição. A avaliação é semelhante à do consultor e ex-presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), André Beer, que, no entanto, é mais cauteloso em relação às previsões para 2010. “Acredito que vamos repetir os 3 milhões de unidades. Não vamos ter mais o IPI reduzido”, avaliou.

Reze, por sua vez, confia que o crescimento da economia – o governo já estima alta de 5% no PIB (Produto Interno Bruto) no ano que vem – deverá impulsionar a demanda por carros.

Unidade mineira da Mueller fica com a Fiat

A Fiat assumiu o controle da unidade mineira da indústria de autopeças Mueller, uma das líderes do mercado brasileiro de componentes plásticos para o setor automotivo. O valor do negócio foi mantido em sigilo. A operação passará a ser comandada pela Magneti Marelli – companhia pertencente à montadora – com o nome de CMP (Componentes e Módulos Plásticos).

Agora capitalizada, a Mueller, que tem sede na Capital paulista, informou que vai se dedicar à estratégia de continuar crescendo com base no investimento em novas tecnologias e projetos industriais adequados “aos desafios da sustentabilidade” e no estabelecimento de parcerias estratégicas.

As equipes de engenharia e desenvolvimento de produto e de design, que constituem um dos seus diferenciais competitivos, continuarão fazendo parte da fabricante, uma das primeiras do setor nacional de autopeças que teria emergido da grave situação provocada pela crise econômica mundial.

A empresa seguirá sob o comando da CEO (executiva chefe) Esther Faingold. Para ela, os 34 anos de parceria entre Mueller e Fiat e o estreito relacionamento construído ao longo destes anos fortaleceram a base do acordo que convergiu para interesses de ambas as partes.

Fonte: Diário do Grande ABC/Leone Farias | www.dgabc.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Taxas em financiamento podem elevar preço do carro em 20%

Globo.com/G1

Órgãos de defesa do consumidor consideram a cobrança abusiva. Resolução 3518 do Banco Central estabelece regras para as tarifas.

Preste muita atenção no valor final das prestações na hora de financiar um carro. Algumas taxas podem aumentar o preço em 20%.

A má notícia chegou pelo correio. O financiamento do carro, fechado um mês antes, não foi bem como o analista de sistemas Maurício Silva diz ter combinado.

“A conversa é: “R$ 34 mil é o valor que você quer financiar, então a prestação é R$ 950”. Para ter a prestação de R$ 950, não era R$ 34 mil de financiamento. Era R$ 37.595”, relata Silva.

No demonstrativo financeiro do contrato aparecem a cobrança de um seguro de uma taxa para identificar no documento do veículo que o carro é financiado – chamada de gravame eletrônico -, a comissão da vendedora e os tais serviços de terceiros, R$ 2748.

“Em momento nenhum foi falado nisso”, diz o analista de sistemas.

Não foi, mas deveria. Um dos princípios do Código de Defesa do Consumidor é a transparência. O cliente não pode descobrir o que está pagando só quando recebe o contrato, em casa. Tudo tem de ser combinado na hora da compra.

Os órgãos de defesa do consumidor consideram a cobrança abusiva. A resolução 3518 do Banco Central estabelece regras para as tarifas que podem ser cobradas de clientes de instituições financeiras. Eles podem, por exemplo, pagar pelo fornecimento de cheques ou de extratos. Mas o documento deixa uma brecha para cobranças abusivas porque não explica o que é o serviço de terceiros.

“Ela não é clara, não explicita quais tarifas podem ou não ser cobradas. E as instituições financeiras passaram a cobrar outras tarifas, onerando em demasia o custo daquele financiamento”, afirma o assessor jurídico do Procon, Renato Dantés.

Fonte: Globo.com/G1 | www.g1.globo.com

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Lula prevê que Brasil será 5ª maior economia do mundo

Último Segundo

O Brasil se transformará “entre 2016 e 2020″, no máximo, “a quinta economia do mundo”, segundo as previsões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O país terá uma economia forte, muito mais desenvolvida do ponto de vista tecnológico e do ensino, e também “ainda mais democrática que a atual”, afirma Lula, em entrevista ao jornal “Financial Times”.

O presidente prevê um crescimento econômico de 5% ou mais em 2010 e diz que o país continuará crescendo “de modo sustentável” nos próximos anos.

“É um momento glorioso, quase mágico da história do Brasil”, afirma Lula, após explicar que o país terá que realizar um grande programa de investimentos diante da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro em 2016.

Lula participa hoje, em Londres, de um seminário sobre investimentos no Brasil organizado pelo “Financial Times” e, após uma audiência com a rainha Elizabeth II da Inglaterra, receberá o prêmio do instituto Chatham House, que reconhece anualmente “a contribuição mais significativa à melhoria das relações internacionais no ano anterior”.

Lula afirma que sua presença nesta capital, como as viagens que realizará à Alemanha e, no próximo ano, à Espanha, tem como objetivo justamente atrair investimentos privados ao Brasil em benefício de setores como o petrolífero, a construção e os trens de alta velocidade.

Em sua entrevista ao jornal britânico, Lula afirma que, embora o Brasil tenha que “fazer ajustes”, “não há nenhum outro país que tenha atualmente uma posição fiscal tão saudável” e lembra, a respeito, que há um projeto de lei de reforma tributária no Congresso.

Sobre como o Brasil enfrentou a crise econômica, Lula explica que seu Governo começou a adaptar uma série de medidas em 2007, “sem saber que haveria crise”.

Quando a crise explodiu, foram tomadas medidas contracíclicas, que facilitaram os créditos e o financiamento de setores concretos da economia, houve uma redução dos impostos sobre automóveis, eletrodomésticos da linha branca, maquinaria agrícola e material de construção.

Segundo Lula, seu Governo não trabalha com a ideia de que a crise terminou, mas sim que “pode ser superada” e se propõe, para isso, a continuar impulsionado os investimentos em uma economia diversificada.

Em relação à cúpula sobre a mudança climática em Copenhague, Lula manifesta o compromisso de seu país de reduzir em 80%, até 2020, o desmatamento na Amazônia.

O Brasil quer contribuir para o combate ao aquecimento do planeta, diz Lula, acrescentando que apresentará em Copenhague uma proposta formal, que não tem por que ser aceita por todos, mas que seu país se comprometerá a cumprir.

O presidente afirma que não faz sentido buscar um acordo que depois os países não poderão cumprir, uma proposta que seja inviável.

Em relação ao estado das relações entre o Brasil e outros países da América Latina, afirma que são “as melhores possíveis” e acrescenta que a democracia é “extraordinária, porque permite viver democraticamente na diversidade”.

Lula coloca como exemplo para a região a unificação da Europa, que considera a “melhor demonstração de que, com vontade política, é possível superar qualquer tipo de obstáculos”.

“O Brasil está desenvolvendo alianças com todos os países, dentro do respeito à soberania de cada um”, afirma.

Fonte: Último Segundo | www.ultimosegundo.ig.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Venda de veículos novos na região do Grande ABC cai 3,38% em outubro

Diário do Grande ABC

A venda de veículos novos no Grande ABC diminuiu 3,38% em outubro, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

No mês passado, foram comercializadas 7.805 unidades nas sete cidades da região, contra 8.078 em setembro. Os números incluem automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motos.

A venda de veículos novos também perdeu força em relação a outubro do ano passado, quando haviam sido emplacadas 8.341 unidades: nessa base de comparação, o decréscimo foi de 6,43%. No acumulado de janeiro a outubro deste ano, 71.262 veículos foram vendidos, retração de 13,6% em relação aos dez primeiros meses de 2008 (com 82.478).

País

A venda de veículos novos no País diminuiu 4,62% em outubro, em relação ao mês anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). No mês passado, foram comercializadas 294.442 unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.

Já na comparação com o mesmo mês de 2008, as vendas subiram 23,03%. De janeiro a outubro deste ano, quando foram comercializadas 2.596.450 unidades, o acréscimo é de 6,04% sobre igual intervalo do ano passado.

Caso sejam considerados apenas os automóveis e comerciais leves, segmento ainda sob influência da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), as vendas do setor somam 281.306 veículos, retração de 5,17% sobre o mês anterior e alta de 25,17% na comparação com outubro de 2008. No acumulado do ano, as vendas foram de 2.492.776 unidades, alta de 7,39% sobre o mesmo período do ano passado.

As vendas de caminhões e ônibus totalizaram 13.136 unidades em outubro, elevação de 8,89% na comparação mensal, mas queda de 9,93% sobre o mesmo mês do ano passado. Nos dez primeiros meses deste ano, foram comercializados 103.674 caminhões e ônibus, decréscimo de 18,6% frente igual intervalo de 2008.

No ranking das montadoras que mais venderam veículos no mês passado, quem lidera é a Volkswagen, com 25,54% de participação no mercado. Na sequência, estão: Fiat (24,97%), GM (20,66%), Ford (9,52%), Honda (4,72%), Renault (4,56%), Peugeot (3,22%), Citroën (2,76%), Toyota (2,12%) e Hyundai (0,7%).

Fonte: Diário do Grande ABC | www.dgabc.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Brasil pode fabricar o Fiat 500

iCarros

Em uma coletiva de imprensa, o presidente do grupo Fiat, Sérgio Marchionne, levantou a possibilidade do Fiat 500 ser fabricado no Brasil ou na Argentina, além do México já confirmado. “Temos capacidade de produção no México, mas também no Brasil e na Argentina. Estamos estudando as possibilidades”, disse.

Além disso, Joe Veltri, vice-presidente de projetos de produtos confirmou que o Cinquecento levará a marca da Chrysler nos Estados Unidos. A empresa também apresentou planos para a Chrysler até 2012, que incluem lançamentos, novas gerações e fim de linha para alguns veículos.

Modelos que saem de linha

Jeep Patriot: final de 2012
Jeep Compass: final de 2012
Jeep Commander: final de 2010, segue em exportação
Chrysler PT Cruiser: final de 2010
Dodge Dakota: meados de 2011
Dodge Caliber: meados de 2012
Dodge Viper: meados de 2011, modelos novo em 2012

Novos Modelos

SUV compacto Jeep: 2013 (plataforma Fiat)
Crossover compacto Jeep: 2013 (plat. Fiat)
Jeep Liberty: 2013 (plataforma Fiat, mantém o nome Liberty)
Compacto Chrysler: 2013 (plataforma Fiat)
Sedã compacto Chrysler: 2012 (plat. Fiat, substitui o PT Cruiser)
Chrysler Sebring: 2013 (plataforma Fiat, mantém o nome Sebring)
Crossover médio Chrysler: 2013 (plataforma Fiat)
Pick-up média Ram: 2011
Vans pequenas e grandes Ram: 2012 (plataforma Fiat)
Compacto Dodge: 2013 (plataforma Fiat)
Sedã compacto Dodge: 2012 (plataforma Fiat)
Dodge Avenger: 2013 (plataforma Fiat)
Crossover grande Dodge: 2010
Fiat 500: final de 2010 (conversível em 2011 e Abarth en 2012)

Modelos que seguem em linha

Jeep Wrangler Diesel: facelift em 2010/2011
Jeep Grand Cherokee: novo em 2010.
Chrysler 300C: novo em 2010
Chrysler Town & Country: facelift em 2010, novo em 2014
Ram 1500/2500/3500: facelift em 2012
Dodge Journey: facelift em 2010
Dodge Nitro: facelift em 2011
Dodge Challenger: facelift em 2011
Dodge Charger: novo em 2010
Dodge Grand Caravan: facelift em 2010, novo em 2014

Fonte: iCarros | www.icarros.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Álcool está perto de perder vantagem sobre gasolina em São Paulo

Folha de S. Paulo

Os proprietários de veículos flex na cidade de São Paulo devem redobrar a atenção ao fazer as contas na hora de abastecer o tanque. A relação de preços entre álcool e gasolina alcançou, em outubro, o nível mais alto desde abril de 2006.

Segundo a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o litro do álcool chegou a 62,3% do preço da gasolina, contra relação de 54,9% em setembro – a partir de 70%, o álcool deixa de ser vantajoso. A ampliação se deve ao aumento de 15,3% no preço do álcool apenas no mês passado.

A alta é a quarta mensal consecutiva e se deve principalmente ao fato de as usinas sucroalcooleiras preferirem produzir açúcar para aproveitar os altos preços no mercado internacional.

No acumulado do ano, o combustível teve acréscimo de 12,77% ante aumento de 0,23% da gasolina no mesmo período. Em outubro, o litro da gasolina subiu 1,45%, puxado pela mistura do álcool anidro.

Antonio Comune, coordenador do IPC (Índice de Preços ao Consumidor), da Fipe, destaca que a relação de 70% como limite para vantagem do álcool sobre a gasolina, devido à diferença de rendimento entre os combustíveis, considera o veículo em condições ideais. “Para carros desregulados, já pode ser desvantajoso usar álcool agora”, disse.

O item deu a maior contribuição para o aumento de 0,25% do IPC em outubro. “Como os preços do açúcar continuam em alta no mercado internacional, os do álcool devem permanecer em expansão no mercado doméstico”, afirmou Comune.

Outro item que ajudou na elevação de 0,83% do grupo transportes no mês passado foi estacionamento, que subiu 4,44% na capital paulista e já acumula crescimento de 10,5% no ano.

Fonte: Folha de S. Paulo | www.folha.uol.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

BMW unifica bônus de operários e executivos

O Estado de S. Paulo

A montadora alemã BMW planeja vincular as bonificações de seus executivos àquelas distribuídas entre os funcionários da linha de montagem, numa tentativa de criar um ambiente de compensação mais justo e sustentável dentro da empresa. A partir de 2010, a BMW usará uma mesma fórmula para determinar e distribuir bonificações aos funcionários de todos os níveis, com base no desempenho da empresa medido pelo seu lucro, volume de vendas e outros fatores. Isso significa que funcionários de alto escalão podem perder mais dinheiro do que seus correspondentes menos graduados em decorrência de um fraco desempenho da BMW, disse a montadora.

Um porta-voz da BMW disse que o objetivo da empresa era criar práticas de compensação justas e transparentes, evitando a formação de uma lacuna entre gerência e linha de montagem. “Não queremos apenas construir carros sustentáveis. Queremos estabelecer políticas sustentáveis de relacionamento entre os funcionários. Achamos que isso é positivo para a cultura da empresa”, disse um porta-voz da empresa. Ele não quis detalhar o funcionamento da fórmula de maneira mais específica.

Outras firmas podem seguir o exemplo da BMW, conforme aumenta a pressão para que as empresas restrinjam as bonificações excessivas na esteira da crise financeira. A chanceler alemã Angela Merkel já se manifestou contra as bonificações excessivas, chamando-as de “inapropriadas”. Em setembro, ela redigiu uma carta com o presidente francês Nicolas Sarkozy e o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, antes da reunião do G20, em Pittsburgh, propondo um limite para a quantia total distribuída por um banco sob a forma de bonificações. Eles não estipularam um limite para a remuneração individual atribuída por um banco a um único indivíduo.

“Nossos cidadãos estão extremamente chocados com a retomada de práticas condenáveis que parecem ignorar o fato de o dinheiro do contribuinte ter sido mobilizado para sustentar o setor financeiro no auge da crise”, dizia a carta.

O presidente americano Barack Obama também já se manifestou contra as bonificações excessivas. Em junho, ele indicou o procurador Kenneth Feinberg para supervisionar as práticas de compensação adotadas por sete das empresas beneficiadas pelo resgate federal. Para tal finalidade, Feinberg desenvolveu um plano para cortar pela metade a compensação distribuída por estas empresas. Em outubro, Feinberg pressionou Kenneth D. Lewis, diretor executivo da Bank of America Corp em fim de mandato, a devolver US$ 1 milhão em bonificações e abrir mão de todos os salários adicionais deste ano.

Fonte: O Estado de S. Paulo/Der Spiegel | www.estadao.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Lucro líquido da Toyota cai 84% no trimestre, para US$ 241,8 milhões

Folha de S. Paulo

A montadora japonesa Toyota Motor anunciou que teve lucro líquido de 21,8 bilhões de ienes (US$ 241,8 milhões) entre julho e setembro, segundo trimestre do ano fiscal em curso (que termina em março de 2010). O resultado representa uma queda de 84% em relação ao mesmo período do ano anterior, 139,8 bilhões de ienes (US$ 1,55 bilhão).

No primeiro semestre fiscal (período de abril a setembro deste ano), no entanto, a montadora perdeu 55,99 bilhões de ienes (US$ 621 milhões), frente ao lucro de 493,47 bilhões de ienes (US$ 5,47 bilhões) do mesmo período do ano anterior.

O lucro operacional da empresa foi de 58 bilhões de ienes (US$ 643,3 milhões) no segundo trimestre fiscal, 66% menor ao registrado entre julho e setembro do ano passado.

A melhora nesses três meses se deu graças ao impulso das vendas em mercados como o japonês e chinês pelas medidas de desconto e subsídios à compra de novos veículos, pelo que os ingressos minguaram menos que o esperado, 24% até 4,54 trilhões de ienes (US$ 50,3 bilhões).

Para todo o ano fiscal em curso, a empresa prevê uma perda líquida de 200 bilhões de ienes (US$ 2,21 bilhões), mais da metade do que previa em agosto passado. Além disso, a montadora prevê vender 7,03 milhões de veículos, 400 mil unidades mais que em sua previsão anterior.

O ano fiscal de 2009 será o segundo consecutivo em que a Toyota registrará perdas líquidas e operativas, devido à queda nas vendas em seus principais mercados e à valorização do iene frente ao dólar.

Fonte: Folha de S. Paulo | www.folha.uol.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Executivo-chefe nega que Chrysler desperdice dinheiro

Folha de S. Paulo/EFE

O executivo-chefe da Chrysler, Sergio Marchionne, disse que a montadora não está “queimando” dinheiro e que no final de setembro contava com US$ 5,7 bilhões em liquidez.

Marchionne, que também dirige a Fiat, disse durante a apresentação do novo plano empresarial da montadora americana que há “muitas ideias falsas” sobre a situação financeira da Chrysler.

Segundo ele, a montadora teve lucro antes de impostos de perto de US$ 200 milhões no terceiro trimestre do ano e seus custos operacionais estavam dentro da margem de rentabilidade em setembro.

Perante cerca de 150 analistas financeiros e outros 50 jornalistas especializados convocados na sede da Chrysler, na cidade de Auburn Hills, Marchionne afirmou que muitos subestimaram a redução de custos fixos feita durante a concordata.

A nova direção está apresentando o plano empresarial desenhado por Marchionne para a montadora para os próximos cinco anos.

Ao início da apresentação, o presidente do Grupo Chrysler, Robert Kidder, disse que a nova equipe diretora está convencida de que os problemas que levaram a empresa à quebra podem ser resolvidos.

Kidder explicou que Marchionne e sua equipe estão “reinventando o modelo empresarial da Chrysler com uma verdadeira economia global de escala”.

Marchionne deve anunciar hoje que a nova geração de veículos do Grupo Chrysler será baseada em plataformas e modelos da Fiat. O compacto 500 é um dos modelos mais esperados, devido às graves carências da montadora americana nesse segmento.

Mostra da importância dada a esse carro para seus negócios é que a Chrysler chegou a colocar hoje um modelo 500 na porta do centro onde aconteceu a apresentação de Marchionne.

Mas as novidades anunciadas hoje em Auburn Hills não foram bem recebidas por todos. Desde começo da manhã, a sede da Chrysler é sobrevoada por um pequeno avião que exibe um cartaz que diz: “Chrysler/Fiat bailout bandit” (“Chrysler/Fiat bandido do resgate financeiro”).

O protesto foi organizado pela Teamsters Union, um sindicato de profissionais que se opôs às ajudas financeiras proporcionadas pelas autoridades americanas a General Motors e Chrysler para garantir sua sobrevivência.

Fonte: Folha de S. Paulo/EFE | www.folha.uol.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Fiat divulga plano de ações para os próximos cinco anos da Chrysler

UOL Carros/Automotive News/EFE

O executivo-chefe da Chrysler, Sergio Marchionne, apresentou na última quarta-feira o plano de ação para os próximos cinco anos da montadora norte-americana sob comando do presidente da Fiat. Marchionne disse ainda que a montadora não está “queimando” dinheiro e que no final de setembro contava com US$ 5,7 bilhões em liquidez contra US$ 4 bilhões em junho.

Fiat 500 parado ao lado de minivan Chrysler Town&Country e de picape Dodge Ram mostra quem dá as cartas na Chrysler agora

Marchionne, que também dirige a Fiat, disse durante a apresentação do novo plano empresarial da montadora americana que há “muitas ideias falsas” sobre a situação financeira da Chrysler.

Segundo a agência EFE, a Chrysler teve lucro antes de impostos de cerca de US$ 200 milhões no terceiro trimestre do ano e seus custos operacionais estavam dentro da margem de rentabilidade em setembro.

Novos papéis

Marchionne e sua equipe anunciaram planos para a nova geração de veículos do Grupo Chrysler, praticamente toda baseada em plataformas e modelos da Fiat. O compacto 500 é um dos modelos mais esperados, dada as graves carências da montadora americana nesse segmento.

De acordo com a Automotive News, a marca Dodge terá até 2012 ou 2013 um novo carro baseado em plataforma da Fiat, para concorrer no segmento C, atualmente liderado pela versão americana do Ford Focus.

Além disso, um modelo do tipo hatch e do segmento logo abaixo ao C será importado da Fiat italiana, junto com um sedã que substituirá o atual Dodge Avenger, que deve ganhar uma última reestilização em 2010.

Ainda para 2010, a missão da marca será renovar sua linha com reestilizações de Journey, Caravan e do musculoso Charger.

O foco da Dodge deve mudar obrigatoriamente, pelos planos da Fiat, e o fim da produção do esportivo Viper é um sinal. Um novo esportivo será desenvolvido até 2012, mas a chegada de um crossover de até sete lugares no mesmo período deverá orientar a nova visão da marca.

Para os fãs de performance e de modelos imensos da marca do carneiro, restará a linha de picapes Ram, que deve manter seu atual estilo, pelo menos por enquanto.

Consumo menos

A Chrysler terá de se adequar ainda à nova política de consumo e emissão do governo americano, que estabelece um padrão de 35 mpg (pouco menos de 15 km/l) como média mínima para novos veículos.

Para isso, a marca deve adotar propulsores a diesel da Fiat, bem como o motor 1.4 a gasolina atualmente utilizado no supercompacto 500, primeiro modelo com estas especificações a desembarcar em território americano por meio da nova aliança.

Corte de custos

Perante cerca de 150 analistas financeiros e outros 50 jornalistas especializados convocados na sede da Chrysler, na cidade de Auburn Hills, Marchionne afirmou que muitos subestimaram a redução de custos fixos feita durante a concordata.

Ao início da apresentação, o presidente do Grupo Chrysler, Robert Kidder, disse que a nova equipe diretora está convencida de que os problemas que levaram a empresa à quebra podem ser resolvidos.

Kidder explicou que Marchionne e sua equipe estão “reinventando o modelo empresarial da Chrysler com uma verdadeira economia global de escala”.

Mostra da importância dada a esse carro para seus negócios é que a Chrysler chegou a colocar hoje um modelo 500 na porta do centro onde aconteceu a apresentação de Marchionne.

Do contra

Mas as novidades anunciadas hoje em Auburn Hills não foram bem recebidas por todos.

Desde começo da manhã, a sede da Chrysler é sobrevoada por um pequeno avião que exibe um cartaz que diz: “Chrysler/Fiat bailout bandit” (“Chrysler/Fiat bandido do resgate financeiro”).

O protesto foi organizado pela Teamsters Union, um sindicato de profissionais que se opôs às ajudas financeiras proporcionadas pelas autoridades americanas a General Motors e Chrysler para garantir sua sobrevivência.

Fonte: UOL Carros/Automotive News/EFE | www.carros.uol.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

GM afirma que tem “plano B” para Europa

Valor Econômico

A General Motors Co. vai analisar “muito em breve” um novo plano de reestruturação das marcas Opel e Vauxhall que pode incluir menos fechamentos de fábricas na Europa, disse um executivo do alto escalão da montadora americana, um dia depois de a GM anunciar que vai ficar com as operações europeias.

John Smith, o executivo da GM a cargo de supervisionar a reestruturação da Opel, disse ontem que a empresa pode devolver o socorro do governo alemão se for necessário, e já tem um “plano B” para se reestruturar sem a assistência dos governos europeus.

Numa teleconferência com repórteres, Smith disse que a GM “já está trabalhando para revisar o plano de viabilidade da Opel” depois da decisão de terça-feira do conselho de administração, que optou por manter o controle dos negócios europeus.

A GM vai iniciar logo uma revisão interna das marcas que não dão lucro há uma década. Enquanto isso, Opel e Vauxhall continuam perdendo mercado, com declínio de 11,4% nas vendas de janeiro a setembro em relação ao mesmo período de 2008, ante 6,6% do setor automotivo inteiro.

O plano da GM para as marcas é parecido com as propostas de reestruturação anunciadas anteriormente para a Opel e a Vauxhall, que cortariam os custos estruturais em 30% e eliminariam 10.000 vagas.

Mas agora pode ser que a GM não feche todas as três fábricas da Opel, como previa o plano antigo. Smith disse que descobriu uma “proposta muito interessante” por uma das fábricas e que pode mantê-la funcionando, mas não quis dar detalhes.

Ele também falou sobre o empréstimo-ponte de 1,5 bilhão de euros (US$ 2,23 bilhões) que a GM recebeu em maio do governo alemão e que se tornou motivo de conflito após a decisão da GM de ficar com a Opel.

Smith disse que a GM já devolveu parte do empréstimo e só deve 900 milhões de euros. “Podemos pagar e vamos pagar o empréstimo-ponte”, disse ele. Uma vez que o empréstimo for pago, o conselho fiduciário que detém provisoriamente 65% da Opel será dissolvido, disse ele.

Ele acrescentou que o desempenho da Opel “está um pouco acima do planejado” e a empresa tem “um saldo de caixa saudável”, embora ainda precise de financiamento para se reestruturar.

Se a Alemanha e outros governos europeus não quiserem financiar a estratégia, Smith disse que há um “plano B”, mas não quis dar detalhes.

A GM continua dependente dos recursos do Tesouro americano, e uma autoridade do governo do presidente Barack Obama disse que o acordo com a montadora inclui acesso “restrito e irrestrito” a recursos que poderiam ser parcialmente usados na Opel.

A autoridade, que pediu anonimato, disse que o governo não sabe se quaisquer recursos americanos estão sendo usados na Opel no momento.

A autoridade notou que as operações da Opel têm gerado uma receita que, no fim das contas, pode permitir que a GM devolva os empréstimos do Tesouro.

Smith se disse confiante de que acabará conseguindo o apoio do governo alemão, apesar da tensão política que surgiu após a decisão de terça-feira. Ele disse que o plano da GM espelha um pouco o da Magna.

“Os planos são muito parecidos. (…) Se eles gostaram do plano da Magna, então vão gostar do plano da GM”, disse ele.

Comentando a decisão do conselho, Smith disse que os conselheiros concluíram que vender a Opel potencialmente deixaria a GM “com um buraco estratégico relativamente grande”. Ele disse que os conselheiros, desde que começaram a discutir a questão da Opel, em agosto, sempre ficaram em cima do muro em relação à questão estratégica de manter a filial ou vendê-la.

“Sempre foi algo incerto”, disse ele.

O conselho foi persuadido a manter a Opel pela “melhoria no ambiente de negócios” da filial e sua importância estratégica para a GM, disse o diretor-presidente, Frederick “Fritz” Henderson num comunicado divulgado na noite de terça-feira. “A GM deve apresentar logo à Alemanha e outros governos um plano de reestruturação e espera que seja avaliado favoravelmente”, acrescentou.

Fonte: Valor Econômico | www.valoronline.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Governo alemão se revolta com decisão da GM de manter Opel

Valor Econômico

Políticos alemães reagiram ontem com irritação e choque à decisão da General Motor Co. de cancelar a venda de sua divisão europeia, a Opel, já que o fracasso do acordo, que quase foi concluído, representou uma grande derrota política para a chanceler Angela Merkel, que foi vitoriosa nas eleições de setembro.

Merkel lutou por meses para fechar a venda da Opel à fabricante canadense de autopeças Magna International e seu sócio russo Sberbank, e tinha oferecido bilhões de euros em financiamento estatal em troca de promessas de manter as fábricas alemãs.

A decisão da GM de ficar com a Opel e buscar um plano de reestruturação que envolva mais demissões e fechamentos de fábricas na Alemanha, anunciada no fim da terça-feira, surpreendeu Merkel, disseram pessoas a par da questão. O porta-voz da chanceler disse que a decisão da GM foi surpreendente e decepcionante. O ministro da Economia, Rainer Brüderle, chamou a atitude da GM de “completamente inaceitável”.

O fracasso da venda da Opel representa uma derrota pessoal para Merkel e seus principais assessores, que passaram “centenas de horas” negociando a venda da subsidiária no último ano, segundo um integrante do alto escalão do governo alemão.

O comunicado da GM também surgiu num momento delicado. Merkel estava em Washington, onde tinha acabado de se reunir com o presidente americano Barack Obama e de proferir no Congresso um discurso recebido calorosamente. Durante as reuniões, Merkel não recebeu nenhuma indicação de que a GM, controlada pelo governo americano, estava prestes a abandonar a venda da Opel.

O diretor-presidente da GM, Fritz Henderson, só avisou à delegação da chanceler que o acordo com a Magna fora abortado quando Merkel estava prestes a embarcar no voo de volta à Alemanha.

A Casa Branca se distanciou da decisão, afirmando que não teve nenhum envolvimento direto. “As decisões empresariais da GM são tomadas pela liderança da GM e não por alguém na Casa Branca”, disse a repórteres o porta-voz do presidente, Robert Gibbs.

A expectativa de que a GM peça socorro financeiro do governo alemão é uma dor-de-cabeça para a chanceler, dizem comentaristas políticos. Ou a Alemanha financia o polêmico plano de reestruturação da GM, ou nega a ajuda e se arrisca a assistir ao declínio da Opel rumo à insolvência – o que potencialmente pode custar ainda mais empregos e votos.

O dilema é especialmente complicado no Estado da Renânia do Norte-Westfália, o mais populoso entre os 16 da Alemanha, onde os planos da GM podem levar ao fechamento de uma fábrica na economicamente combalida cidade de Bochum. O desenlace é potencialmente explosivo para o governador Jürgen Rüttgers, aliado conservador de Merkel, que precisa do voto dos sindicatos para se reeleger em maio de 2010.

Perder o governo da Renânia do Norte-Westfália roubaria da aliança de centro-direita de Merkel a maioria na câmara alta do Parlamento, o que pode ameaçar a capacidade do governo de aprovar novas leis econômicas, inclusive uma proposta de redução de imposto de renda que é uma das principais bandeiras do partido de Merkel, a União Democrata Cristã, ou CDU.

Embora muitos políticos alemães tenham criticado ontem a decisão da GM, Rüttgers foi especialmente severo, dizendo que a reviravolta da montadora de Detroit “revelou a face horrível do turbocapitalismo”, e prometeu lutar pela fábrica em Bochum.

Porta-vozes do governo disseram que ainda não foi decidido se Berlim vai atender a qualquer pedido da GM de socorro financeiro, acrescentando que a Alemanha terá de estudar primeiro a proposta da GM. A montadora americana deve pedir aos governos europeus em que há fábricas da Opel ou da marca Vauxhall recursos da ordem de 3 bilhões de euros (US$ 4,5 bilhões) para reestruturar suas operações. Cerca de 2 bilhões de euros desse total podem vir da Alemanha, esperam os executivos da GM.

Mas Merkel desconfia profundamente de qualquer iniciativa de socorro estatal à Opel sem a presença de um novo dono, segundo uma pessoa a par do seu pensamento. A chanceler rejeitou os primeiros pedidos de socorro da Opel há um ano, porque não enxergava como garantir que o dinheiro do contribuinte alemão não estaria efetivamente subsidiando a GM em Detroit, disse a mesma pessoa.

A chanceler considerava a venda da Opel à Magna como a única maneira de garantir que o dinheiro do contribuinte alemão ficaria na Alemanha, disse a pessoa. Além disso, a classe política da Alemanha tem uma visão desfavorável da administração da GM na Opel nos últimos anos e culpa Detroit pelos prejuízos e encolhimento da participação de mercado da marca alemã.

Brüderle disse ontem que a GM terá de devolver um empréstimo-ponte de 1,5 bilhão de euros que o governo alemão forneceu para suavizar a venda da Opel, e que vence em 30 de novembro.

“Não consigo imaginar que a Alemanha vá apoiar e emprestar dinheiro a uma estratégia da GM de demissões e fechamentos na Opel”, disse Tilman Meyer, cientista política da Universidade de Bonn.

Fonte: Valor Econômico | www.valoronline.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Fiat da Argentina produz 2 milhões de veículos

iCarros

Depois de a Fiat comemorar a marca de 10 milhões de veículos fabricados no Brasil desde 1976, chegou a vez da subsidiária argentina da montadora fazer a sua festa. Um Siena HLX vermelho foi a unidade de número 2.000.000 a sair da linha de montagem que a empresa mantém na cidade de Córdoba desde 1960. Esse número é bastante significativo para a montadora, pois a fábrica ficou sem funcionar de 2000 a 2008 devido a crise econômica que afetou o país vizinho.

Fonte: iCarros | www.icarros.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Renault anuncia carro elétrico para 2012

Terra Carros

A ordem do momento na indústria automotiva é “zero emissões”. É justamente esse o sobrenome do carro que a Renault pretende lançar, inicialmente no mercado europeu, em 2012, conforme anuncia a marca em comunicado divulgado à imprensa nesta quarta-feira (4). De acordo com a fabricante francesa, o modelo com propulsão 100% elétrica será a versão final do conceito Zoe Z.E (Zero Emissions), apresentado no Salão de Frankfurt deste ano.

Conforme indica o comunicado, o Zoe de produção será um city car, um veículo desenvolvido para circular em grandes centros urbanos. Além de não emitir agentes poluentes, o carro será construído com materiais ecologicamente corretos, que não só ajudarão a preservar o ambiente como também colaborarão para o baixo peso e resistência do modelo. O poliuretano reciclado é um dos materiais presentes na lista.

Segundo a Renault, as baterias de seu carro elétrico levarão de 4 a 8 horas para serem completamente recarregadas. Haverá também a opção de carga rápida, que será capaz de oferecer energia para uma viagem urbana de curta distância depois de apenas 20 minutos de conexão em uma tomada comum. Além desses recursos, a fabricante ainda planeja introduzir o sistema Quickdrop, uma espécie de estação de recarga fixa em pontos específicos de uma cidade. Neste modo, a marca garante carga total em apenas três minutos.

Fonte: Terra Carros/Thiago Vinholes | www.carroonline.terra.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 5, Novembro, 2009

Fuzileiro americano tenta reinventar o setor automotivo

Valor Econômico

Quando John B. Rogers era um fuzileiro naval dos Estados Unidos posicionado no Iraque, em 2004, levou com ele para o Golfo Pérsico um livro intitulado “Winning the Oil Endgame” (algo como “Vencendo a Jogada Final pelo Petróleo”). O livro, escrito pelo ativista ambiental Amory B. Lovins, discute como as pessoas podem dar um fim à dependência que têm dos combustíveis fósseis. Rogers diz que ler o livro o inspirou a criar um novo tipo de companhia automobilística, que acredita oferecer uma maneira mais eficiente de projetar, fabricar e vender automóveis.

“Percebi que era possível administrar uma companhia automobilística focada no meio ambiente de maneiras diferentes”, diz ele. A maioria das companhias atuais, como a Tesla Motors e a A Better Place, concentram-se em fontes alternativas de combustíveis. Mas Rogers tinha uma ideia diferente de como criar uma empresa automobilística sustentável. Ele imaginou que poderia produzir veículos localmente e de acordo com a demanda em “microfábricas”, onde os compradores poderiam assistir e até mesmo participar da montagem de seu carro. Isso eliminaria o desperdício de recursos da produção em massa e a entrega de carros que não são comprados e depois ficam estacionados nas revendedoras. Mais do que isso, ele queria obter os conceitos do “carro dos sonhos” diretamente dos potenciais compradores, em vez de ditar projetos, como fazem as grandes montadoras.

Depois de ser dispensado dos Marines em 2005, Rogers foi para a Harvard Business School para fazer um MBA e aprender como tornar seu sonho uma realidade. Após levantar US$ 4 milhões junto a investidores privados, a Local Motors fez sua estreia oficial em março de 2008, com um site na internet que pede a projetistas que submetam esboços dos carros de seus sonhos. Os colaboradores também podem entrar em competições de ideias para tipos específicos de veículos, como um carro elétrico voltado para pessoas de consciência ecológica da área da Baía de San Francisco. A comunidade online do site vota nos projetos, escolhendo os vencedores. Os prêmios em dinheiro vão de US$ 1.500 a US$ 20.000, Mais de US$ 30.000 foram concedidos até agora.

Em março, o site tinha mais de 2.400 colaboradores ativos. Eles mandam desenhos, comentam os trabalhos uns dos outros e votam nos projetos. Rogers diz que hoje esse número subiu para 4.000. “E se você contar nossos canais de mídia social – nossa presença no YouTube, Facebook e Twitter -, há mais 50 milhões de pessoas em nossa comunidade”, acrescenta ele.

Isso pode soar irreal, mas a companhia está agora se preparando para produzir seu primeiro veículo: um off-road, de aparência rude, chamado Rally Fighter. O conceito inicial foi colocado na internet pelo membro da comunidade Sangho Kim. Ao ver o entusiasmo da comunidade pelo projeto e reconhecer que os veículos off-road representam um nicho de mercado negligenciado, a Local Motors decidiu iniciar a produção do modelo. Os compradores interessados pagam US$ 99 para entrar na fila de futuros proprietários. Quando a produção começar, em junho de 2010, os compradores serão convidados a visitar a sede da companhia em Wareham, Massachusetts, para ajudarem a fabricar o carro. O preço final? US$ 50.000.

Rogers está confiante de que sua companhia em algum momento será lucrativa. “Uma única microfábrica da Local Motors tem capacidade de vender 2.000 unidades por ano a um preço médio de US$ 40.000″, diz ele. No momento, o site da Local Motors na internet indica que há 23 encomendas do Rally Fighter, número que não vai exatamente representar um grande problema para a General Motors (GM), Ford e Chrysler. Mas Rogers insiste que está tentando repensar a indústria automobilística tradicional, e não atacá-la.

Mesmo assim, o sucesso está longe de garantido. “A Local Motors é uma ideia interessante no contexto do projeto de um veículo. Há benefícios reais em se atrair uma grande comunidade de projetistas; você pode surgir com projetos verdadeiramente únicos e novos nichos interessantes”, diz Jaremy Anwyl, diretor-presidente do guia automobilístico Edmunds.com. “Mas a coisa fica mais melindrosa quando você pega essa noção e parte para a fabricação de fato de um carro – que é algo tecnicamente muito complicado”, diz. Sem mencionar que é altamente regulamentado.

Mas Rogers se mostra inabalável. “Fabricar um carro é algo complexo, mas é uma ciência que já foi dominada. Esse não é o desafio”, diz ele. “O desafio é colocar no mercado carros de uma maneira sustentada – os carros que as pessoas querem, onde elas querem, quando elas querem. É isso que a Local Motors vai fazer.

Fonte: Valor Econômico | www.valoronline.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 4, Novembro, 2009

Chevrolet Spark

Publicado por: Julio Bessa | 4, Novembro, 2009

Venda de veículos têm melhor outubro

O Estado de S. Paulo

As vendas de veículos novos em outubro somaram 294,5 mil unidades, volume 4,6% inferior ao de setembro, o melhor mês da história do setor, com 308,7 mil unidades comercializadas, incluindo caminhões e ônibus. Apesar da queda, foi o melhor outubro em vendas do setor e o terceiro melhor mês levando-se em conta todo o calendário. Em relação ao mesmo mês do ano passado, houve aumento de 23,1%.

A média diária de vendas ficou em 14.024 veículos, ante 14.702 em setembro. A queda é justificada pelas empresas pela antecipação de compras no último mês de vigência da redução integral do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

No ano, as vendas somam alta de 6% ante igual período de 2008, com 2,596 milhões de veículos. Desse total, 2,493 milhões são automóveis e comerciais leves, segmento que cresceu 7,3% na comparação com 2008, segundo dados do setor automotivo. O segmento de caminhões e ônibus, embora apresente recuperação, deve encerrar 2009 com números inferiores ao do ano anterior.

Em outubro, a Fiat manteve a liderança em vendas, com 24,2% de participação, seguida pela Volkswagen, com 21%, General Motors (19,7%) e Ford (10%). No ranking anual, a ordem da classificação se repete entre as quatro maiores empresas.

Fonte: O Estado de S. Paulo/Cleide Silva | www.estadao.com.br

Publicado por: Julio Bessa | 4, Novembro, 2009

Volkswagen do Brasil tenta vender lote de Voyages para o Iraque

Globo.com/G1

De olho no mercado promissor de um país em reconstrução, a Volkswagen do Brasil informou ao G1 que negocia a venda de um lote do modelo Voyage ao Iraque. A Volks não divulga detalhes sobre o acordo, como o número de unidades e o valor da operação. O G1 apurou que o lote em negociação é de 10 mil unidades, um contrato de mais de R$ 250 milhões ao considerar o valor de R$ 25 mil por carro embarcado.

Segundo a montadora, os detalhes da transação apenas serão divulgados após a assinatura do contrato. No entanto, a Câmara de Comércio Brasil-Iraque confirmou que os veículos fazem parte de um programa de renovação da frota de táxi iraquiana, que será financiada pelo governo do país. Um exemplar do Voyage, inclusive, está exposto durante esta semana no evento de negócios Baghdad International Fair, que acontece em Bagdá até a próxima terça-feira (10). De acordo com a Prefeitura de São Bernardo do Campo (ABC paulista), o prefeito Luiz Marinho participou das conversas com a Volkswagen e o governo do Iraque e também confirma o andamento das negociações, pois o modelo é fabricado na unidade da Anchieta.

Quem anda pelas ruas de Bagdá, a capital iraquiana, duas imagens são familiares aos brasileiros: camisas da “Seleção Canarinho” e, ainda em maior quantidade, carros Volkswagen Passat – aqueles fabricados aqui nos anos 70 e 80. O uniforme verde-amarelo traduz a simpatia dos iraquianos pelo futebol pentacampeão. Os automóveis, no entanto, são símbolos de uma estreita relação comercial entre os dois países, décadas atrás. Apesar dos contrastes culturais, brasileiros e iraquianos historicamente falam a mesma língua quando o assunto é investimento – um carisma que a Volkswagen do Brasil quer aproveitar para voltar a exportar para o país.

O possível retorno ao mercado iraquiano tem o suporte do sucesso da exportação do Passat brasileiro entre 1983 e 1988, chamado de “Brasili” no Iraque. Ao todo, foram vendidas 170 mil unidades, muitas delas rodam até hoje no país. “O Iraque teve bastante negócio com o Brasil na época do regime militar brasileiro. Nessa época, várias empresas brasileiras atuaram lá, como a Volkswagen, que vendeu muito Passat, e empreiteiras. Depois do fim da ditadura militar no Brasil e da invasão norte-americana no Iraque a maioria dos negócios foi inviabilizada”, afirma o economista da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite.

A nova fase do Iraque e da própria alemã Volkswagen – que pretende ultrapassar a japonesa Toyota na liderança mundial em 2018 e produzir, como parte do plano, 1 milhão de unidades no Brasil até 2014 (o que inclui unidades para exportação) — propicia a retomada do investimento neste mercado. A vantagem da fábrica brasileira é que, segundo a câmara de comércio, o governo iraquiano dá preferência às empresas do Brasil, mesmo que a matriz seja em outro país.

Outras empresas do setor

Embora a venda do lote de Voyage seja o maior negócio em andamento do setor automobilístico, outras empresas prospectam novos negócios no país e participam da feira. Entre as interessadas está a Mercedes-Benz – que negociou a venda de 250 caminhões para o país em julho deste ano —, Comil Ônibus, Marcopolo e a fornecedora de implementos rodoviários Rondon.

Em junho, quando o ministro da Indústria e Minerais do Iraque, Fawzi Hariri, esteve no Brasil o representante do governo iraquiano chegou a afirmar que pretende instalar uma unidade da Mercedes-Benz no país e ter a fábrica de São Bernardo como a principal exportadora de chassis e peças. O investimento estimado, segundo ele, seria de US$ 250 milhões.

De acordo com o gerente de exportação da Comil, Aderbal Marchi, o Iraque será novamente “muito em breve” um grande mercado no Oriente Médio, por isso o foco em novos negócios no segmento de ônibus. “O Iraque é um mercado de grande potencial para nossos negócios. Já temos nossos produtos bem testados e aprovados, já que fizemos vendas expressivas para a Arábia Saudita e Qatar”, diz Marchi.

Outra empresa com experiência na região é a Randon, com participação no mercado iraquiano desde outubro de 1978. Segundo a companhia, desde então as exportações foram mantidas e novos negócios sempre estão em andamento.

“A relação entre os dois países se deslumbra no cenário de recuperação e novos investimentos. É uma boa oportunidade para as empresas brasileiras, embora o país não esteja pacificado. Mas há muito que fazer na reconstrução iraquiana e recursos para isso eles têm, o problema são as condições de se trabalhar lá, porque o país ainda é uma incógnita”, observa o economista Alcides Leite, ao destacar que o país ainda é uma região de violentos conflitos.

Balança comercial

As exportações de produtos brasileiros ao Iraque atingiram a melhor marca dos últimos 21 anos: US$ 484.585.939,18 no acumulado de janeiro a setembro. O comércio, segundo o presidente da Câmara, Jalal Chaya, tem sido um dos principais fatores de expansão da participação privada no Produto Interno Bruto. O crescimento em 2009 supera os resultados de todo o ano de 2008, de US$ 377.024.998,66. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o principal produto brasileiro exportado para o Iraque é carne, tanto de ave quanto bovina.

Para estreitar ainda mais as relações comerciais com o Oriente Médio, a Câmara Brasil Iraque inaugurou um centro de exposições permanente em Sulaimaniyah. A cidade fica no Curdistão, próxima à fronteira com o Irã. O investimento foi de US$ 100 mil feito pela Câmara e pelo governo do Curdistão. Segundo a câmara, Sulaimaniyah tem o mais moderno aeroporto internacional da região e é a principal conexão entre o Iraque, a Europa e os demais países do Oriente Médio, o que justifica o investimento.

Fonte: Globo.com/G1/Priscila Dal Poggetto | www.g1.globo.com

Publicado por: Julio Bessa | 4, Novembro, 2009

Jeep é a grande aposta da Chrysler para uma expansão internacional

Valor Econômico

A combalida montadora americana Chrysler Group LLC está apostando na marca Jeep para impulsionar sua virada. Como parte de uma nova estratégia de cinco anos que anunciará hoje, a Chrysler deve detalhar um plano para expandir drasticamente as vendas da Jeep, especialmente fora dos Estados Unidos, disseram pessoas a par da questão.

“O Jeep é um produto de exportação viável que pode acabar tendo vendas significativas”, diz Jim Hall, diretor-gerente da 2953 Analytics, uma consultoria que ajuda as montadoras a desenvolver estratégias de produto. “Há muitos países onde os Jeeps são veículos desejados, como o Brasil.”

A expansão das vendas internacionais da Jeep não só ajudaria a expandir a receita como é um dos principais objetivos da Fiat SpA, a sócia que administra a Chrysler. Como parte da recuperação judicial da Chrysler, promovida pelo governo americano, a Fiat recebeu uma participação de 20% na montadora americana em troca de transferência de tecnologia e gerenciamento.

A Fiat receberá uma participação adicional de 5% se começar a produzir um carro de pequeno porte nos EUA que faça 17 km por litro de gasolina, e outros 5% se começar a produzir motores econômicos numa fábrica dos EUA. Pode conseguir ainda outros 5% por dar à Chrysler acesso a sua rede de distribuição mundial.

Hall observou que a Fiat tem uma base de concessionárias existente no Brasil que poderia facilmente começar a vender Jeeps.

A Chrysler já está preparando alguns modelos Jeep para exportar para a Europa, com direção do lado direito, por exemplo.

A Chrysler vende muito menos veículos fora dos EUA do que suas rivais americanas. No ano passado, a empresa vendeu 214.826 unidades, em comparação com 3 milhões da Ford Motor Corp. e 4,1 milhões da General Motors Co., de acordo com a IHS Global Insight, firma de dados do setor.

Nos últimos anos, as vendas da Chrysler fora da América do Norte desaceleraram. Este ano, nos primeiros dez meses, elas caíram 15% em comparação com o mesmo período do ano passado. Em 2008, as vendas haviam caído 9,8% em relação ao ano anterior.

Sergio Marchionne, o diretor-presidente tanto da Fiat quanto da Chrysler, discutirá essas questões na apresentação de seis horas que a empresa fará hoje sobre seu plano de negócios a cerca de 300 analistas, políticos e repórteres. A empresa, que foi reestruturada em concordata depois de receber US$ 9 bilhões em empréstimos emergenciais do governo americano, fornecerá algumas projeções financeiras ao fim de sua apresentação.

Na reforma da linha Jeep, quatro modelos serão eliminados nos próximos quatro anos e substituídos por dois carros inteiramente novos baseados em tecnologia da Fiat, segundo uma pessoa a par dos planos da empresa. O Jeep Commander, um modelo para sete passageiros cujas vendas são fracas, deve ser eliminado ano que vem, enquanto o Liberty, de médio porte, e os compactos Compass e Patriot serão substituídos por novos veículos com tecnologia Fiat em 2013, disse a pessoa.

A Jeep é a marca com a qual a Chrysler conta para chamar a atenção dos consumidores no ano que vem, quando lança o novo Grand Cherokee. É um de dois novos veículos que a empresa planeja lançar em 2010, e será crucial para chamar a atenção dos consumidores e alimentar as vendas. Das três marcas da empresa, a Jeep é a que vem tendo melhor desempenho este ano, com queda de 33%, em comparação com 50% da marca Chrysler e 39% da Dodge.

Fonte: Valor Econômico | www.valoronline.com.br

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